Os evangélicos no Brasil nunca conseguiram se livrar totalmente da influência do Catolicismo Romano. Por séculos, o Catolicismo formou a mentalidade brasileira, a sua maneira de ver o mundo, (“cosmovisão”). O crescimento do número de evangélicos no Brasil é cada vez maior – segundo o IBGE, seremos 40 milhões neste ano de 2006 – mas há várias evidências de que boa parte dos evangélicos não tem conseguido se livrar da herança católica.
É um fato que a conversão verdadeira (arrependimento e fé) implica uma mudança espiritual e moral, mas não significa necessariamente uma mudança na maneira como a pessoa vê o mundo. Alguém pode ter sido regenerado pelo Espírito e ainda continuar, por um tempo, a enxergar as coisas com pressupostos antigos. É o caso dos crentes de Corinto, por exemplo. Alguns deles haviam sido impuros, efeminados, sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes e roubadores. Todavia, haviam sido lavados, santificados e justificados “em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.9-11), sem que isso significasse que uma mudança completa de mentalidade houvesse ocorrido com eles. Na primeira carta que lhes escreve, Paulo revela duas áreas em que eles continuavam a agir como pagãos: na maneira grega dicotômica de ver o mundo dividido em matéria e espírito (que dificultava a aceitação entre eles das relações sexuais no casamento e a ressurreição física dos mortos – capítulos 7 e 15) e o culto à personalidade mantido para com os filósofos gregos (que logo os levou a formar partidos na igreja em torno de Paulo, Pedro, Apolo e mesmo o próprio Cristo – capítulos 1 a 4). Eles eram cristãos, mas com a alma grega pagã.
Da mesma forma, creio que grande parte dos evangélicos no Brasil tem a alma católica. Antes de passar às argumentações, preciso esclarecer um ponto. Todas as tendências que eu identifico entre os evangélicos como sendo herança católica, no fundo, antes de serem católicas, são realmente tendências de nossa natureza humana decaída, corrompida e manchada pelo pecado, que se manifestam em todos os lugares, em todos os sistemas e não somente no Catolicismo. Como disse o reformado R. Hooykas, famoso historiador da ciência, “no fundo, somos todos romanos” (Philosophia Liberta, 1957). Todavia, alguns sistemas são mais vulneráveis a essas tendências e as absorvem mais que outros, como penso que é o caso com o Catolicismo no Brasil. E que tendências são essas?
1) O gosto por bispos e apóstolos – Na Igreja Católica, o sistema papal impõe a autoridade de um único homem sobre todo o povo. A distinção entre clérigos (padres, bispos, cardeais e o papa) e leigos (o povo comum) coloca os sacerdotes católicos em um nível acima das pessoas normais, como se fossem revestidos de uma autoridade, um carisma, uma espiritualidade inacessível, que provoca admiração e o espanto da gente comum, infundindo respeito e veneração. Há um gosto na alma brasileira por bispos, catedrais, pompas, rituais. Só assim consigo entender a aceitação generalizada por parte dos próprios evangélicos de bispos e apóstolos autonomeados, mesmo após Lutero ter rasgado a bula papal que o excomungava e queimá-la na fogueira. A doutrina reformada do sacerdócio universal dos crentes e a abolição da distinção entre clérigos e leigos ainda não permearam a cosmovisão dos evangélicos no Brasil, com poucas exceções.
2) A idéia de que pastores são mediadores entre Deus e os homens – No Catolicismo, a Igreja é mediadora entre Deus e os homens e transmite graça divina mediante os sacramentos, as indulgências, as orações. Os sacerdotes católicos são vistos como aqueles através de quem essa graça é concedida, pois são eles que, com as suas palavras, transformam, na Missa, o pão e o vinho no corpo e no sangue de Cristo; que aplicam a água benta no batismo para a remissão dos pecados; que ouvem a confissão do povo e pronunciam o perdão dos pecados. Essa mentalidade de mediação humana passou para os evangélicos, com poucas mudanças. Até nas Igrejas chamadas históricas, os crentes brasileiros agem como se a oração do pastor fosse mais poderosa do que a deles e como se os pastores funcionassem como mediadores entre eles e os favores divinos. Esse ranço do Catolicismo vem sendo cada vez mais explorado por setores neopentecostais do evangelicalismo, a julgar por práticas já assimiladas como “a oração dos 318 homens de Deus”, “a prece poderosa do bispo tal”, “a oração da irmã fulana, que é profetisa”, etc.
3) O misticismo supersticioso no apego a objetos sagrados – O Catolicismo no Brasil, por sua vez influenciado pelas religiões afro-brasileiras, semeou misticismo e superstição durante séculos na alma brasileira: milagres de santos, uso de relíquias, aparições de Cristo e de Maria, objetos ungidos e santificados, água benta, entre outros. Hoje, há um crescimento espantoso, entre setores evangélicos, do uso de copo d’água, rosa ungida, sal grosso, pulseiras abençoadas, pentes santos, do kit de beleza da rainha Ester, peças de roupa de entes queridos, oração no monte, no vale; óleos de oliveiras de Jerusalém, água do Jordão, sal do Vale do Sal, trombetas de Gideão (distribuídas em profusão), o cajado de Moisés...é infindável e sem limites a imaginação dos líderes e a credulidade do povo. Esse fenômeno só pode ser explicado, ao meu ver, por um gosto intrínseco pelo misticismo impresso na alma católica dos evangélicos.
4) A separação entre o sagrado e o profano – No centro do pensamento católico existe a distinção entre natureza e graça, idealizada e defendida por Tomás de Aquino, um dos mais importantes teólogos da Igreja Católica. Na prática, isso significou a aceitação de duas realidades coexistentes, antagônicas e freqüentemente irreconciliáveis: o sagrado, substanciado na Santa Igreja, e o profano, que é tudo o mais no mundo lá fora. Os brasileiros aprenderam durante séculos a não misturar as coisas: sagrado é aquilo que a gente vai fazer na Igreja: assistir Missa e se confessar. O profano – meu trabalho, meus estudos, as ciências – permanece intocado pelos pressupostos cristãos, separado de forma estanque. É a mesma atitude dos evangélicos. Falta-nos uma mentalidade que integre a fé às demais áreas da vida, conforme a visão bíblica de que tudo é sagrado. Por exemplo, na área da educação, temos por séculos deixado que a mentalidade humanista secularizada, permeada de pressupostos anticristãos, eduque os nossos filhos, do ensino fundamental até o superior, com algumas exceções. Em outros países, os evangélicos, têm tido mais sucesso em manter instituições de ensino que, além de serem tão competentes como as outras, oferecem uma visão de mundo, de ciência, de tecnologia e da história oriunda de pressupostos cristãos. Numa cultura permeada pela idéia de que o sagrado e o profano, a religião e o mundo, são dois reinos distintos e freqüentemente antagônicos, não há como uma visão integral surgir e prevalecer, a não ser por uma profunda reforma de mentalidade entre os evangélicos.
5) Somente pecados sexuais são realmente graves – A distinção entre pecados mortais e veniais feita pelo catolicismo romano vem permeando a ética brasileira há séculos. Segundo essa distinção, pecados considerados mortais privam a alma da graça salvadora e a condenam ao inferno, enquanto que os veniais, como o nome já indica, são mais leves e merecem somente castigos temporais. A nossa cultura se encarregou de preencher as listas dos mortais e dos veniais. Dessa forma, enquanto se pode aceitar a “mentirinha”, o jeitinho, o tirar vantagem, a maledicência, etc., o adultério se tornou imperdoável. Lula foi reeleito cercado de acusações de corrupção. Mas, se tivesse ocorrido uma denúncia de escândalo sexual, tenho dúvidas de que teria sido reeleito por uma margem tão grande. Nas Igrejas Evangélicas – onde se sabe pela Bíblia que todo pecado é odioso e que quem guarda toda a lei de Deus e quebra um só mandamento é culpado de todos – é raro que alguém seja disciplinado, corrigido, admoestado, destituído ou despojado por pecados como mentira, preguiça, orgulho, vaidade, maledicência, entre outros. As disciplinas eclesiásticas acontecem via de regra por pecados de natureza sexual, como adultério, prostituição, fornicação, adição à pornografia, homossexualismo, etc., embora até mesmo esses estão sendo cada vez mais aceitáveis aos olhos evangélicos. Mais um resquício de catolicismo na alma dos evangélicos?
O que é mais surpreendente é que os evangélicos no Brasil estão entre os mais anticatólicos do mundo. Só para ilustrar (e sem entrar no mérito dessa polêmica), o Brasil é um dos países onde convertidos do catolicismo são rebatizados nas Igrejas Evangélicas. O anticatolicismo brasileiro, todavia, se concentrou apenas na questão das imagens e de Maria e em questões éticas como não fumar, não beber e não dançar. Não foi e não é profundo o suficiente para fazer uma crítica mais completa de outros pontos que, por anos, vêm moldando a mentalidade do brasileiro, como mencionei acima. Além de uma conversão dos ídolos e de Maria a Cristo, os brasileiros evangélicos precisam de conversão na mentalidade, na maneira de ver o mundo. Temos de trazer cativo a Cristo todo pensamento, e não somente os nossos pecados. Nossa cosmovisão precisa também de conversão (2 Co 10.4-5)
Quando vejo o retorno de grandes massas ditas evangélicas às práticas medievais católicas de usar no culto de Deus objetos ungidos e consagrados, procurando para si bispos e apóstolos, imersas em práticas supersticiosas, me pergunto se, ao final das contas, o neopentecostalismo brasileiro não é, na verdade, um filho da Igreja Católica medieval, uma forma de neocatolicismo tardio que surge e cresce em nosso país, onde até os evangélicos têm alma católica.
Rev. Augustus Nicodemus
14 maio 2007
11 maio 2007
O papado no mundo
Me irrita ver a “burrice” ou a falta de conhecimento histórico sobre o papado no Brasil.
Cada vez mais fica comprovado a falta de vontade em saber das coisas e o poder do mito na mente dos que não tem fé é absurdo.
O papa chega com honras de chefe de estado, mas se manifesta como religioso. É recebido como quem tem uma mensagem, mas não lê a palavra de mensagem que é a Bíblia. Cita questões desconectadas da realidade e prega um estilo de vida arcaico do qual o império papal não quer viver e não viveu ao longo da história.
Veja por exemplo um trecho de sua história publicado na revista Aventuras na História desse mês de Maio:
“Respeitar os pecados capitais (criados pela própria Igreja) nem sempre foi prioridade no Vaticano”
“No século 6, o papa Gregório I fez uma lista com sete pecados capitais. O catálogo hoje faz parte da doutrina da Igreja: gula, avareza, inveja, ira, soberba, luxúria e preguiça. Os fiéis sempre foram orientados a não ceder a nenhum deles.
Apesar disso, é possível identificar pelo menos seis pecados capitais na história do Vaticano - o da preguiça, se houve, ficou bem disfarçado dentro dos domínios da Igreja.
GULA
Vários papas são conhecidos por ter protagonizado banquetes pantagruélicos. Há até um caso em que a gula está ligada à morte de um pontífice. Em 1471, Paulo II caiu duro logo após comer dois grandes melões sozinho - há suspeita de que ele tenha sido envenenado.
AVAREZA
O maior exemplo da sede de riqueza dos papas é a Doação de Constantino, forjada por volta do ano 800. Imitando um decreto do imperador romano, que vivera 500 anos antes, o falso documento simplesmente doava toda a Europa Ocidental ao papado. Até o fim da Idade Média, muita gente acreditou na farsa.
INVEJA
Em busca do cargo máximo da Igreja, alguns pontífices são acusados de ter mandado matar seus antecessores. O caso mais impressionante é o de Bonifácio VII, que nem precisou de intermediários. Em 974, ele mesmo estrangulou Bento VI para tomar seu lugar.
IRA
Durante o Renascimento, papas não só declaravam guerra como partiam pessoalmente para a briga. Um exemplo foi Júlio II, que chegou a bater até em seus aliados. Certa vez, espancou cardeais que não quiseram segui-lo numa cavalgada pela neve.
SOBERBA
Em 1870, o Concílio Vaticano I (reunião de cúpula da Igreja) declarou que o papa seria infalível em questões de ética e fé. Ao se pronunciar sobre esses dois temas, ele jamais erraria. Os críticos disseram que a decisão tinha menos a ver com a doutrina católica do que com os objetivos politicos de Pio IX, o primeiro papa "infalível".
LUXÚRIA
No início do cristianismo, os papas podiam se casar e ter filhos, assim como qualquer padre da época. Mais tarde, eles se tornaram os grandes defensores do celibato na Igreja. Isso não impediu que, no século 16, o pontífice Alexandre VI tivesse pelo menos nove filhos com três mulheres e ostentasse publicamente a amante Giulia "A Bela" Farnese.”
O povão não sabe de nada disso ou não quer saber, o que é pior!
Bento XVI arvora pra si o poder de dizer que certo homem ou mulher é santo ou santa baseado no texto de Mateus 16.19
“Eu lhe darei as chaves do Reino dos céus; o que você ligar na terra terá sido ligado nos céus, e o que você desligar na terra terá sido desligado nos céus".”
Ora, esse texto diz que Cristo concede a Pedro o direito de ganhar Judeus e Gentios pro Reino de Deus. Está ligado a 1Corintios 16.9.
O mais inescrupuloso são os jornais fazerem uma matéria histórica sobre cada representante de outras “seitas” no encontro com o papa e no momento de apresentar cada igreja, dizer que a católica Romana surgiu com Jesus Cristo. A imprensa deveria saber mais sobre história eclesiástica. Isso é um atentado a minha inteligência!
Jesus Cristo não fundou Igreja católica Romana, ela surgiu com Constantino no império Bizantino, no ano 312 d.C.
E tudo foi questão política e não religiosa, como por exemplo o celibato defendido pela igreja. O celibato é uma saída administrativa para não pagar pensão e nem herança. A gula do Vaticano não permite pagar nada pra ninguém.
Cada vez mais fica comprovado a falta de vontade em saber das coisas e o poder do mito na mente dos que não tem fé é absurdo.
O papa chega com honras de chefe de estado, mas se manifesta como religioso. É recebido como quem tem uma mensagem, mas não lê a palavra de mensagem que é a Bíblia. Cita questões desconectadas da realidade e prega um estilo de vida arcaico do qual o império papal não quer viver e não viveu ao longo da história.
Veja por exemplo um trecho de sua história publicado na revista Aventuras na História desse mês de Maio:
“Respeitar os pecados capitais (criados pela própria Igreja) nem sempre foi prioridade no Vaticano”
“No século 6, o papa Gregório I fez uma lista com sete pecados capitais. O catálogo hoje faz parte da doutrina da Igreja: gula, avareza, inveja, ira, soberba, luxúria e preguiça. Os fiéis sempre foram orientados a não ceder a nenhum deles.
Apesar disso, é possível identificar pelo menos seis pecados capitais na história do Vaticano - o da preguiça, se houve, ficou bem disfarçado dentro dos domínios da Igreja.
GULA
Vários papas são conhecidos por ter protagonizado banquetes pantagruélicos. Há até um caso em que a gula está ligada à morte de um pontífice. Em 1471, Paulo II caiu duro logo após comer dois grandes melões sozinho - há suspeita de que ele tenha sido envenenado.
AVAREZA
O maior exemplo da sede de riqueza dos papas é a Doação de Constantino, forjada por volta do ano 800. Imitando um decreto do imperador romano, que vivera 500 anos antes, o falso documento simplesmente doava toda a Europa Ocidental ao papado. Até o fim da Idade Média, muita gente acreditou na farsa.
INVEJA
Em busca do cargo máximo da Igreja, alguns pontífices são acusados de ter mandado matar seus antecessores. O caso mais impressionante é o de Bonifácio VII, que nem precisou de intermediários. Em 974, ele mesmo estrangulou Bento VI para tomar seu lugar.
IRA
Durante o Renascimento, papas não só declaravam guerra como partiam pessoalmente para a briga. Um exemplo foi Júlio II, que chegou a bater até em seus aliados. Certa vez, espancou cardeais que não quiseram segui-lo numa cavalgada pela neve.
SOBERBA
Em 1870, o Concílio Vaticano I (reunião de cúpula da Igreja) declarou que o papa seria infalível em questões de ética e fé. Ao se pronunciar sobre esses dois temas, ele jamais erraria. Os críticos disseram que a decisão tinha menos a ver com a doutrina católica do que com os objetivos politicos de Pio IX, o primeiro papa "infalível".
LUXÚRIA
No início do cristianismo, os papas podiam se casar e ter filhos, assim como qualquer padre da época. Mais tarde, eles se tornaram os grandes defensores do celibato na Igreja. Isso não impediu que, no século 16, o pontífice Alexandre VI tivesse pelo menos nove filhos com três mulheres e ostentasse publicamente a amante Giulia "A Bela" Farnese.”
O povão não sabe de nada disso ou não quer saber, o que é pior!
Bento XVI arvora pra si o poder de dizer que certo homem ou mulher é santo ou santa baseado no texto de Mateus 16.19
“Eu lhe darei as chaves do Reino dos céus; o que você ligar na terra terá sido ligado nos céus, e o que você desligar na terra terá sido desligado nos céus".”
Ora, esse texto diz que Cristo concede a Pedro o direito de ganhar Judeus e Gentios pro Reino de Deus. Está ligado a 1Corintios 16.9.
O mais inescrupuloso são os jornais fazerem uma matéria histórica sobre cada representante de outras “seitas” no encontro com o papa e no momento de apresentar cada igreja, dizer que a católica Romana surgiu com Jesus Cristo. A imprensa deveria saber mais sobre história eclesiástica. Isso é um atentado a minha inteligência!
Jesus Cristo não fundou Igreja católica Romana, ela surgiu com Constantino no império Bizantino, no ano 312 d.C.
E tudo foi questão política e não religiosa, como por exemplo o celibato defendido pela igreja. O celibato é uma saída administrativa para não pagar pensão e nem herança. A gula do Vaticano não permite pagar nada pra ninguém.
31 março 2007
28 março 2007
Como fui capturado!
A primeira coisa que me chamou a atenção na Renascer foi a "liberdade".
Todos aqueles jovens de cabelo comprido, brinco, usando camisas de bandas de rock, falando gírias, sentando no chão, ouvindo uma banda de rock-gospel tocar. Pausa. (Os cultos evangelísticos são bem diferentes dos cultos comuns, a renascer tem uma estratégia para cada tipo de pessoa e a igreja não é o que aparente ser).
Depois eu fiquei comovido com a forma que fui tratado, as pessoas vinham falar comigo, me tratavam muito bem, eram acolhedores. Se interessavam pelos meus assuntos e sempre comparavam a renascer as outras igrejas "ultrapassadas" que proibiam rock, diversão e etc. Pausa. (A renascer tem um gravadora própria e ela só permite músicas como o rock porque a igreja lucra com isso através da gravadora. Na renascer só é permitido ouvir e cantar músicas das bandas e grupos da Renascer. Todos os cultos são preenchidos exclusivamente com o Grupo Renascer Praise da Bispa Sônia. Quando acaba o culto, você pode comprar os CDs dentro da própria igreja que os vendem no "point gospel". Lá eles não cantam hinos de outras igrejas, mas isso eu só fui descobrir mais tarde.)
Bom, não foi difícil ser atraído pra lá e depois de algumas semanas já havia me filiado à Renascer e agora eu era um "oficial" da Igreja Renascer, este é o primeiro cargo de uma pessoa na Igreja Renascer. É o mais baixo. Quando entrei pra Renascer, levei comigo mais 10 pessoas e estas 10 pessoas levaram também mais gente. É assim que funciona os cultos evangelísticos, quando você converte ou trás um membro de outra igreja, você na realidade não está trazendo só uma pessoa, porque com ela vem os amigos e parentes que por sua vez trarão seus amigos e parentes. É por isso que a Renascer é uma igreja que cresce tanto. Lá eles tem o culto da família que é só pra te incentivar a trazer a sua família pra igreja.
Bom, durante algum tempo eles mantêm a ilusão de que a igreja não te proíbe de nada, você pode continuar fumando, bebendo, fazendo o que você quiser sem ouvir críticas. É o tempo necessário para te fazer uma lavagem cerebral. Deste modo eles conseguem te convencer de parar de fazer estas coisas sem que você perceba e fique impactado. Quando sua mente estiver no ponto você será um verdadeiro alienado e eles acabam te convencendo de que estão fazendo com que você seja mais livre. Eu não faço psicologia, mas eles utilizam algo como psicologia reversa.
Como oficial da igreja você recebe algumas tarefas. Eu por exemplo tinha que ir fazer pedágio, que é nada menos que vender balinhas no sinal de trânsito para arrecadar dinheiro para um suposto centro de recuperação de drogados. Em geral arrecadávamos de R$ 100 a R$ 200 por dia e fazíamos isto de 2 vezes por semana, quando tinha algum desafio pra cumprir chegávamos a fazer 5 vezes. Só com isto a igreja lucrava de R$ 800 a R$ 4.000 por mês. As pregações na renascer são sempre em dois períodos, a primeira pregação é só sobre oferta e a segunda é sobre temas diversos. Ambas são produzidas pelo Apóstolo e vem direto de SP para todo o Brasil. A renascer também tem um culto só para empresários (AREPE), nestes cultos rolam cházinhos e comes e bebes e todo mundo usa roupa chic.
Bom, mas voltando ao assunto da lavagem cerebral, a igreja começa a te encolver em tarefas e em cargos para que você fique mais ligado a ela. O primeiro passo da lavagem cerebral é te isolar das "más" influências, por isso você acaba aprendendo que as pessoas que não estão na igreja estão perdidas, são ímpios e precisam que você os converta.Aos poucos eu fui ficando tão atarefado na igreja que deixei de jogar futebol para ir ao culto do PA (Projeto Amar) as 15 horas e só saía da igreja as 22 horas. A igreja passou a ser a minha casa. O pastor me dizia, cuida das coisas de Deus que ele vai cuidar das tuas coisas. Então eu dava o meu sangue pela igreja. A Renascer tem nada menos que 12 cultos por semana e eu ia em 10. Só no domingo ela tem 5 cultos. Entre outras coisas eu era na Renascer : Levita (musico), líder do grupo de dança, recepcionista, integrante do P.A, integrante da escola de profetas, integrante do R12, líder de uma banda gospel, integrante do teatro e etc... Cada setor da renascer recolhe um tipo de oferta e também tem os desafios : Desafio da TV, desafio da rádio, gideão e etc... Junta-se a isso o dízimo e as ofertas diárias e doações, também acrescenta -se a venda de CDs, livros e outros...A RENASCER É UMA MÁQUINA DE DINHEIRO.
O segundo passo da lavagem cerebral é te ensinar que se você fizer as coisas como eles pedem você será recompensado, caso contrário irá sofrer. Eles criaram algo chamado "habilitação espiritual" que consiste basicamente nisto. Para você alcançar certas bênçãos você precisa de habilitação espiritual. Por exemplo : Se você dá o dízimo e é um gideão da conquista, você tem habilitação espiritual para conquistar bens financeiros.
O terceiro passo é a submissão. Eles te ensinam que você deve ser submisso aos líderes. Se você não for submisso você está "fora da visão"
é um rebelde. Eles tem reuniões só pra te ensinar a ser submisso. E em contra partida você pode escolher 12 pessoas para serem submissos a você, é o R12. Funciona assim, eu era um discípulo do R12 do pastor e eu também escolhi 12 e por sua vez cada um escolhia mais 12 e etc... Assim você aprendia a ser submisso e como era bom ter pessoas submissas a você. Na Renascer além do pastor temos os bispos, os bispos primazes, a bispa Sônia e o Apostolo..na ordem crescente. Cada palavra de um líder deve ser encarada como uma ordem. Desta forma você passa a ser um soldadinho. Outro detalhe é que de pastor pra cima você recebe salários e também uma porcentagem do que arrecada no mês se você cumprir a meta de dinheiro estabelecida.
As táticas de arrecadação
Na igreja Renascer, tudo é feito com doações, eles não gastam o dinheiro do dízimo com nada.
PA Gospel Café - Funciona como uma lanchonete gospel, você vai a igreja neste dia e ela está toda decorada como se fosse uma casa noturna, você senta come um salgado, uma pizza , bebe um refri e assiste a um show gospel, que pode ser uma banda de rock-gospel, teatro ou grupo de dança.
Eu trabalhei muito neste evento com a minha banda, como garçom , correndo atrás de doações e etc. Você pode imaginar como eles lucram ??
Você pega um brioche doado e vende por R$1,50, você lucra 100%.
Culto do PA. É parecido com o PA Gospel Café, mas neste caso é apenas um culto gerenciado por jovens, acontece as 15 horas de domingo. Lá os jovens tem oportunidade de fazer pregações e etc.. Como sempre o apelo por ofertas é alto.
Free Gospel - Neste dia a igreja vira uma boate, com dance music, hip-hop, funk..tudo gospel ! No meio da noite eles param pra fazer pregações e pedir ofertas.
Pregação da Oferta - Antes da pregação comum eles fazem a pregação da oferta, que consiste em ficar 30 minutos pelo menos falando de como é bom ofertar. Os pastores pegam pesado nestas pregações, fazem o possível pra te convencer a ofertar o máximo. Você tem que ofertar alguma coisa, nem que seja um brinco que depois será vendido no bazar. Nestas pregações eles citam versículos bíblicos como por exemplo o que fala que Abraão deu seu único filho e que então você também tem que dar o seu melhor (ou seja a nota mais alta que você tiver na carteira), falam de que você tem que ofertar em gratidão a tudo que Deus lhe deu e etc...
Apelam para o emocional...fazem de tudo.
Bazar - Eles pedem muitas doações na igreja. Mas você pensa que eles dão as roupas para os pobres ?? Não ! Eles vendem ! Tudo vira dinheiro na Renascer, se você doar um relógio de R$100,00 eles vendem por R$50. Tudo vira dinheiro !
Carnê de Gideão - É um carnê que você paga todo mês. Uma mensalidade. Lá na Renascer não é só o dízimo que comanda. Eles tem um culto só pra quem é "gideão da conquista" lá eles falam como a vida deles melhorou quando passaram de simples dizimistas pra gideões da conquista.
Ofertas - Assim que você chega e vai se sentar tem uns 3 envelopes de oferta. Oferta, oferta de milagres e oferta especial. Depois do louvor vem a pregação de oferta e depois você oferta. aí no final do culto eles dizem coisas tipo : Se você recebeu uma benção de uma oferta de milagres, se você tem uma causa especial dê uma oferta especial.
Semeadura- Apesar de receberem salário da igreja os pastores e líderes tem a cara de pau de te pedir uma oferta exclusiva pro bolso deles.
Rifa- Meu colega deu uma bicicleta pra igreja e eles rifaram ela. É comum o uso de rifa na igreja, tudo vira dinheiro. Também é comum os próprios líderes ganharem, ainda mais quando alguém doa um automóvel ! O pior que tem gente acha legal... - viu como eles são abençoados ?
Aleluia !
Pedágio - Funciona assim, eles mandam os adolescentes e jovens mendigar no sinal de trânsito. Compram um saco de balas vagabundas e vendem 5 por
1 real (o triplo do preço) no sinal de trânsito. Meu colega era líder do pedágio e apesar de ficar com a gente mendigando no sinal o dia todo, a igreja não nos dava nem um lanche. Por isso já teve vezes dele não entregar o dinheiro todo e comprar um rango pra gente !
Revistas, CDs e Vídeos - Eles te empurram todo tipo de coisa, não só isso, mas tb adesivos, fitas, camisas..tudo da renascer. A renascer é uma loja !
Acampamentos - Custam o olho da cara e quando você chega lá se decepciona. Eu fui em um que nem chuveiro quente tinha, tive q tomar banho de cachoeira e levar barraca pra poder dormir ! E tome culto e pedido de ofertas. Novamente toda a comida do acampamento é feita através de doações das próprias pessoas que compram os convites. Se você não tem dinheiro pra ir, você não vai ! A menos que vá pro sinal vender balas ou revistas, aí eles te dão uma parte do dinheiro pra pagar sua estadia !
Ceia de oficiais - É onde a grana rola forte. Uma vez em Botafogo eu vi arrecadarem R$ 30 mil só em uma levada...não sei qual foi o valor no final o culto, mas foi alto. Estas ceias arrecadam muito porque são feitas exclusivamente pra oficiais (membros) da igreja, aí eles podem pedir muito porque os oficiais tem a mente dominada. Lembro-me de que quando fui a uma ceia em SP a Bispa pediu para darmos cheques pre-datados e depois ela teve a cara-de-pau de desmentir isso na televisão (Gugu) aquilo me deixou muito puto. Também vi o apostolo pedir dinheiro como num leilão decrescente, primeiro pediu dez mil reais, depois R$5 mil e foi caindo até chegar a R$ 1 mil. O pior é que teve muita gente que deu ! Só quando ele pediu R$10 mil levantaram 4 pessoas.
Isso e muito mais você vê quando vai a igreja ! Ainda tem o que eles pedem pela Rádio, TV e Publicações ! É MUITA GRANA !
Dantas (ex- Renascer)
Todos aqueles jovens de cabelo comprido, brinco, usando camisas de bandas de rock, falando gírias, sentando no chão, ouvindo uma banda de rock-gospel tocar. Pausa. (Os cultos evangelísticos são bem diferentes dos cultos comuns, a renascer tem uma estratégia para cada tipo de pessoa e a igreja não é o que aparente ser).
Depois eu fiquei comovido com a forma que fui tratado, as pessoas vinham falar comigo, me tratavam muito bem, eram acolhedores. Se interessavam pelos meus assuntos e sempre comparavam a renascer as outras igrejas "ultrapassadas" que proibiam rock, diversão e etc. Pausa. (A renascer tem um gravadora própria e ela só permite músicas como o rock porque a igreja lucra com isso através da gravadora. Na renascer só é permitido ouvir e cantar músicas das bandas e grupos da Renascer. Todos os cultos são preenchidos exclusivamente com o Grupo Renascer Praise da Bispa Sônia. Quando acaba o culto, você pode comprar os CDs dentro da própria igreja que os vendem no "point gospel". Lá eles não cantam hinos de outras igrejas, mas isso eu só fui descobrir mais tarde.)
Bom, não foi difícil ser atraído pra lá e depois de algumas semanas já havia me filiado à Renascer e agora eu era um "oficial" da Igreja Renascer, este é o primeiro cargo de uma pessoa na Igreja Renascer. É o mais baixo. Quando entrei pra Renascer, levei comigo mais 10 pessoas e estas 10 pessoas levaram também mais gente. É assim que funciona os cultos evangelísticos, quando você converte ou trás um membro de outra igreja, você na realidade não está trazendo só uma pessoa, porque com ela vem os amigos e parentes que por sua vez trarão seus amigos e parentes. É por isso que a Renascer é uma igreja que cresce tanto. Lá eles tem o culto da família que é só pra te incentivar a trazer a sua família pra igreja.
Bom, durante algum tempo eles mantêm a ilusão de que a igreja não te proíbe de nada, você pode continuar fumando, bebendo, fazendo o que você quiser sem ouvir críticas. É o tempo necessário para te fazer uma lavagem cerebral. Deste modo eles conseguem te convencer de parar de fazer estas coisas sem que você perceba e fique impactado. Quando sua mente estiver no ponto você será um verdadeiro alienado e eles acabam te convencendo de que estão fazendo com que você seja mais livre. Eu não faço psicologia, mas eles utilizam algo como psicologia reversa.
Como oficial da igreja você recebe algumas tarefas. Eu por exemplo tinha que ir fazer pedágio, que é nada menos que vender balinhas no sinal de trânsito para arrecadar dinheiro para um suposto centro de recuperação de drogados. Em geral arrecadávamos de R$ 100 a R$ 200 por dia e fazíamos isto de 2 vezes por semana, quando tinha algum desafio pra cumprir chegávamos a fazer 5 vezes. Só com isto a igreja lucrava de R$ 800 a R$ 4.000 por mês. As pregações na renascer são sempre em dois períodos, a primeira pregação é só sobre oferta e a segunda é sobre temas diversos. Ambas são produzidas pelo Apóstolo e vem direto de SP para todo o Brasil. A renascer também tem um culto só para empresários (AREPE), nestes cultos rolam cházinhos e comes e bebes e todo mundo usa roupa chic.
Bom, mas voltando ao assunto da lavagem cerebral, a igreja começa a te encolver em tarefas e em cargos para que você fique mais ligado a ela. O primeiro passo da lavagem cerebral é te isolar das "más" influências, por isso você acaba aprendendo que as pessoas que não estão na igreja estão perdidas, são ímpios e precisam que você os converta.Aos poucos eu fui ficando tão atarefado na igreja que deixei de jogar futebol para ir ao culto do PA (Projeto Amar) as 15 horas e só saía da igreja as 22 horas. A igreja passou a ser a minha casa. O pastor me dizia, cuida das coisas de Deus que ele vai cuidar das tuas coisas. Então eu dava o meu sangue pela igreja. A Renascer tem nada menos que 12 cultos por semana e eu ia em 10. Só no domingo ela tem 5 cultos. Entre outras coisas eu era na Renascer : Levita (musico), líder do grupo de dança, recepcionista, integrante do P.A, integrante da escola de profetas, integrante do R12, líder de uma banda gospel, integrante do teatro e etc... Cada setor da renascer recolhe um tipo de oferta e também tem os desafios : Desafio da TV, desafio da rádio, gideão e etc... Junta-se a isso o dízimo e as ofertas diárias e doações, também acrescenta -se a venda de CDs, livros e outros...A RENASCER É UMA MÁQUINA DE DINHEIRO.
O segundo passo da lavagem cerebral é te ensinar que se você fizer as coisas como eles pedem você será recompensado, caso contrário irá sofrer. Eles criaram algo chamado "habilitação espiritual" que consiste basicamente nisto. Para você alcançar certas bênçãos você precisa de habilitação espiritual. Por exemplo : Se você dá o dízimo e é um gideão da conquista, você tem habilitação espiritual para conquistar bens financeiros.
O terceiro passo é a submissão. Eles te ensinam que você deve ser submisso aos líderes. Se você não for submisso você está "fora da visão"
é um rebelde. Eles tem reuniões só pra te ensinar a ser submisso. E em contra partida você pode escolher 12 pessoas para serem submissos a você, é o R12. Funciona assim, eu era um discípulo do R12 do pastor e eu também escolhi 12 e por sua vez cada um escolhia mais 12 e etc... Assim você aprendia a ser submisso e como era bom ter pessoas submissas a você. Na Renascer além do pastor temos os bispos, os bispos primazes, a bispa Sônia e o Apostolo..na ordem crescente. Cada palavra de um líder deve ser encarada como uma ordem. Desta forma você passa a ser um soldadinho. Outro detalhe é que de pastor pra cima você recebe salários e também uma porcentagem do que arrecada no mês se você cumprir a meta de dinheiro estabelecida.
As táticas de arrecadação
Na igreja Renascer, tudo é feito com doações, eles não gastam o dinheiro do dízimo com nada.
PA Gospel Café - Funciona como uma lanchonete gospel, você vai a igreja neste dia e ela está toda decorada como se fosse uma casa noturna, você senta come um salgado, uma pizza , bebe um refri e assiste a um show gospel, que pode ser uma banda de rock-gospel, teatro ou grupo de dança.
Eu trabalhei muito neste evento com a minha banda, como garçom , correndo atrás de doações e etc. Você pode imaginar como eles lucram ??
Você pega um brioche doado e vende por R$1,50, você lucra 100%.
Culto do PA. É parecido com o PA Gospel Café, mas neste caso é apenas um culto gerenciado por jovens, acontece as 15 horas de domingo. Lá os jovens tem oportunidade de fazer pregações e etc.. Como sempre o apelo por ofertas é alto.
Free Gospel - Neste dia a igreja vira uma boate, com dance music, hip-hop, funk..tudo gospel ! No meio da noite eles param pra fazer pregações e pedir ofertas.
Pregação da Oferta - Antes da pregação comum eles fazem a pregação da oferta, que consiste em ficar 30 minutos pelo menos falando de como é bom ofertar. Os pastores pegam pesado nestas pregações, fazem o possível pra te convencer a ofertar o máximo. Você tem que ofertar alguma coisa, nem que seja um brinco que depois será vendido no bazar. Nestas pregações eles citam versículos bíblicos como por exemplo o que fala que Abraão deu seu único filho e que então você também tem que dar o seu melhor (ou seja a nota mais alta que você tiver na carteira), falam de que você tem que ofertar em gratidão a tudo que Deus lhe deu e etc...
Apelam para o emocional...fazem de tudo.
Bazar - Eles pedem muitas doações na igreja. Mas você pensa que eles dão as roupas para os pobres ?? Não ! Eles vendem ! Tudo vira dinheiro na Renascer, se você doar um relógio de R$100,00 eles vendem por R$50. Tudo vira dinheiro !
Carnê de Gideão - É um carnê que você paga todo mês. Uma mensalidade. Lá na Renascer não é só o dízimo que comanda. Eles tem um culto só pra quem é "gideão da conquista" lá eles falam como a vida deles melhorou quando passaram de simples dizimistas pra gideões da conquista.
Ofertas - Assim que você chega e vai se sentar tem uns 3 envelopes de oferta. Oferta, oferta de milagres e oferta especial. Depois do louvor vem a pregação de oferta e depois você oferta. aí no final do culto eles dizem coisas tipo : Se você recebeu uma benção de uma oferta de milagres, se você tem uma causa especial dê uma oferta especial.
Semeadura- Apesar de receberem salário da igreja os pastores e líderes tem a cara de pau de te pedir uma oferta exclusiva pro bolso deles.
Rifa- Meu colega deu uma bicicleta pra igreja e eles rifaram ela. É comum o uso de rifa na igreja, tudo vira dinheiro. Também é comum os próprios líderes ganharem, ainda mais quando alguém doa um automóvel ! O pior que tem gente acha legal... - viu como eles são abençoados ?
Aleluia !
Pedágio - Funciona assim, eles mandam os adolescentes e jovens mendigar no sinal de trânsito. Compram um saco de balas vagabundas e vendem 5 por
1 real (o triplo do preço) no sinal de trânsito. Meu colega era líder do pedágio e apesar de ficar com a gente mendigando no sinal o dia todo, a igreja não nos dava nem um lanche. Por isso já teve vezes dele não entregar o dinheiro todo e comprar um rango pra gente !
Revistas, CDs e Vídeos - Eles te empurram todo tipo de coisa, não só isso, mas tb adesivos, fitas, camisas..tudo da renascer. A renascer é uma loja !
Acampamentos - Custam o olho da cara e quando você chega lá se decepciona. Eu fui em um que nem chuveiro quente tinha, tive q tomar banho de cachoeira e levar barraca pra poder dormir ! E tome culto e pedido de ofertas. Novamente toda a comida do acampamento é feita através de doações das próprias pessoas que compram os convites. Se você não tem dinheiro pra ir, você não vai ! A menos que vá pro sinal vender balas ou revistas, aí eles te dão uma parte do dinheiro pra pagar sua estadia !
Ceia de oficiais - É onde a grana rola forte. Uma vez em Botafogo eu vi arrecadarem R$ 30 mil só em uma levada...não sei qual foi o valor no final o culto, mas foi alto. Estas ceias arrecadam muito porque são feitas exclusivamente pra oficiais (membros) da igreja, aí eles podem pedir muito porque os oficiais tem a mente dominada. Lembro-me de que quando fui a uma ceia em SP a Bispa pediu para darmos cheques pre-datados e depois ela teve a cara-de-pau de desmentir isso na televisão (Gugu) aquilo me deixou muito puto. Também vi o apostolo pedir dinheiro como num leilão decrescente, primeiro pediu dez mil reais, depois R$5 mil e foi caindo até chegar a R$ 1 mil. O pior é que teve muita gente que deu ! Só quando ele pediu R$10 mil levantaram 4 pessoas.
Isso e muito mais você vê quando vai a igreja ! Ainda tem o que eles pedem pela Rádio, TV e Publicações ! É MUITA GRANA !
Dantas (ex- Renascer)
13 março 2007
Se todo mundo erra eu também posso?
É incrível a palavra do pastor em dizer que todas as igrejas estão erradas e com isso não está sozinho no erro. Bonito, seu pastor, você se baseia no erro dos outros e não na bíblia. Daqui a pouco podemos matar e roubar a mulher dos outros e dizer que Davi fez o mesmo. Podemos trair e dizer que Judas também traiu. Podemos negar e dizer que não estamos sozinhos porque Pedro negou. Podemos até mentir e dizer que Abraão mentiu porque nós não mentiremos.
Nosso ideal é Jesus, que ninguém o convenceu de pecado e que Nele pecado algum foi achado e o diabo não encontrou Nele nenhum apoio.
Lamento que para se pregar o evangelho e edificar a igreja alguns tenha que errar como os outros. A igreja Batista Gera Vida deveria fazer jus ao nome porque do jeito que fez deveria se chamar Gera Sacanagem.
Clique no título e veja a entrevista!
Nosso ideal é Jesus, que ninguém o convenceu de pecado e que Nele pecado algum foi achado e o diabo não encontrou Nele nenhum apoio.
Lamento que para se pregar o evangelho e edificar a igreja alguns tenha que errar como os outros. A igreja Batista Gera Vida deveria fazer jus ao nome porque do jeito que fez deveria se chamar Gera Sacanagem.
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24 fevereiro 2007
95 Teses para a Igreja de hoje!
No dia 31 de Outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero afixou, na Abadia de Wittemberg, 95 teses em que desafiava a Igreja Católica a debater sobre a venda de indulgências. O fato desencadeou o que mais tarde seria conhecido como a Reforma Protestante, movimento que marcou a história da humanidade. 488 anos depois, ao vermos a igreja “protestante” navegar por mares incertos e perigosos, decidimos lançar em comemoração a esta data tão importante em nossa história, um manifesto pela volta à simplicidade do Evangelho, segundo as Escrituras. O lema Eclesia reformata, semper reformanda, deve estar sempre ecoando em nossos ouvidos, chamando-nos à responsabilidade de sempre caminharmos segundo a Palavra, sem nos deixarmos levar por ventos de doutrinas e movimentos que tentam transformar a Igreja de Cristo, num circo eclesiástico, nas mãos de líderes inescrupulosos, que manipulam o povo ao seu bel prazer, tudo isso em nome de Deus! Fica lançado aqui o nosso desafio. Não temos a pretensão de iniciarmos uma “nova reforma”, mas simplesmente levar o povo de Deus a uma reflexão sincera e bíblica daquilo que temos vivido como Igreja de Cristo em nosso tempo. O texto abaixo surge muito mais como desabafo e lamento do que como proposta de revolução. “Non nobis Domine, sed nomini Tuo da gloriam” (Salmo 115.1)
1 – Reafirmamos a supremacia das Escrituras Sagradas sobre quaisquer visões, sonhos ou novas revelações que possam aparecer. (Mc 13.31)
2 – Entendemos que todas as doutrinas, idéias, projetos ou ministérios devem passar pelo crivo da Palavra de Deus, levando-se em conta sua total revelação em Cristo e no Novo Testamento do Seu sangue. (Hb 1.1-2)
3 – Repudiamos toda e qualquer tentativa de utilização do texto sagrado visando a manipulação e domínio do povo que, sinceramente, deseja seguir a Deus. (2 Pe 1.20)
4 – Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus e que contém TODA a revelação que Deus julgou necessária para todos os povos, em todos os tempos, não necessitando de revelações posteriores, sejam essas revelações trazidas por anjos, profetas ou quaisquer outras pessoas. (2 Tm 3.16)
5 – Que o ensino coerente das Escrituras volte a ocupar lugar de honra em nossas igrejas. Que haja integridade e fidelidade no conhecimento da Palavra tanto por parte daqueles que a estudam como, principalmente, por parte daqueles que a ensinam. (Rm 12.7; 2 Tm 2.15)
6 – Que princípios relevantes da Palavra de Deus sejam reafirmados sempre: a soberania de Deus, a suficiência da graça, o sacrifício perfeito de Cristo e Sua divindade, o fim do peso da lei, a revelação plena das Escrituras na pessoa de Cristo, etc. (At 2.42)
7 – Cremos que o mundo jaz no maligno, conforme nos garantem as Escrituras, não significando, porém, que Satanás domine este mundo, pois “do Senhor é a Terra e sua Plenitude, o mundo e os que nele habitam”. (1 Jo 5.19; Sl 24.1)
8 – Cremos que a vitória de Jesus sobre Satanás foi efetivada na cruz, onde Cristo “expôs publicamente os principados e potestades à vergonha, triunfando sobre eles” e que essa vitória teve como golpe final a ressurreição, onde o último trunfo do diabo, a saber, a morte, também foi vencido. (Cl 2.15; 1 Co 15.20-26)
9 – Acreditamos que o cristão verdadeiro, uma vez liberto do império das trevas e trazido para o Reino do Filho do amor de Deus, conhecendo a verdade e liberto por ela, não necessita de sessões contínuas de libertação, pois isso seria uma afronta à Cruz de Cristo. (Cl 1.13; Jo 8.32,36) 10 – Cremos que o diabo existe, como ser espiritual, mas que está subjugado pelo poder da cruz de Cristo, onde ele, o diabo, foi vencido. Portanto, não há a necessidade de se “amarrar” todo o mal antes dos cultos, até porque o grande Vencedor se faz presente. (1 Co 15.57; Mt 18.20)
11 – Declaramos que nós, cristãos, estamos sujeitos à doenças, males físicos, problemas relativos à saúde, e que não há nenhuma obrigação da parte de Deus em curar-nos, e que isso de forma alguma altera o seu caráter de Pai amoroso e Deus fiel. (Jo 16.33; 1 Tm 5.23)
12 – Entendemos que a prosperidade financeira pode ser uma benção na vida de um cristão, mas que isso não é uma regra. Deus não tem nenhum compromisso de enriquecer e fazer prosperar um cristão. (Fp 4.10-12)
13 – Reconhecemos que somos peregrinos nesta terra. Não temos, portanto, ambições materiais de conquistar esta terra, pois “nossa pátria está nos céus, de onde aguardamos a vinda do nosso salvador, Jesus Cristo”. (1 Pe 2.11)
14 – Nossas petições devem sempre sujeitar-se à vontade de Deus. “Determinar”, “reivindicar”, “ordenar” e outros verbos autoritários não encontram eco nas Escrituras Sagradas. (Lc 22.42) 15 – Afirmamos que a frase “Pare de sofrer”, exposta em muitas igrejas, não reflete a verdade bíblica. Em toda a Palavra de Deus fica clara a idéia de que o cristão passa por sofrimentos, às vezes cruéis, mas ele nunca está sozinho em seu sofrer. (Rm 8.35-37)
16 – Reafirmamos que, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, sendo os mesmos livres de quaisquer maldições passadas, conhecidas ou não, pelo poder da cruz e do sangue de Cristo, que nos livra de todo o pecado e encerra em si mesmo toda a maldição que antes estava sobre nós. (Rm 8.1)
17 – Entendemos que a natureza criada participa das dores, angústias e conseqüências da queda do homem, e que aguarda com ardente expectativa a manifestação dos filhos de Deus. (Rm 8.19-23)
18 – Reconhecemos a suficiência e plenitude da graça de Cristo, não necessitando assim, de quaisquer sacrifícios ou barganhas para se alcançar a salvação e favores de Deus. (Ef 2.8-9)
19 – Reconhecemos também a suficiência da graça em TODOS os aspectos da vida cristã, dizendo com isso que não há nada que possamos fazer para “merecermos” a atenção de Deus. (Rm 3.23; 2 Co 12.9)
20 – Que nossos cultos sejam mais revestidos de elementos de nossa cultura. Que a brasilidade latente em nossas veias também sirva como elemento de adoração e liturgia ao nosso Deus. (1 Co 7.20)
21 – Que entendamos que vivemos num “país tropical, abençoado por Deus, e bonito por natureza”. Portanto, que não seja mais “obrigatório” aos pastores e líderes o uso de trajes mais adequados ao clima frio ou extremamente formais. Que celebremos nossa tropicalidade com graça e alegria diante de Deus e dos homens. (1 Co 9.19-23)
22 – Que nossa liturgia seja leve, alegre, espontânea, vibrante, como é o povo brasileiro. Que haja brilho nos olhos daqueles que se reúnem para adorar e ouvir da Palavra e que Deus se alegre de nosso modo brasileiro de cultuá-LO. (Salmo 100)
23 – Que as igrejas entendam que Deus pode ser adorado em qualquer ritmo, e que a igreja brasileira seja despertada para a riqueza dos vários sons e ritmos brasileiros e entenda que Deus pode ser louvado através de um baião, xote, milonga, frevo, samba, etc... (Sl 150)
24 – Que retornemos ao princípio bíblico, vivido pela igreja chamada primitiva, de que “ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum.” (At 4.32)
25 – Que não condenemos nenhum irmão por ter caído em pecado, ou por seu passado. Antes, seguindo a Palavra, corrijamos a ovelha ferida com espírito de brandura, guardando-nos para que não sejamos também tentados. (Gl 6.1)
26 – Que ninguém seja culpado por duvidar de algo. Que haja espaço em nosso meio para dúvidas e questionamentos. Que ninguém seja recriminado por “falta de fé”. Que haja maturidade para acolher o fraco e sabedoria para ensiná-lo na Palavra. A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus. (Rm 14.1; Rm 10.17)
27 – Que a igreja reconheça que são as portas do inferno que não prevalecerão contra ela e não a igreja que tem que se defender do “exército inimigo”. Que essa consciência nos leve à prática da fé e do amor, e que isso carregue consigo o avançar do Reino de Deus sobre a terra. (Mt 16.18) 28 – Cremos na plena ação do Espírito Santo, mas reconhecemos que em muitas situações e igrejas, há enganos em torno do ensino sobre dons e abusos em suas manifestações. (Hb 13.8; 1 Co 12.1)
29 – Que nossas estatísticas sejam mais realistas e não utilizadas para, mentindo, “disputarmos” quais são as maiores igrejas; o Reino é bem maior que essas futilidades. (Lc 22.24-26)
30 – Que os neófitos sejam tratados com carinho, ensinados no caminho, e não expostos aos púlpitos e à “fama” antes de estarem amadurecidos na fé, para que não se ensoberbeçam e caiam nas ciladas do diabo. (1 Tm 3.6)
31 – Que saibamos valorizar a nossa história, certos de que homens e mulheres deram suas vidas para que o Evangelho chegasse até nós. (Hb 12.1-2)
32 – Que sejamos conhecidos não por nossas roupas ou por nossos jargões lingüísticos, mas por nossa ética e amor para com todos os homens, refletindo assim, a luz de Cristo para todos os povos. (Mt 5.16)
33 – Que arda sempre em nosso peito o desejo de ver Cristo conhecido em todas as culturas, raças, tribos, línguas e nações. Que missões seja algo sempre inerente ao próprio ser do cristão, obedecendo assim à grande comissão que Jesus nos outorgou. (Mt 28.18-20)
34 – Reconhecemos que muitas igrejas chamam de pecado aquilo que a Bíblia nunca chamou de pecado. (Lc 11.46)
35 – A participação de cristãos e pastores em entidades e sociedades secretas é perniciosa e degradante para a simplicidade e pureza do evangelho. Não entendemos como líderes que dizem servir ao Deus vivo sujeitam-se à juramentos que vão de encontro à Palavra de Deus, colocando-se em comunhão espiritual com não cristãos declarando-se irmãos, aceitando outros deuses como verdadeiros. (Lv 5.4-6,10; Ef 5.11-12; 2 Co 6.14)
36 – Rejeitamos a idéia do messianismo político, que afirma que o Brasil só será transformado quando um “justo” (que na linguagem das igrejas significa um membro de igreja evangélica) dominar sobre esta terra. O papel de transformação da sociedade, pelos princípios cristãos, cabe à Igreja e não ao Estado. O Reino de Deus não é deste mundo, e lamentamos a manipulação e ambição de alguns líderes evangélicos pelo poder terreal. (Jo 18.36)
37 – Que os púlpitos não sejam transformados em palanques eleitorais em épocas de eleição. Que nenhum pastor induza o seu rebanho a votar neste ou naquele candidato por ser de sua preferência ou interesse pessoal. Que haja liberdade de pensamento e ideologia política entre o rebanho. (Gl 1.10)
38 – Que as igrejas recusem ajuda financeira ou estrutural de políticos em épocas de campanha política a fim de zelarem pela coerência e liberdade do Evangelho. (Ez 13.19)
39 – Que os membros das igrejas cobrem esta atitude honrada de seus líderes. Caso contrário, rejeitem a recomendação perniciosa de sua liderança. (Gl 2.11)
40 – Negamos, veementemente, no âmbito político, qualquer entidade que se diga porta-voz dos evangélicos. Nós, cristãos evangélicos, somos livres em nossas ideologias políticas, não tendo nenhuma obrigação com qualquer partido político ou organização que se passe por nossos representantes. (Mt 22.21)
41 – O versículo bíblico “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor” não deve ser interpretado sob olhares políticos como “Feliz a nação cujo presidente é evangélico” e nem utilizado para favorecer candidatos que se arroguem como cristãos. (Sl 144.15)
42 – Repugnamos veementemente os chamados “showmícios” com artistas evangélicos. Entendemos ser uma afronta ao verdadeiro sentido do louvor a participação desses músicos entoando hinos de “louvor a Deus” para angariarem votos para seus candidatos. (Ex 20.7)
43 – Cremos que o Reino também se manifesta na Igreja, mas é maior que ela. Deus não está preso às paredes de uma religião. O Espírito de Deus tem total liberdade para se manifestar onde quiser, independente de nossas vontades. (At 7.48-49)
44 – Nenhum pastor, bispo ou apóstolo (ou qualquer denominação que se dê ao líder da igreja local) é inquestionável. Tudo deve ser conferido conforme as Escrituras. Nenhum homem possui a “patente” de Deus para as suas próprias palavras. Portanto, estamos livres para, com base nas Escrituras, questionarmos qualquer palavra que não esteja de acordo com as mesmas. (At 17.11) 45 – Ninguém deve ser julgado por sua roupa, maquiagem ou estilo. As opiniões pessoais de pastores e líderes quanto ao vestuário e estilo pessoal não devem ser tomadas como Palavras de Deus e são passíveis de questionamentos. Mas que essa liberdade pessoal seja exercida como servos de Cristo, com sabedoria e equilíbrio. (Rm 14.22)
46 – Que nenhum pastor, bispo ou apóstolo se utilize do versículo bíblico “não toqueis no meu ungido” para tornarem-se inquestionáveis e isentos de responsabilidade por aquilo que falam e fazem no comando de suas igrejas. (Ez 34.2; 1 Cr 16.22)
47 – Que ninguém seja ameaçado por seus líderes de “perder a salvação” por questionarem seus métodos, palavras e interpretações. Que essas pessoas descansem na graça de Deus, cientes de que, uma vez salvas pela graça estão guardadas sob a égide do sangue do cordeiro, de cujas mãos, conforme Ele mesmo nos afirma, nenhuma ovelha escapará. (Jo 10.28-29)
48 – Que estejamos cada vez mais certos de que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. Que a febre de erguermos “palácios” para Deus dê lugar à simplicidade e humildade do bebê que nasce na manjedoura, e nem por isso, deixa de ser Rei do Universo. (At 7.48-50)
49 – Que nenhum movimento, modelo, ou “pacote” eclesiástico seja aceito como o ÚNICO vindo de Deus, e nem recebido com a “solução” para o crescimento da igreja. Cremos que é Deus quem dá o crescimento natural a uma igreja que se coloca sob Sua Palavra e autoridade. (At 2.47; 1 Co 3.6)
50 – Que nenhum grupo religioso julgue-se superior a outro pelo NÚMERO de pessoas que aderem ao seu “mover”. Nem sempre crescimento numérico representa crescimento sadio. (Gl 6.3)
51 – Que a idolatria evangélica para com pastores, apóstolos, bispos, cantores, seja banida de nosso meio como um câncer é extirpado para haver cura do corpo. Que a existência de fã-clubes e a “tietagem” evangélica sejam vistos como uma afronta e como tentativa de se dividir a glória de Deus com outras pessoas. (Is 42.8; At 10.25-26)
52 – Reafirmamos que o véu que fazia separação entre o povo e o lugar santo, foi rasgado de alto a baixo quando da morte de Cristo. TODO cristão tem livre acesso a Deus pelo sangue de Cristo, não necessitando da mediação de quem quer que seja. (Hb 4.16; 2 Tm 2.15)
53 – Que os pastores, bispos e apóstolos arrependam-se de utilizarem-se de argumentos fúteis para justificarem suas vidas regaladas. Carro importado do ano, casa nova e prosperidade financeira não devem servir de parâmetros para saber se um ministério é ou não abençoado. Que todos nós aprendamos mais da simplicidade de Cristo. (Mt 8.20)
54 – Não reconhecemos a autoridade de bispos, apóstolos e líderes que profetizam a respeito de datas para a volta de Cristo. Ninguém tem autoridade para falar, em nome de Deus, sobre este assunto. (Mc 13.32)
55 – “O profeta que tiver um sonho, conte-o como sonho. Mas aquele a quem for dado a Palavra de Deus, que pregue a Palavra de Deus.” Que sejamos sábios para não misturar as coisas. (Jr 23.28)
56 – Que o ministério pastoral seja reconhecidamente um dom, e não um título a ser perseguido. Que aqueles que exercem o ministério, sejam homens ou mulheres, o exerçam segundo suas forças, com todo o seu coração e entendimento, buscando sempre servir a Deus e aos homens, sendo realmente ministros de Deus. (1 Tm 3.1; Rm 12.7)
57 – Que os cânticos e hinos sejam mais centralizados na pessoa de Deus no que na primeira pessoa do singular (EU). (Jo 3.30)
58 – Que ninguém seja obrigado a levantar as mãos, fechar os olhos, dizer alguma coisa para o irmão do lado, pular, dançar... mas que haja liberdade no louvor tanto para fazer essas coisas como para não fazer. E que ninguém seja julgado por isso. (2 Co 3.17)
59 – Que as nossas crianças vivam como crianças e não sejam obrigadas a se tornarem como nós, adultos, violentando a sua infância e fazendo com que se tornem “estrelas” do evangelho ou mesmo “produtos” a serem utilizados por aduladores e pastores que visam, antes de tudo, lotarem seus templos com “atrações” curiosas, como “a menor pregadora do mundo”, etc... (Lc 18.16; 1 Tm 3.6)
60 – Que as “Marchas para Jesus” sejam realmente para Jesus, e não para promover igrejas que estão sob suspeita e líderes questionáveis. Muito menos para promover políticos e aproveitadores desses mega-eventos evangélicos. (1 Co 10.31)
61 – Nenhuma igreja ou instituição se julgue detentora da salvação. Cristo está acima de toda religião e de toda instituição religiosa. O Espírito é livre e sopra onde quer. Até mesmo fora dos arraiais “cristãos”. (At 4.12; Jo 3.8)
62 – Que as livrarias ditas “cristãs” sejam realmente cristãs e não ajudem a proliferar literaturas que deturpam a palavra de Deus e que valorizam mais a experiência de algumas pessoas do que o verdadeiro ensino da Palavra. (Mq 3.11; Gl 1.8-9)
63 – Cremos que “declarações mágicas” como “O Brasil é do Senhor Jesus” e outras equivalentes não surtem efeito algum nas regiões celestiais e servem como fator alienante e fuga das responsabilidades sociais e evangelísticas realmente eficazes na propagação do Evangelho. (Tg 2.15-16)
64 – Consideramos uma afronta ao Evangelho as novas unções como “unção dos 4 seres viventes”, “unção do riso”, etc... pois além de não possuírem NENHUM respaldo bíblico ainda expõem as pessoas a situações degradantes e constrangedoras. (2 Tm 4.1-4)
65 – Cremos, firmemente, que todo cristão genuíno, nascido de novo, já possui a unção que vem de Deus, não necessitando de “novas unções”. (1 Jo 2.20,27)
66 – Lamentamos a transformação do culto público a Deus em momentos de puro entretenimento “gospel”, com a presença de animadores de auditório e pastores que, vazios da Palavra, enchem o povo de bobagens e frases de efeito que nada tem a ver com a simplicidade e profundidade do Evangelho de Cristo. (Rm 12.1-2)
67 – É necessário uma leitura equilibrada do livro de Cantares de Salomão. A poesia, muitas vezes erótica e sensual do livro tem sido de forma abusiva e descontextualizada atribuída a Cristo e à igreja. (Ct 1.1)
68 – Não consideramos qualquer instrumento, seja de que origem for, mais santo que outros. Instrumentos judaicos, como o shophar, não têm poderes sobrenaturais e nem são os instrumentos “preferidos” de Deus. Muitas igrejas têm feito do shophar “O” instrumento, dizendo que é ordem de Deus que se toque o shophar para convocar o povo à guerra. Repugnamos essa idéia e reafirmamos a soberania de Deus sobre todos os instrumentos musicais. (Sl 150)
69 – Rejeitamos a idéia de que Deus tem levantado o Brasil como o novo “Israel” para abençoar todos os povos. Essa idéia surge de mentes centralizadoras e corações desejosos de serem o centro da voz de Deus na Terra. O SENHOR reina sobre toda a Terra e ama a todos os povos com Seu grande amor incondicional. (Jo 3.16)
70 – Lamentamos o estímulo e o uso de “amuletos” cristãos como “água do rio Jordão”, “areia de Israel” e outros que transformam a fé cristã numa fé animista e necessitada de “catalisadores” do poder de Deus. (Hb 11.1)
71 – Que o profeta que “profetizar” algo e isso não se cumprir, seja reconhecido como falso profeta, segundo as Escrituras. (Ez 13.9; Dt 18.22)
72 – Rejeitamos as músicas que consistem de repetições infindáveis, a fim de levar o povo ao êxtase induzido, fragilizando a mente de receber a Palavra e prestar a Deus culto racional, conforme as Escrituras. (Rm 12.1-2; 1 Co 14.15)
73 – Deixemos de lado a busca desenfreada de títulos e funções do Antigo Testamento, como levitas, gaditas, etc... Tudo se fez novo em Cristo Jesus, onde TODOS nós fomos feitos geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo adquirido. (1 Pe 2.9)
74 – Que então os ministros e dirigentes de música sejam simplesmente ministros e dirigentes de música, exercendo talentos e dons que Deus livremente distribuiu em Sua igreja, não criando uma “classe superior” de “levitas”, até porque os mesmos já não existem entre nós. (Rm 12.3-5) 75 – Que haja consciência sobre aquilo que se canta. Que sejamos fiéis à Palavra quando diz “cantarei com o meu espírito, mas também cantarei com meu entendimento”. (1 Co 14.15)
76 – Não consideramos que “há poder em nossas palavras” como querem os adeptos dessa teologia da “confissão positiva”. Deus não está sujeito ao que falamos e não serão nossas palavras capazes de trazer maldição ou benção sobre quem quer que seja, se essa não for, antes de tudo, a vontade expressa de Deus através de nossas bocas. (Gl 1.6-7)
77 – Rejeitamos a onda de “atos proféticos” que, sem base e autoridade nas Escrituras, confundem e desvirtuam o sentido da Palavra, ainda comprometendo seriamente a sanidade e a coerência das pessoas envolvidas. (Mt 7.22-23)
78 - Apresentar uma noiva pura e gloriosa, adequadamente vestida para o seu noivo, não consiste em “restaurar a adoração” ou apresentar a Deus uma falsa santidade, mas em fazer as obras que Jesus fez — cuidar dos enfermos e quebrantados de coração, pregar o evangelho aos humildes, e viver a cada respirar a vontade de Deus revelada na Sua palavra — deixando para trás o pecado, deixando para trás o velho homem, e nos revestindo no novo (Tg 1.27)
79 – Discordamos dos “restauradores das coisas perdidas” por não perceberem a mão de Deus na história, sempre mantendo um remanescente fiel à Palavra e ao Testemunho. Dizer que Deus está “restaurando a adoração”, “restaurando o ministério profético”, etc... é desprezar o sangue dos mártires, o testemunho dos fiéis e a adoração prestada a Deus durante todos esses séculos. (Hb 12.1-2)
80 – Lamentamos a transformação da fé cristã em shows e mega-eventos que somos obrigados a assistir nas TVs, onde a figura humana e as ênfases nos “milagres” e produtos da fé sobrepujam as Escrituras e a pregação sadia da Palavra de Deus. (Jo 3.30)
81 – Deus não nos chamou para sermos “leões que rugem”, mas fomos considerados como ovelhas levadas ao matadouro, por amor a Deus. Mas ainda assim, somos mais que vencedores por Aquele que nos amou. (Lc 10.3; Rm 8.36)
82 – Entendemos como abusivas as cobranças de “cachês” para “testemunhos”. Que fique bem claro que aquilo que é recebido de graça, deve ser dado de graça, pois nos cabe a obrigação de pregar o evangelho. (Mt 10.8)
83 – Que movimentos como “dança profética”, “louvor profético” e outros “moveres proféticos” sejam analisados sinceramente segundo as Escrituras e, por conseqüência, deixados de lado pelo povo que se chama pelo nome do Senhor. (2 Tm 4.3-4)
84 – Que a cruz de Cristo, e não o seu trono, sejam o centro de nossa pregação! (1 Co 2.2)
85 – Reafirmamos que, quaisquer que sejam as ofertas e dízimos, que sejam entregues por pura gratidão, e com alegria. Que nunca sejam dados por obrigação e nem entregues como troca de bênçãos para com Deus. Muito menos sejam dados como fruto do medo do castigo de Deus ou de seus líderes. Deus ama ao que dá com alegria! (2 Co 9.7)
86 – Que a igreja volte-se para os problemas sociais à sua volta, reconheça sua passividade e volte à prática das boas obras, não como fator para a salvação, mas como reflexo da graça que se manifesta de forma visível e encarnada. “Pois tive fome... e me destes de comer...” (Mt 25.31-46; Tg 2.14-18)
87 – Cremos, conforme a Palavra que há UM SÓ MEDIADOR entre Deus e os homens – Jesus Cristo. Nenhuma igreja local, ou seu líder, podem arrogar para si o direito de mediar a comunhão dos homens e Deus. (1 Tm 2.5)
88 – Lamentamos o comércio que em que se transformou a música evangélica brasileira. Infelizmente impera, por exemplo, a “máfia” das rádios evangélicas, que só tocam os artistas de suas respectivas gravadoras, alienam o nosso povo através da massificação dos “louvores” comerciais, e não dão espaço para tanta gente boa que há em nosso meio, com compromisso de qualidade musical e conteúdo poético, lingüístico e, principalmente, bíblico. (Mc 11.15-17)
89 – Que os pastores ajudem a diminuir a indústria de testemunhos e a “máfia” das gravadoras evangélicas. Que valorizem a simples pregação da Palavra ao invés do espetáculo “gospel” a fim de terem igrejas “lotadas” para ouvirem as “atrações” da fé. (1 Pe 5.2)
90 – Que sejamos livres para “examinarmos tudo e retermos o que é bom”. (1 Ts 5.21)
91 – Somente as Escrituras. (Jo 14.21;17.17)
92 – Somente a Graça. (Ef 2.8-9)
93 – Somente a Fé. (Rm 1.17)
94 – Somente Cristo. (At 17.28)
95 – Glória somente a Deus (Jd 24-25)
José Barbosa Junior (organizador)
1 – Reafirmamos a supremacia das Escrituras Sagradas sobre quaisquer visões, sonhos ou novas revelações que possam aparecer. (Mc 13.31)
2 – Entendemos que todas as doutrinas, idéias, projetos ou ministérios devem passar pelo crivo da Palavra de Deus, levando-se em conta sua total revelação em Cristo e no Novo Testamento do Seu sangue. (Hb 1.1-2)
3 – Repudiamos toda e qualquer tentativa de utilização do texto sagrado visando a manipulação e domínio do povo que, sinceramente, deseja seguir a Deus. (2 Pe 1.20)
4 – Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus e que contém TODA a revelação que Deus julgou necessária para todos os povos, em todos os tempos, não necessitando de revelações posteriores, sejam essas revelações trazidas por anjos, profetas ou quaisquer outras pessoas. (2 Tm 3.16)
5 – Que o ensino coerente das Escrituras volte a ocupar lugar de honra em nossas igrejas. Que haja integridade e fidelidade no conhecimento da Palavra tanto por parte daqueles que a estudam como, principalmente, por parte daqueles que a ensinam. (Rm 12.7; 2 Tm 2.15)
6 – Que princípios relevantes da Palavra de Deus sejam reafirmados sempre: a soberania de Deus, a suficiência da graça, o sacrifício perfeito de Cristo e Sua divindade, o fim do peso da lei, a revelação plena das Escrituras na pessoa de Cristo, etc. (At 2.42)
7 – Cremos que o mundo jaz no maligno, conforme nos garantem as Escrituras, não significando, porém, que Satanás domine este mundo, pois “do Senhor é a Terra e sua Plenitude, o mundo e os que nele habitam”. (1 Jo 5.19; Sl 24.1)
8 – Cremos que a vitória de Jesus sobre Satanás foi efetivada na cruz, onde Cristo “expôs publicamente os principados e potestades à vergonha, triunfando sobre eles” e que essa vitória teve como golpe final a ressurreição, onde o último trunfo do diabo, a saber, a morte, também foi vencido. (Cl 2.15; 1 Co 15.20-26)
9 – Acreditamos que o cristão verdadeiro, uma vez liberto do império das trevas e trazido para o Reino do Filho do amor de Deus, conhecendo a verdade e liberto por ela, não necessita de sessões contínuas de libertação, pois isso seria uma afronta à Cruz de Cristo. (Cl 1.13; Jo 8.32,36) 10 – Cremos que o diabo existe, como ser espiritual, mas que está subjugado pelo poder da cruz de Cristo, onde ele, o diabo, foi vencido. Portanto, não há a necessidade de se “amarrar” todo o mal antes dos cultos, até porque o grande Vencedor se faz presente. (1 Co 15.57; Mt 18.20)
11 – Declaramos que nós, cristãos, estamos sujeitos à doenças, males físicos, problemas relativos à saúde, e que não há nenhuma obrigação da parte de Deus em curar-nos, e que isso de forma alguma altera o seu caráter de Pai amoroso e Deus fiel. (Jo 16.33; 1 Tm 5.23)
12 – Entendemos que a prosperidade financeira pode ser uma benção na vida de um cristão, mas que isso não é uma regra. Deus não tem nenhum compromisso de enriquecer e fazer prosperar um cristão. (Fp 4.10-12)
13 – Reconhecemos que somos peregrinos nesta terra. Não temos, portanto, ambições materiais de conquistar esta terra, pois “nossa pátria está nos céus, de onde aguardamos a vinda do nosso salvador, Jesus Cristo”. (1 Pe 2.11)
14 – Nossas petições devem sempre sujeitar-se à vontade de Deus. “Determinar”, “reivindicar”, “ordenar” e outros verbos autoritários não encontram eco nas Escrituras Sagradas. (Lc 22.42) 15 – Afirmamos que a frase “Pare de sofrer”, exposta em muitas igrejas, não reflete a verdade bíblica. Em toda a Palavra de Deus fica clara a idéia de que o cristão passa por sofrimentos, às vezes cruéis, mas ele nunca está sozinho em seu sofrer. (Rm 8.35-37)
16 – Reafirmamos que, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, sendo os mesmos livres de quaisquer maldições passadas, conhecidas ou não, pelo poder da cruz e do sangue de Cristo, que nos livra de todo o pecado e encerra em si mesmo toda a maldição que antes estava sobre nós. (Rm 8.1)
17 – Entendemos que a natureza criada participa das dores, angústias e conseqüências da queda do homem, e que aguarda com ardente expectativa a manifestação dos filhos de Deus. (Rm 8.19-23)
18 – Reconhecemos a suficiência e plenitude da graça de Cristo, não necessitando assim, de quaisquer sacrifícios ou barganhas para se alcançar a salvação e favores de Deus. (Ef 2.8-9)
19 – Reconhecemos também a suficiência da graça em TODOS os aspectos da vida cristã, dizendo com isso que não há nada que possamos fazer para “merecermos” a atenção de Deus. (Rm 3.23; 2 Co 12.9)
20 – Que nossos cultos sejam mais revestidos de elementos de nossa cultura. Que a brasilidade latente em nossas veias também sirva como elemento de adoração e liturgia ao nosso Deus. (1 Co 7.20)
21 – Que entendamos que vivemos num “país tropical, abençoado por Deus, e bonito por natureza”. Portanto, que não seja mais “obrigatório” aos pastores e líderes o uso de trajes mais adequados ao clima frio ou extremamente formais. Que celebremos nossa tropicalidade com graça e alegria diante de Deus e dos homens. (1 Co 9.19-23)
22 – Que nossa liturgia seja leve, alegre, espontânea, vibrante, como é o povo brasileiro. Que haja brilho nos olhos daqueles que se reúnem para adorar e ouvir da Palavra e que Deus se alegre de nosso modo brasileiro de cultuá-LO. (Salmo 100)
23 – Que as igrejas entendam que Deus pode ser adorado em qualquer ritmo, e que a igreja brasileira seja despertada para a riqueza dos vários sons e ritmos brasileiros e entenda que Deus pode ser louvado através de um baião, xote, milonga, frevo, samba, etc... (Sl 150)
24 – Que retornemos ao princípio bíblico, vivido pela igreja chamada primitiva, de que “ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum.” (At 4.32)
25 – Que não condenemos nenhum irmão por ter caído em pecado, ou por seu passado. Antes, seguindo a Palavra, corrijamos a ovelha ferida com espírito de brandura, guardando-nos para que não sejamos também tentados. (Gl 6.1)
26 – Que ninguém seja culpado por duvidar de algo. Que haja espaço em nosso meio para dúvidas e questionamentos. Que ninguém seja recriminado por “falta de fé”. Que haja maturidade para acolher o fraco e sabedoria para ensiná-lo na Palavra. A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus. (Rm 14.1; Rm 10.17)
27 – Que a igreja reconheça que são as portas do inferno que não prevalecerão contra ela e não a igreja que tem que se defender do “exército inimigo”. Que essa consciência nos leve à prática da fé e do amor, e que isso carregue consigo o avançar do Reino de Deus sobre a terra. (Mt 16.18) 28 – Cremos na plena ação do Espírito Santo, mas reconhecemos que em muitas situações e igrejas, há enganos em torno do ensino sobre dons e abusos em suas manifestações. (Hb 13.8; 1 Co 12.1)
29 – Que nossas estatísticas sejam mais realistas e não utilizadas para, mentindo, “disputarmos” quais são as maiores igrejas; o Reino é bem maior que essas futilidades. (Lc 22.24-26)
30 – Que os neófitos sejam tratados com carinho, ensinados no caminho, e não expostos aos púlpitos e à “fama” antes de estarem amadurecidos na fé, para que não se ensoberbeçam e caiam nas ciladas do diabo. (1 Tm 3.6)
31 – Que saibamos valorizar a nossa história, certos de que homens e mulheres deram suas vidas para que o Evangelho chegasse até nós. (Hb 12.1-2)
32 – Que sejamos conhecidos não por nossas roupas ou por nossos jargões lingüísticos, mas por nossa ética e amor para com todos os homens, refletindo assim, a luz de Cristo para todos os povos. (Mt 5.16)
33 – Que arda sempre em nosso peito o desejo de ver Cristo conhecido em todas as culturas, raças, tribos, línguas e nações. Que missões seja algo sempre inerente ao próprio ser do cristão, obedecendo assim à grande comissão que Jesus nos outorgou. (Mt 28.18-20)
34 – Reconhecemos que muitas igrejas chamam de pecado aquilo que a Bíblia nunca chamou de pecado. (Lc 11.46)
35 – A participação de cristãos e pastores em entidades e sociedades secretas é perniciosa e degradante para a simplicidade e pureza do evangelho. Não entendemos como líderes que dizem servir ao Deus vivo sujeitam-se à juramentos que vão de encontro à Palavra de Deus, colocando-se em comunhão espiritual com não cristãos declarando-se irmãos, aceitando outros deuses como verdadeiros. (Lv 5.4-6,10; Ef 5.11-12; 2 Co 6.14)
36 – Rejeitamos a idéia do messianismo político, que afirma que o Brasil só será transformado quando um “justo” (que na linguagem das igrejas significa um membro de igreja evangélica) dominar sobre esta terra. O papel de transformação da sociedade, pelos princípios cristãos, cabe à Igreja e não ao Estado. O Reino de Deus não é deste mundo, e lamentamos a manipulação e ambição de alguns líderes evangélicos pelo poder terreal. (Jo 18.36)
37 – Que os púlpitos não sejam transformados em palanques eleitorais em épocas de eleição. Que nenhum pastor induza o seu rebanho a votar neste ou naquele candidato por ser de sua preferência ou interesse pessoal. Que haja liberdade de pensamento e ideologia política entre o rebanho. (Gl 1.10)
38 – Que as igrejas recusem ajuda financeira ou estrutural de políticos em épocas de campanha política a fim de zelarem pela coerência e liberdade do Evangelho. (Ez 13.19)
39 – Que os membros das igrejas cobrem esta atitude honrada de seus líderes. Caso contrário, rejeitem a recomendação perniciosa de sua liderança. (Gl 2.11)
40 – Negamos, veementemente, no âmbito político, qualquer entidade que se diga porta-voz dos evangélicos. Nós, cristãos evangélicos, somos livres em nossas ideologias políticas, não tendo nenhuma obrigação com qualquer partido político ou organização que se passe por nossos representantes. (Mt 22.21)
41 – O versículo bíblico “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor” não deve ser interpretado sob olhares políticos como “Feliz a nação cujo presidente é evangélico” e nem utilizado para favorecer candidatos que se arroguem como cristãos. (Sl 144.15)
42 – Repugnamos veementemente os chamados “showmícios” com artistas evangélicos. Entendemos ser uma afronta ao verdadeiro sentido do louvor a participação desses músicos entoando hinos de “louvor a Deus” para angariarem votos para seus candidatos. (Ex 20.7)
43 – Cremos que o Reino também se manifesta na Igreja, mas é maior que ela. Deus não está preso às paredes de uma religião. O Espírito de Deus tem total liberdade para se manifestar onde quiser, independente de nossas vontades. (At 7.48-49)
44 – Nenhum pastor, bispo ou apóstolo (ou qualquer denominação que se dê ao líder da igreja local) é inquestionável. Tudo deve ser conferido conforme as Escrituras. Nenhum homem possui a “patente” de Deus para as suas próprias palavras. Portanto, estamos livres para, com base nas Escrituras, questionarmos qualquer palavra que não esteja de acordo com as mesmas. (At 17.11) 45 – Ninguém deve ser julgado por sua roupa, maquiagem ou estilo. As opiniões pessoais de pastores e líderes quanto ao vestuário e estilo pessoal não devem ser tomadas como Palavras de Deus e são passíveis de questionamentos. Mas que essa liberdade pessoal seja exercida como servos de Cristo, com sabedoria e equilíbrio. (Rm 14.22)
46 – Que nenhum pastor, bispo ou apóstolo se utilize do versículo bíblico “não toqueis no meu ungido” para tornarem-se inquestionáveis e isentos de responsabilidade por aquilo que falam e fazem no comando de suas igrejas. (Ez 34.2; 1 Cr 16.22)
47 – Que ninguém seja ameaçado por seus líderes de “perder a salvação” por questionarem seus métodos, palavras e interpretações. Que essas pessoas descansem na graça de Deus, cientes de que, uma vez salvas pela graça estão guardadas sob a égide do sangue do cordeiro, de cujas mãos, conforme Ele mesmo nos afirma, nenhuma ovelha escapará. (Jo 10.28-29)
48 – Que estejamos cada vez mais certos de que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. Que a febre de erguermos “palácios” para Deus dê lugar à simplicidade e humildade do bebê que nasce na manjedoura, e nem por isso, deixa de ser Rei do Universo. (At 7.48-50)
49 – Que nenhum movimento, modelo, ou “pacote” eclesiástico seja aceito como o ÚNICO vindo de Deus, e nem recebido com a “solução” para o crescimento da igreja. Cremos que é Deus quem dá o crescimento natural a uma igreja que se coloca sob Sua Palavra e autoridade. (At 2.47; 1 Co 3.6)
50 – Que nenhum grupo religioso julgue-se superior a outro pelo NÚMERO de pessoas que aderem ao seu “mover”. Nem sempre crescimento numérico representa crescimento sadio. (Gl 6.3)
51 – Que a idolatria evangélica para com pastores, apóstolos, bispos, cantores, seja banida de nosso meio como um câncer é extirpado para haver cura do corpo. Que a existência de fã-clubes e a “tietagem” evangélica sejam vistos como uma afronta e como tentativa de se dividir a glória de Deus com outras pessoas. (Is 42.8; At 10.25-26)
52 – Reafirmamos que o véu que fazia separação entre o povo e o lugar santo, foi rasgado de alto a baixo quando da morte de Cristo. TODO cristão tem livre acesso a Deus pelo sangue de Cristo, não necessitando da mediação de quem quer que seja. (Hb 4.16; 2 Tm 2.15)
53 – Que os pastores, bispos e apóstolos arrependam-se de utilizarem-se de argumentos fúteis para justificarem suas vidas regaladas. Carro importado do ano, casa nova e prosperidade financeira não devem servir de parâmetros para saber se um ministério é ou não abençoado. Que todos nós aprendamos mais da simplicidade de Cristo. (Mt 8.20)
54 – Não reconhecemos a autoridade de bispos, apóstolos e líderes que profetizam a respeito de datas para a volta de Cristo. Ninguém tem autoridade para falar, em nome de Deus, sobre este assunto. (Mc 13.32)
55 – “O profeta que tiver um sonho, conte-o como sonho. Mas aquele a quem for dado a Palavra de Deus, que pregue a Palavra de Deus.” Que sejamos sábios para não misturar as coisas. (Jr 23.28)
56 – Que o ministério pastoral seja reconhecidamente um dom, e não um título a ser perseguido. Que aqueles que exercem o ministério, sejam homens ou mulheres, o exerçam segundo suas forças, com todo o seu coração e entendimento, buscando sempre servir a Deus e aos homens, sendo realmente ministros de Deus. (1 Tm 3.1; Rm 12.7)
57 – Que os cânticos e hinos sejam mais centralizados na pessoa de Deus no que na primeira pessoa do singular (EU). (Jo 3.30)
58 – Que ninguém seja obrigado a levantar as mãos, fechar os olhos, dizer alguma coisa para o irmão do lado, pular, dançar... mas que haja liberdade no louvor tanto para fazer essas coisas como para não fazer. E que ninguém seja julgado por isso. (2 Co 3.17)
59 – Que as nossas crianças vivam como crianças e não sejam obrigadas a se tornarem como nós, adultos, violentando a sua infância e fazendo com que se tornem “estrelas” do evangelho ou mesmo “produtos” a serem utilizados por aduladores e pastores que visam, antes de tudo, lotarem seus templos com “atrações” curiosas, como “a menor pregadora do mundo”, etc... (Lc 18.16; 1 Tm 3.6)
60 – Que as “Marchas para Jesus” sejam realmente para Jesus, e não para promover igrejas que estão sob suspeita e líderes questionáveis. Muito menos para promover políticos e aproveitadores desses mega-eventos evangélicos. (1 Co 10.31)
61 – Nenhuma igreja ou instituição se julgue detentora da salvação. Cristo está acima de toda religião e de toda instituição religiosa. O Espírito é livre e sopra onde quer. Até mesmo fora dos arraiais “cristãos”. (At 4.12; Jo 3.8)
62 – Que as livrarias ditas “cristãs” sejam realmente cristãs e não ajudem a proliferar literaturas que deturpam a palavra de Deus e que valorizam mais a experiência de algumas pessoas do que o verdadeiro ensino da Palavra. (Mq 3.11; Gl 1.8-9)
63 – Cremos que “declarações mágicas” como “O Brasil é do Senhor Jesus” e outras equivalentes não surtem efeito algum nas regiões celestiais e servem como fator alienante e fuga das responsabilidades sociais e evangelísticas realmente eficazes na propagação do Evangelho. (Tg 2.15-16)
64 – Consideramos uma afronta ao Evangelho as novas unções como “unção dos 4 seres viventes”, “unção do riso”, etc... pois além de não possuírem NENHUM respaldo bíblico ainda expõem as pessoas a situações degradantes e constrangedoras. (2 Tm 4.1-4)
65 – Cremos, firmemente, que todo cristão genuíno, nascido de novo, já possui a unção que vem de Deus, não necessitando de “novas unções”. (1 Jo 2.20,27)
66 – Lamentamos a transformação do culto público a Deus em momentos de puro entretenimento “gospel”, com a presença de animadores de auditório e pastores que, vazios da Palavra, enchem o povo de bobagens e frases de efeito que nada tem a ver com a simplicidade e profundidade do Evangelho de Cristo. (Rm 12.1-2)
67 – É necessário uma leitura equilibrada do livro de Cantares de Salomão. A poesia, muitas vezes erótica e sensual do livro tem sido de forma abusiva e descontextualizada atribuída a Cristo e à igreja. (Ct 1.1)
68 – Não consideramos qualquer instrumento, seja de que origem for, mais santo que outros. Instrumentos judaicos, como o shophar, não têm poderes sobrenaturais e nem são os instrumentos “preferidos” de Deus. Muitas igrejas têm feito do shophar “O” instrumento, dizendo que é ordem de Deus que se toque o shophar para convocar o povo à guerra. Repugnamos essa idéia e reafirmamos a soberania de Deus sobre todos os instrumentos musicais. (Sl 150)
69 – Rejeitamos a idéia de que Deus tem levantado o Brasil como o novo “Israel” para abençoar todos os povos. Essa idéia surge de mentes centralizadoras e corações desejosos de serem o centro da voz de Deus na Terra. O SENHOR reina sobre toda a Terra e ama a todos os povos com Seu grande amor incondicional. (Jo 3.16)
70 – Lamentamos o estímulo e o uso de “amuletos” cristãos como “água do rio Jordão”, “areia de Israel” e outros que transformam a fé cristã numa fé animista e necessitada de “catalisadores” do poder de Deus. (Hb 11.1)
71 – Que o profeta que “profetizar” algo e isso não se cumprir, seja reconhecido como falso profeta, segundo as Escrituras. (Ez 13.9; Dt 18.22)
72 – Rejeitamos as músicas que consistem de repetições infindáveis, a fim de levar o povo ao êxtase induzido, fragilizando a mente de receber a Palavra e prestar a Deus culto racional, conforme as Escrituras. (Rm 12.1-2; 1 Co 14.15)
73 – Deixemos de lado a busca desenfreada de títulos e funções do Antigo Testamento, como levitas, gaditas, etc... Tudo se fez novo em Cristo Jesus, onde TODOS nós fomos feitos geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo adquirido. (1 Pe 2.9)
74 – Que então os ministros e dirigentes de música sejam simplesmente ministros e dirigentes de música, exercendo talentos e dons que Deus livremente distribuiu em Sua igreja, não criando uma “classe superior” de “levitas”, até porque os mesmos já não existem entre nós. (Rm 12.3-5) 75 – Que haja consciência sobre aquilo que se canta. Que sejamos fiéis à Palavra quando diz “cantarei com o meu espírito, mas também cantarei com meu entendimento”. (1 Co 14.15)
76 – Não consideramos que “há poder em nossas palavras” como querem os adeptos dessa teologia da “confissão positiva”. Deus não está sujeito ao que falamos e não serão nossas palavras capazes de trazer maldição ou benção sobre quem quer que seja, se essa não for, antes de tudo, a vontade expressa de Deus através de nossas bocas. (Gl 1.6-7)
77 – Rejeitamos a onda de “atos proféticos” que, sem base e autoridade nas Escrituras, confundem e desvirtuam o sentido da Palavra, ainda comprometendo seriamente a sanidade e a coerência das pessoas envolvidas. (Mt 7.22-23)
78 - Apresentar uma noiva pura e gloriosa, adequadamente vestida para o seu noivo, não consiste em “restaurar a adoração” ou apresentar a Deus uma falsa santidade, mas em fazer as obras que Jesus fez — cuidar dos enfermos e quebrantados de coração, pregar o evangelho aos humildes, e viver a cada respirar a vontade de Deus revelada na Sua palavra — deixando para trás o pecado, deixando para trás o velho homem, e nos revestindo no novo (Tg 1.27)
79 – Discordamos dos “restauradores das coisas perdidas” por não perceberem a mão de Deus na história, sempre mantendo um remanescente fiel à Palavra e ao Testemunho. Dizer que Deus está “restaurando a adoração”, “restaurando o ministério profético”, etc... é desprezar o sangue dos mártires, o testemunho dos fiéis e a adoração prestada a Deus durante todos esses séculos. (Hb 12.1-2)
80 – Lamentamos a transformação da fé cristã em shows e mega-eventos que somos obrigados a assistir nas TVs, onde a figura humana e as ênfases nos “milagres” e produtos da fé sobrepujam as Escrituras e a pregação sadia da Palavra de Deus. (Jo 3.30)
81 – Deus não nos chamou para sermos “leões que rugem”, mas fomos considerados como ovelhas levadas ao matadouro, por amor a Deus. Mas ainda assim, somos mais que vencedores por Aquele que nos amou. (Lc 10.3; Rm 8.36)
82 – Entendemos como abusivas as cobranças de “cachês” para “testemunhos”. Que fique bem claro que aquilo que é recebido de graça, deve ser dado de graça, pois nos cabe a obrigação de pregar o evangelho. (Mt 10.8)
83 – Que movimentos como “dança profética”, “louvor profético” e outros “moveres proféticos” sejam analisados sinceramente segundo as Escrituras e, por conseqüência, deixados de lado pelo povo que se chama pelo nome do Senhor. (2 Tm 4.3-4)
84 – Que a cruz de Cristo, e não o seu trono, sejam o centro de nossa pregação! (1 Co 2.2)
85 – Reafirmamos que, quaisquer que sejam as ofertas e dízimos, que sejam entregues por pura gratidão, e com alegria. Que nunca sejam dados por obrigação e nem entregues como troca de bênçãos para com Deus. Muito menos sejam dados como fruto do medo do castigo de Deus ou de seus líderes. Deus ama ao que dá com alegria! (2 Co 9.7)
86 – Que a igreja volte-se para os problemas sociais à sua volta, reconheça sua passividade e volte à prática das boas obras, não como fator para a salvação, mas como reflexo da graça que se manifesta de forma visível e encarnada. “Pois tive fome... e me destes de comer...” (Mt 25.31-46; Tg 2.14-18)
87 – Cremos, conforme a Palavra que há UM SÓ MEDIADOR entre Deus e os homens – Jesus Cristo. Nenhuma igreja local, ou seu líder, podem arrogar para si o direito de mediar a comunhão dos homens e Deus. (1 Tm 2.5)
88 – Lamentamos o comércio que em que se transformou a música evangélica brasileira. Infelizmente impera, por exemplo, a “máfia” das rádios evangélicas, que só tocam os artistas de suas respectivas gravadoras, alienam o nosso povo através da massificação dos “louvores” comerciais, e não dão espaço para tanta gente boa que há em nosso meio, com compromisso de qualidade musical e conteúdo poético, lingüístico e, principalmente, bíblico. (Mc 11.15-17)
89 – Que os pastores ajudem a diminuir a indústria de testemunhos e a “máfia” das gravadoras evangélicas. Que valorizem a simples pregação da Palavra ao invés do espetáculo “gospel” a fim de terem igrejas “lotadas” para ouvirem as “atrações” da fé. (1 Pe 5.2)
90 – Que sejamos livres para “examinarmos tudo e retermos o que é bom”. (1 Ts 5.21)
91 – Somente as Escrituras. (Jo 14.21;17.17)
92 – Somente a Graça. (Ef 2.8-9)
93 – Somente a Fé. (Rm 1.17)
94 – Somente Cristo. (At 17.28)
95 – Glória somente a Deus (Jd 24-25)
José Barbosa Junior (organizador)
09 fevereiro 2007
Perseguição religiosa nos EUA ??
A prisão dos líderes da Igreja Renascer me é muito interessante.
Entendo e acredito que muitos entram nos EUA mentindo e escondendo coisas e nada acontece.
Pelo México, vários entram e vivem nos EUA cladestinamente e nada acontece.
Mas com os apóstolos foi diferente porque eles já estavam sendo "filmados" no Brasil o que despertou os EUA e Deus sem dúvida, deu um basta na pilantragem e no mercantilismo deles.
O interessante é que embora aqui no Brasil os "suditos", sim porque essa "fidelidade" cega dos membros da igreja só pode ser chamado assim,dizem ser uma perseguição religiosa, os líderes presos não podem dizer o mesmo, porque eles estão presos num país protestante e que tem o maior status de pais democrático do mundo, com reservas é claro.
Entendo e acredito que muitos entram nos EUA mentindo e escondendo coisas e nada acontece.
Pelo México, vários entram e vivem nos EUA cladestinamente e nada acontece.
Mas com os apóstolos foi diferente porque eles já estavam sendo "filmados" no Brasil o que despertou os EUA e Deus sem dúvida, deu um basta na pilantragem e no mercantilismo deles.
O interessante é que embora aqui no Brasil os "suditos", sim porque essa "fidelidade" cega dos membros da igreja só pode ser chamado assim,dizem ser uma perseguição religiosa, os líderes presos não podem dizer o mesmo, porque eles estão presos num país protestante e que tem o maior status de pais democrático do mundo, com reservas é claro.
Vire a página e deixe a vida oposta!
Sem ter o que fazer e de "papo pro ar" sentado na sala de casa, ao zapiar a TV me deparei com mais um capítulo da novela Páginas da Vida, que deveria se chamar: "Escola da Sacanagem". De fato, ela retrata o cotidiano de muita gente, que nós já sabemos que existe. Não precisa mostrar na TV aquilo que tentamos esconder de nossas crianças e não adianta a desculpa de que nós devemos desligar a TV se queremos que eles não vejam, porque apostamos na democracia, mas os autores das novelas e diretores da emissora deveriam apostar no bom censo. Acho que poderiam apostar na ficção mais acirrada do que na realidade da vida, igual a novela da Record que poderia ser uma emissora cristã e tem sido uma emissora pagã.
Essas novelas retratam a corrupção humana, o adultério, o palavriado chulo e o comportamento vil. Elas poderiam ser educativas e normativas, porque os noticiários já se encarregam de mostrar a realidade cruel da vida, como o caso do menino de seis anos esquartejado no Rio de Janeiro por bandidos endemoninhados.
Que viremos a página e deixemos as vidas opostas de lado.
Essas novelas retratam a corrupção humana, o adultério, o palavriado chulo e o comportamento vil. Elas poderiam ser educativas e normativas, porque os noticiários já se encarregam de mostrar a realidade cruel da vida, como o caso do menino de seis anos esquartejado no Rio de Janeiro por bandidos endemoninhados.
Que viremos a página e deixemos as vidas opostas de lado.
29 janeiro 2007
Brasil é o maior país pentecostal
Isso me parece bom, mas a questão ética não teve qualquer alteração. Seria muito melhor se com toda essa "espiritualidade" fossemos o país dos evangélicos sérios e responsáveis com o meio ambiente, com o dinheiro e com a política, assim como com a sexualidade e tudo mais.
O Brasil é hoje o maior país pentecostal do mundo. Levantamento de um instituto americano indica que o país reúne 24 milhões de seguidores de igrejas como a Universal do Reino de Deus, a Assembléia de Deus e a Renascer em Cristo.
Os dados constam de relatório do World Christian Database, base de dados elaborada pelo Seminário de Teologia Gordon-Conwell, um dos quatro maiores dos EUA, sem ligação com nenhuma vertente cristã.
O levantamento é feito no mundo inteiro a partir de consultadas às igrejas cristãs checadas com trabalho de pesquisa de campo, um processo caro.
Os dados de 2006 indicam que os pentecostais brasileiros superam por larga margem os 5,8 milhões de pentecostais dos EUA, onde essa vertente do protestantismo surgiu no começo do século 20 em reação à presumida falta de fervor evangélico entre os metodistas.
No Brasil, a grande maioria dos evangélicos é pentecostal. Eles acreditam nos dons do Espírito Santo, no exorcismo e em curas espirituais.
Os pentescostais brasileiros formam hoje um grupo equivalente, por exemplo, à população muçulmana do Iraque, segundo os dados do "World Factbook" da CIA, a agência norte-americana de inteligência.
Apesar do grande crescimento que experimentou nas últimas décadas, o grupo pentecostal no Brasil ainda é muito inferior à maioria católica. Especialistas ouvidos pela Folha estimam, a partir do Censo de 2000, que existam 138 milhões de católicos no país hoje. O Brasil continua sendo o maior país católico do mundo.
Costumes
Uma outra pesquisa, feita pela fundação americana Pew Forum, que estuda a influência da religião na sociedade, mostra que 62% dos fiéis brasileiros não nasceram pentecostais. Foram convertidos -45% deles a partir do catolicismo.
O estudo da Pew Forum, divulgado no final do ano passado, chama-se "Espírito e Poder -análise dos pentecostais de 10 países". A entidades foi a dez países (EUA, Brasil, Chile, Guatemala, Quênia, Nigéria, África do Sul, Índia, Filipinas e Coréia do Sul) para saber como crêem e o que defendem os pentecostais em cada um desses lugares.
A pesquisa mostra, por exemplo, que 73% dos pentecostais brasileiros acham que os líderes políticos devem ter fortes convicções religiosas e que 65% deles acreditam que grupos religiosos devem expressar suas convicções políticas. Ao todo, 83% dos pentecostais brasileiros acham que o país vive um declínio moral.
Entre a população como um todo, esses números caem, para os dois primeiro índices, a 57%. Para moral, vai a 79%.
Nos EUA, 87% dos pentecostais acham que seus líderes políticos devem comungar suas fortes convicções religiosas e 79% declararam que grupos religiosos devem ter influência política. Todos os números que têm alguma relação com uma agenda política são maiores que os dados brasileiros. Com uma exceção: o declínio moral, que é visto como grave problema por 62% dos fiéis dos EUA.
"Nos EUA, o pentecostalismo teve uma ligação muito forte com os movimentos negros. No Brasil, restou a batalha moral, porque o Estado sempre foi mais próximo dos católicos", diz Luiz Felipe Pondé, professor de teologia da PUC-SP.
Para ter idéia do peso da moral na agenda pentecostal, a bancada de pastores na Câmara dos Deputados no Brasil caiu pela metade na eleição passada. Foi para 30 deputados devido ao envolvimento de pastores parlamentares em escândalos.
A bandeira moral erguida pelos pentecostais brasileiros também está adaptada ao conjunto da população.
Entre os pentecostais dos países pesquisados pela Pew, o Brasil é o segundo que mais tolera o divórcio: 37% dizem reprovar a separação de casais contra 15% do total da sociedade em geral. Nas Filipinas, o número sobe para 84% entre os pentecostais e para 70% no geral. Em compensação, o Brasil está entre os que mais reprovam o aborto: 91% dos pentecostais contra 79% ao todo. Nos EUA, esses dados caem para 64% e 45%, respectivamente.
"O interessante da pesquisa é que mostra que a religião não é a única fonte de valores para as pessoas", afirma o sociólogo e professor titular aposentado da USP Reginaldo Prandi.
Apenas em um item abre-se um abismo entre os pentecostais e às outras pessoas: o fervor religioso. Entre os entrevistados pela Pew Forum, 86% dos pentecostais dizem que vão à igreja ao menos uma vez por semana. Na população como um todo, o dado cai para 38%. Quando o assunto é leitura da Bíblia, 51% dos pentecostais dizem ler o livro sagrado todo dia, contra 16% das demais pessoas.
O Brasil é hoje o maior país pentecostal do mundo. Levantamento de um instituto americano indica que o país reúne 24 milhões de seguidores de igrejas como a Universal do Reino de Deus, a Assembléia de Deus e a Renascer em Cristo.
Os dados constam de relatório do World Christian Database, base de dados elaborada pelo Seminário de Teologia Gordon-Conwell, um dos quatro maiores dos EUA, sem ligação com nenhuma vertente cristã.
O levantamento é feito no mundo inteiro a partir de consultadas às igrejas cristãs checadas com trabalho de pesquisa de campo, um processo caro.
Os dados de 2006 indicam que os pentecostais brasileiros superam por larga margem os 5,8 milhões de pentecostais dos EUA, onde essa vertente do protestantismo surgiu no começo do século 20 em reação à presumida falta de fervor evangélico entre os metodistas.
No Brasil, a grande maioria dos evangélicos é pentecostal. Eles acreditam nos dons do Espírito Santo, no exorcismo e em curas espirituais.
Os pentescostais brasileiros formam hoje um grupo equivalente, por exemplo, à população muçulmana do Iraque, segundo os dados do "World Factbook" da CIA, a agência norte-americana de inteligência.
Apesar do grande crescimento que experimentou nas últimas décadas, o grupo pentecostal no Brasil ainda é muito inferior à maioria católica. Especialistas ouvidos pela Folha estimam, a partir do Censo de 2000, que existam 138 milhões de católicos no país hoje. O Brasil continua sendo o maior país católico do mundo.
Costumes
Uma outra pesquisa, feita pela fundação americana Pew Forum, que estuda a influência da religião na sociedade, mostra que 62% dos fiéis brasileiros não nasceram pentecostais. Foram convertidos -45% deles a partir do catolicismo.
O estudo da Pew Forum, divulgado no final do ano passado, chama-se "Espírito e Poder -análise dos pentecostais de 10 países". A entidades foi a dez países (EUA, Brasil, Chile, Guatemala, Quênia, Nigéria, África do Sul, Índia, Filipinas e Coréia do Sul) para saber como crêem e o que defendem os pentecostais em cada um desses lugares.
A pesquisa mostra, por exemplo, que 73% dos pentecostais brasileiros acham que os líderes políticos devem ter fortes convicções religiosas e que 65% deles acreditam que grupos religiosos devem expressar suas convicções políticas. Ao todo, 83% dos pentecostais brasileiros acham que o país vive um declínio moral.
Entre a população como um todo, esses números caem, para os dois primeiro índices, a 57%. Para moral, vai a 79%.
Nos EUA, 87% dos pentecostais acham que seus líderes políticos devem comungar suas fortes convicções religiosas e 79% declararam que grupos religiosos devem ter influência política. Todos os números que têm alguma relação com uma agenda política são maiores que os dados brasileiros. Com uma exceção: o declínio moral, que é visto como grave problema por 62% dos fiéis dos EUA.
"Nos EUA, o pentecostalismo teve uma ligação muito forte com os movimentos negros. No Brasil, restou a batalha moral, porque o Estado sempre foi mais próximo dos católicos", diz Luiz Felipe Pondé, professor de teologia da PUC-SP.
Para ter idéia do peso da moral na agenda pentecostal, a bancada de pastores na Câmara dos Deputados no Brasil caiu pela metade na eleição passada. Foi para 30 deputados devido ao envolvimento de pastores parlamentares em escândalos.
A bandeira moral erguida pelos pentecostais brasileiros também está adaptada ao conjunto da população.
Entre os pentecostais dos países pesquisados pela Pew, o Brasil é o segundo que mais tolera o divórcio: 37% dizem reprovar a separação de casais contra 15% do total da sociedade em geral. Nas Filipinas, o número sobe para 84% entre os pentecostais e para 70% no geral. Em compensação, o Brasil está entre os que mais reprovam o aborto: 91% dos pentecostais contra 79% ao todo. Nos EUA, esses dados caem para 64% e 45%, respectivamente.
"O interessante da pesquisa é que mostra que a religião não é a única fonte de valores para as pessoas", afirma o sociólogo e professor titular aposentado da USP Reginaldo Prandi.
Apenas em um item abre-se um abismo entre os pentecostais e às outras pessoas: o fervor religioso. Entre os entrevistados pela Pew Forum, 86% dos pentecostais dizem que vão à igreja ao menos uma vez por semana. Na população como um todo, o dado cai para 38%. Quando o assunto é leitura da Bíblia, 51% dos pentecostais dizem ler o livro sagrado todo dia, contra 16% das demais pessoas.
A Autopsia de uma Fé
Desde a década de 60 a Igreja Evangélica Brasileira viu nascer dentro de si um movimento que tem sido chamado de novo pentecostalismo. Como qualquer outro fenômeno humano, este também é um feixe complexo no qual se entrecruzam, além da dimensão religiosa, as sociais, políticas, psíquicas e econômicas. Apesar desta complexidade é necessário que tentemos descrevê-lo, ainda que parcialmente.
O “apóstolo” Estevão Hernandes e sua esposa, a “bispa” Sônia, líderes da Igreja Renascer, são em muitos aspectos uma síntese deste movimento. Ressalte-se enfaticamente que nem todas as igrejas e pastores neo-pentecostais podem ser medidos pela maneira como este casal tem vivido e pregado sua fé. Todavia, não se pode negar que o “apóstolo” e a “bispa” trazem em sua trajetória a marca que tem caracterizado boa parte do mundo neo-pentecostal: líderes com um enorme carisma, dissociado de caráter e alimentado por uma teologia do consumo e da prosperidade.
O carisma de atrair multidões e saber lidar com elas, faz do líder de qualquer organização uma pessoa muito poderosa e na igreja não é diferente! Isto porque, um líder com forte carisma é capaz de seduzir seguidores a ultrapassar até mesmo os limites do razoável, pois o senso crítico de um grupo de pessoas diminui na proporção exata da incidência do carisma do líder sobre ele. O caráter por sua vez, é a fronteira do carisma. É através dele que se resiste as armadilhas do carisma. Então, quando um se desliga do outro, o líder perde o seu critico interior, destrói seu super-ego ficando ao sabor do ego inflado pelos resultados advindos de sua liderança carismática.
Esta equação daninha de carisma sem caráter somente se sustenta no contexto da fé por que ganha contornos divinos. É a chamada teologia da prosperidade que justifica diante dos fiéis os abusos financeiros de um estilo de vida socialmente nababesco vivido por muitos deles. Prega-se dentro desta visão teológica, que Deus deseja que os seus filhos prosperem, por isso, eles devem ofertar ao máximo, pois fazendo assim, serão recompensados. Ou no limite de suas angústias ou puramente interessadas numa barganha sobrenatural na qual a benção de Deus é comprada mediante o dízimo, pessoas vão embarcando nesta que é a curto, médio e longo prazo, uma canoa teologicamente furada. Obviamente que não para os líderes carismáticos pregadores de tal teologia que, diga-se de passagem, são os únicos realmente a prosperarem numa medida de milhões de reais.
A rigor, o quadro até aqui descrito não é novo, sendo já conhecido e tratado pela grande mídia. A novidade do presente momento, fica por conta das denúncias do Ministério Público Paulista que qualificam uma igreja como organização criminosa e responsabilizam seus líderes por ações ilícitas. Estas denúncias em si mesmas, independente do seu desfecho, devem constituir-se em uma séria advertência à todos, de que falta de caráter no âmbito da fé poderá trazer sérias implicações judiciais para aqueles que ultrapassem os limites legais. Sendo assim, a cadeia não pode ser encarada nem como punição divina e nem uma armação do diabo (como têm insinuado os líderes da Igreja Renascer), mas sim uma conseqüência natural que deve se abater sobre todos os infratores da lei.
Em tudo isso, é curioso notar que um outro Apóstolo (Tiago, este sim sem aspas!), escreve na Bíblia que a fé sem obras é morta. O que ele não disse, mas implícito está, é que uma fé morre não apenas pela ausência de obras, mas pela qualidade delas e dos meios usados para produzí-las. Portanto, uma fé sem ética está morta apesar dos muitos resultados. E uma vez morta, só nos resta fazer sua autopsia e torcer pelo seu breve sepultamento, para então renascer líderes que com integridade cumpram sua missão amando a Deus e a este povo tão sofrido!
Eduardo Rosa Pedreira é pastor da Comunidade Presbiteriana da Barra da Tijuca e professor de Ética Corporativa da Fundação Getúlio Vargas. prof.edubadufgv@terra.com.br
O “apóstolo” Estevão Hernandes e sua esposa, a “bispa” Sônia, líderes da Igreja Renascer, são em muitos aspectos uma síntese deste movimento. Ressalte-se enfaticamente que nem todas as igrejas e pastores neo-pentecostais podem ser medidos pela maneira como este casal tem vivido e pregado sua fé. Todavia, não se pode negar que o “apóstolo” e a “bispa” trazem em sua trajetória a marca que tem caracterizado boa parte do mundo neo-pentecostal: líderes com um enorme carisma, dissociado de caráter e alimentado por uma teologia do consumo e da prosperidade.
O carisma de atrair multidões e saber lidar com elas, faz do líder de qualquer organização uma pessoa muito poderosa e na igreja não é diferente! Isto porque, um líder com forte carisma é capaz de seduzir seguidores a ultrapassar até mesmo os limites do razoável, pois o senso crítico de um grupo de pessoas diminui na proporção exata da incidência do carisma do líder sobre ele. O caráter por sua vez, é a fronteira do carisma. É através dele que se resiste as armadilhas do carisma. Então, quando um se desliga do outro, o líder perde o seu critico interior, destrói seu super-ego ficando ao sabor do ego inflado pelos resultados advindos de sua liderança carismática.
Esta equação daninha de carisma sem caráter somente se sustenta no contexto da fé por que ganha contornos divinos. É a chamada teologia da prosperidade que justifica diante dos fiéis os abusos financeiros de um estilo de vida socialmente nababesco vivido por muitos deles. Prega-se dentro desta visão teológica, que Deus deseja que os seus filhos prosperem, por isso, eles devem ofertar ao máximo, pois fazendo assim, serão recompensados. Ou no limite de suas angústias ou puramente interessadas numa barganha sobrenatural na qual a benção de Deus é comprada mediante o dízimo, pessoas vão embarcando nesta que é a curto, médio e longo prazo, uma canoa teologicamente furada. Obviamente que não para os líderes carismáticos pregadores de tal teologia que, diga-se de passagem, são os únicos realmente a prosperarem numa medida de milhões de reais.
A rigor, o quadro até aqui descrito não é novo, sendo já conhecido e tratado pela grande mídia. A novidade do presente momento, fica por conta das denúncias do Ministério Público Paulista que qualificam uma igreja como organização criminosa e responsabilizam seus líderes por ações ilícitas. Estas denúncias em si mesmas, independente do seu desfecho, devem constituir-se em uma séria advertência à todos, de que falta de caráter no âmbito da fé poderá trazer sérias implicações judiciais para aqueles que ultrapassem os limites legais. Sendo assim, a cadeia não pode ser encarada nem como punição divina e nem uma armação do diabo (como têm insinuado os líderes da Igreja Renascer), mas sim uma conseqüência natural que deve se abater sobre todos os infratores da lei.
Em tudo isso, é curioso notar que um outro Apóstolo (Tiago, este sim sem aspas!), escreve na Bíblia que a fé sem obras é morta. O que ele não disse, mas implícito está, é que uma fé morre não apenas pela ausência de obras, mas pela qualidade delas e dos meios usados para produzí-las. Portanto, uma fé sem ética está morta apesar dos muitos resultados. E uma vez morta, só nos resta fazer sua autopsia e torcer pelo seu breve sepultamento, para então renascer líderes que com integridade cumpram sua missão amando a Deus e a este povo tão sofrido!
Eduardo Rosa Pedreira é pastor da Comunidade Presbiteriana da Barra da Tijuca e professor de Ética Corporativa da Fundação Getúlio Vargas. prof.edubadufgv@terra.com.br
22 janeiro 2007
DEZ COISAS QUE LEVEI ANOS PARA APRENDER
Luiz Fernando Veríssimo
1. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um
laxante na mesma noite.
2. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça
humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa
palavra seria "reuniões de negócios".
3. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
4. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você,
quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
7. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
8. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser
uma boa pessoa.
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador
solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o
Titanic.
1. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um
laxante na mesma noite.
2. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça
humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa
palavra seria "reuniões de negócios".
3. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
4. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você,
quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
7. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
8. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser
uma boa pessoa.
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador
solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o
Titanic.
16 janeiro 2007
O buraco é mais embaixo!
Se fosse do governo PT eles já estariam sendo pintados como o diabo.
Leiam e vejam, a irresponsabilidade tucana de Sr.Geraldo Alckmin que a classe média paulistana queria colocar na presidencia!
O rei da terceirização e das privatizações!Sindicato questiona obras do Metrô
Atendendo a reivindicação das empreiteiras, governo tucano determinou que técnicos do Metrô não acompanhassem as obras da Linha 4, que ficariam sob total responsabilidade das empresas contratadas
15/01/2007
Renato Godoy de Toledo,
da Redação
O acidente nas obras da linha 4 do Metrô de São Paulo, na sexta-feira (12), que vitimou oito pessoas (duas delas já encontradas sem vida, as demais permanecem desaparecidas), pode ter sido resultado de um processo que vem sendo denunciado há muito pelo Sindicato dos Metroviários de São Paulo.
O consórcio Via Amarela, formado pelas empreiteiras Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, venceu em 2003 uma licitação aberta pelo governo estadual, então liderado pelo tucano Geraldo Alckmin. A licitação, que permitiu ao consórcio executar as obras da linha 4 do metrô, foi feita no sistema "turn key", no qual a contratada é responsável por todas as etapas da obra. Sendo assim, o consórcio acumula as funções de execução do projeto e de fiscalização, tanto técnica quanto financeira.
Desde sua fundação em 1968, esta é a primeira obra do Metrô em que o corpo técnico da empresa foi completamente alijado do processo. "Nossos técnicos têm reconhecimento internacional. Antigamente, a empreiteira era contratada e os técnicos do Metrô acompanhavam, dando aval ou não sobre os avanços da obra. Agora, somente quando as obras estiverem concluídas é que os técnicos terão acesso à sua estrutura", diz Manuel Xavier, diretor de comunicação do Sindicato dos Metroviários.
Xavier afirma que as empreiteiras costumavam se queixar do rigor dos técnicos do Metrô. "Eles trabalham com a lógica do mercado, evidentemente, querem o lucro, então tentam concluir tudo o quanto antes e com o menor custo", conclui Xavier.
Para o Sindicato, o processo de licitação para a execução da obra está vinculado com a licitação que prevê a exploração da Linha 4 pela iniciativa privada, por meio do regime da Parceira Público-Privada (PPP). O consórcio vencedor é composto por grupos nacionais e estrangeiros e inclui a participação de empreiteiras que também são responsáveis pela obra, como a Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Odebrecht.
A exploração da linha 4 do Metrô por empresas privadas foi alvo de mobilização da categoria dos metroviários, contrária à privatização do sistema de transporte." O Metrô, e os demais transportes, são um bem público. Não podem ser submetidos à lógica do mercado", defende o dirigente sindical.
Tragédia anunciada
Outra obra do Metrô em andamento, a ampliação da linha 2 (que liga a Vila Madalena, Zona Oeste, ao Alto do Ipiranga, na Zona Sul), está sendo feita no sistema "antigo" de parceria, em que os técnicos orientam os funcionários da empreiteira. Nessa obra, nenhum acidente foi registrado, ao passo que na linha 4, sem contar o desabamento da última sexta-feira, já ocorreram dezenas de acidentes, com 11 operários feridos e um morto.
"Em março de 2005, quando ocorreram os primeiros acidentes, pedimos uma audiência pública na Assembléia Legislativa de São Paulo para que o governo estadual e a direção da Companhia do Metropolitano (Metrô) explicassem o porquê de tantos acidentes, mas ambos acharam que a questão não era relevante", denuncia Xavier.
Após os primeiros acidentes, o sindicato pediu ao Ministério Público que investigasse as causas. As investigações foram iniciadas, mas, segundo Xavier, "não foram ágeis o suficiente para evitar a tragédia da última sexta-feira". Com o início das obras, algumas casas nas imedições do bairro de Pinheiros (Zona Oeste), sofreram afundamentos, rachaduras e até desabamentos parciais.
Cientes disso, no dia 28 de abril de 2006, os deputados estaduais Simão Pedro (PT) e Nivaldo Santana (PcdoB) enviaram à Procuradoria Geral da Justiça de São Paulo uma representação para a imediata apuração dos "danos à ordem urbanística", que colocavam em "risco a segurança, integridade física, saúde e vida" dos moradores da região. (Leia mais na edição 203 do Jornal Brasil de Fato)
Leiam e vejam, a irresponsabilidade tucana de Sr.Geraldo Alckmin que a classe média paulistana queria colocar na presidencia!
O rei da terceirização e das privatizações!Sindicato questiona obras do Metrô
Atendendo a reivindicação das empreiteiras, governo tucano determinou que técnicos do Metrô não acompanhassem as obras da Linha 4, que ficariam sob total responsabilidade das empresas contratadas
15/01/2007
Renato Godoy de Toledo,
da Redação
O acidente nas obras da linha 4 do Metrô de São Paulo, na sexta-feira (12), que vitimou oito pessoas (duas delas já encontradas sem vida, as demais permanecem desaparecidas), pode ter sido resultado de um processo que vem sendo denunciado há muito pelo Sindicato dos Metroviários de São Paulo.
O consórcio Via Amarela, formado pelas empreiteiras Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, venceu em 2003 uma licitação aberta pelo governo estadual, então liderado pelo tucano Geraldo Alckmin. A licitação, que permitiu ao consórcio executar as obras da linha 4 do metrô, foi feita no sistema "turn key", no qual a contratada é responsável por todas as etapas da obra. Sendo assim, o consórcio acumula as funções de execução do projeto e de fiscalização, tanto técnica quanto financeira.
Desde sua fundação em 1968, esta é a primeira obra do Metrô em que o corpo técnico da empresa foi completamente alijado do processo. "Nossos técnicos têm reconhecimento internacional. Antigamente, a empreiteira era contratada e os técnicos do Metrô acompanhavam, dando aval ou não sobre os avanços da obra. Agora, somente quando as obras estiverem concluídas é que os técnicos terão acesso à sua estrutura", diz Manuel Xavier, diretor de comunicação do Sindicato dos Metroviários.
Xavier afirma que as empreiteiras costumavam se queixar do rigor dos técnicos do Metrô. "Eles trabalham com a lógica do mercado, evidentemente, querem o lucro, então tentam concluir tudo o quanto antes e com o menor custo", conclui Xavier.
Para o Sindicato, o processo de licitação para a execução da obra está vinculado com a licitação que prevê a exploração da Linha 4 pela iniciativa privada, por meio do regime da Parceira Público-Privada (PPP). O consórcio vencedor é composto por grupos nacionais e estrangeiros e inclui a participação de empreiteiras que também são responsáveis pela obra, como a Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Odebrecht.
A exploração da linha 4 do Metrô por empresas privadas foi alvo de mobilização da categoria dos metroviários, contrária à privatização do sistema de transporte." O Metrô, e os demais transportes, são um bem público. Não podem ser submetidos à lógica do mercado", defende o dirigente sindical.
Tragédia anunciada
Outra obra do Metrô em andamento, a ampliação da linha 2 (que liga a Vila Madalena, Zona Oeste, ao Alto do Ipiranga, na Zona Sul), está sendo feita no sistema "antigo" de parceria, em que os técnicos orientam os funcionários da empreiteira. Nessa obra, nenhum acidente foi registrado, ao passo que na linha 4, sem contar o desabamento da última sexta-feira, já ocorreram dezenas de acidentes, com 11 operários feridos e um morto.
"Em março de 2005, quando ocorreram os primeiros acidentes, pedimos uma audiência pública na Assembléia Legislativa de São Paulo para que o governo estadual e a direção da Companhia do Metropolitano (Metrô) explicassem o porquê de tantos acidentes, mas ambos acharam que a questão não era relevante", denuncia Xavier.
Após os primeiros acidentes, o sindicato pediu ao Ministério Público que investigasse as causas. As investigações foram iniciadas, mas, segundo Xavier, "não foram ágeis o suficiente para evitar a tragédia da última sexta-feira". Com o início das obras, algumas casas nas imedições do bairro de Pinheiros (Zona Oeste), sofreram afundamentos, rachaduras e até desabamentos parciais.
Cientes disso, no dia 28 de abril de 2006, os deputados estaduais Simão Pedro (PT) e Nivaldo Santana (PcdoB) enviaram à Procuradoria Geral da Justiça de São Paulo uma representação para a imediata apuração dos "danos à ordem urbanística", que colocavam em "risco a segurança, integridade física, saúde e vida" dos moradores da região. (Leia mais na edição 203 do Jornal Brasil de Fato)
05 janeiro 2007
Que agenda!


"Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos. Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso e busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão." 1Tm.6.9-11
03 janeiro 2007
A Agenda da Bispa é a mesma de Deus?
"O casal Sonia e Estevam Hernandes, líder da Igreja Renascer, é a representação radical de um dos ramos evangélicos que mais crescem no mundo: a teologia da prosperidade. A doutrina, na versão distorcida dos Hernandes, baseia-se numa relação com o divino do tipo toma-lá-dá-cá, em que Deus pode manifestar o seu amor na forma de um Fusca ou de uma Mercedes, dependendo da generosidade com que o fiel abre sua carteira no momento de fazer doações à igreja. Na semana passada, VEJA teve acesso a um documento que ilustra quão a sério a fundadora da Renascer encara os preceitos que defende, ao menos na parte que se refere à ausência de culpa pelo usufruto dos prazeres terrenos. Em uma agenda datada de 1996, a auto-intitulada "bispa" Sonia lista seus sonhos de consumo, louva a Deus pelos bens já conquistados e clama a Ele por uma casa na praia, outra em Miami, mais cartões de crédito internacionais e mais talões de cheques (veja o quadro). Dez anos mais tarde, conforme mostra levantamento feito pelo Ministério Público, a bispa conseguiu tudo o que queria – e muito mais."Extraído da VEJA.
Clique no título da matéria e leia direto no site!
Não preciso dizer que tudo isso não representa a fé cristã né?
Esse casal não é e nunca serão os representantes de Jesus! Eles estão mais para líderes do capitalismo do que do Cristianismo!
Isso me cobre de vergonha, principalmente porque a sociedade em geral não separa o joio do trigo.
Se pegarmos a bíblia veremos que eles deturpam e muito, os ensinamentos de Jesus!
Que a justiça dos homens faça alguma coisa, porque a de Deus certamente fará!
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Não preciso dizer que tudo isso não representa a fé cristã né?
Esse casal não é e nunca serão os representantes de Jesus! Eles estão mais para líderes do capitalismo do que do Cristianismo!
Isso me cobre de vergonha, principalmente porque a sociedade em geral não separa o joio do trigo.
Se pegarmos a bíblia veremos que eles deturpam e muito, os ensinamentos de Jesus!
Que a justiça dos homens faça alguma coisa, porque a de Deus certamente fará!
21 dezembro 2006
Um verdadeiro apóstolo e o falso, comparem!
Cliquem no título e vejam a matéria!
"Será que cometi algum pecado ao humilhar-me a fim de elevá-los, pregando-lhes gratuitamente o evangelho de Deus? 8 Despojei outras igrejas, recebendo delas sustento, a fim de servi-los. 9 Quando estive entre vocês e passei por alguma necessidade, não fui um peso para ninguém; pois os irmãos, quando vieram da Macedônia, supriram aquilo de que eu necessitava. Fiz tudo para não ser pesado a vocês, e continuarei a agir assim. 10 Tão certo como a verdade de Cristo está em mim, ninguém na região da Acaia poderá privar-me deste orgulho. 11 Por quê? Por que não amo vocês? Deus sabe que os amo! 12 E continuarei fazendo o que faço, a fim de não dar oportunidade àqueles que desejam encontrar ocasião de serem considerados iguais a nós nas coisas de que se orgulham. 13 Pois tais homens são falsos apóstolos, obreiros enganosos, fingindo-se apóstolos de Cristo. 14 Isto não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz. 15 Portanto, não é surpresa que os seus servos finjam que são servos da justiça. O fim deles será o que as suas ações merecem."
2Coríntios 11.7-15
Essas palavras de paulo esclarecem tudo!
Comparem com o Estevan Hernandes e veja se ele é um apóstolo mesmo segundo as escrituras!
"Será que cometi algum pecado ao humilhar-me a fim de elevá-los, pregando-lhes gratuitamente o evangelho de Deus? 8 Despojei outras igrejas, recebendo delas sustento, a fim de servi-los. 9 Quando estive entre vocês e passei por alguma necessidade, não fui um peso para ninguém; pois os irmãos, quando vieram da Macedônia, supriram aquilo de que eu necessitava. Fiz tudo para não ser pesado a vocês, e continuarei a agir assim. 10 Tão certo como a verdade de Cristo está em mim, ninguém na região da Acaia poderá privar-me deste orgulho. 11 Por quê? Por que não amo vocês? Deus sabe que os amo! 12 E continuarei fazendo o que faço, a fim de não dar oportunidade àqueles que desejam encontrar ocasião de serem considerados iguais a nós nas coisas de que se orgulham. 13 Pois tais homens são falsos apóstolos, obreiros enganosos, fingindo-se apóstolos de Cristo. 14 Isto não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz. 15 Portanto, não é surpresa que os seus servos finjam que são servos da justiça. O fim deles será o que as suas ações merecem."
2Coríntios 11.7-15
Essas palavras de paulo esclarecem tudo!
Comparem com o Estevan Hernandes e veja se ele é um apóstolo mesmo segundo as escrituras!
19 dezembro 2006
A contradição do "apóstolo" Estevan Hernandes
Se não fosse a questão das possíveis falcatruas do Sr.Estevan Hernandes o grave é ele viver uma contradição do que se pregou neste tempo todo de vida religiosa.
Em seus cultos e prédicas ele ensinou que a pessoa que fica doente é porque está em pecado. Para escapar do juiz ele alegou enfermidade! Eu pergunto: "Está em pecado ou está mentindo?" Qualquer resposta que ele dê complica, porque a sua teologia nefasta e ridícula cai por terra numa hora dessas.
A outra crise é ver o povo que o segue cegamente e sem razão achar que tudo isso é perseguição religiosa.
Ser perseguido por causa da religião é ser proibido de falar de Jesus e pregar o seu evangelho, o que não é o caso do casal de "apóstolos".
Esse povo que os segue não tem a menor idéia do que significa perseguição, melhor, eles não tem a menor idéia do que significa viver o evangelho.
Que sejam julgados e se tiverem culpa que sejam presos, e que não venham achar que na cadeia estão como o apóstolo Paulo porque seria desonrar o nome do verdadeiro apóstolo.
Em seus cultos e prédicas ele ensinou que a pessoa que fica doente é porque está em pecado. Para escapar do juiz ele alegou enfermidade! Eu pergunto: "Está em pecado ou está mentindo?" Qualquer resposta que ele dê complica, porque a sua teologia nefasta e ridícula cai por terra numa hora dessas.
A outra crise é ver o povo que o segue cegamente e sem razão achar que tudo isso é perseguição religiosa.
Ser perseguido por causa da religião é ser proibido de falar de Jesus e pregar o seu evangelho, o que não é o caso do casal de "apóstolos".
Esse povo que os segue não tem a menor idéia do que significa perseguição, melhor, eles não tem a menor idéia do que significa viver o evangelho.
Que sejam julgados e se tiverem culpa que sejam presos, e que não venham achar que na cadeia estão como o apóstolo Paulo porque seria desonrar o nome do verdadeiro apóstolo.
10 dezembro 2006
Alguém me explica??
Zapiando as estações de rádio me deparei com um bispo da Universal entrevistando uma senhora que pedia batismo. O bispo brincou que a senhora deveria matar a velha, usando a alusão do batismo em que a velha criatura deva morrer e pelo ritual do batismo uma nova irá surgir.
Mais adiante na conversa, a senhora pediu um conselho e o bispo indagou se ela queria um conselho ou uma consulta com as ex-mães de santo?
Eu quase bati o carro!
A proposta sugeria que ex-mães de santo dão consultas para que se saiba qual espírito está predominando na vida da pessoa.
Alguém pode me explicar o que é isso?
A igreja do Senhor agora precisa de orientação de ex-mães de santo?
Elas, segundo me consta nas orientações da igreja primitiva deveriam ficar muito tempo em discipulado e libertação devido ao "grau" de comprometimento em que viveram!
A igreja não deveria deixar que elas falassem, até porque não precisamos da orientação delas para saber que neste mundo só há 2 espiritos. O do Senhor e o do diabo, então, que orientação elas poderiam dar?
Bom, a questão também é que a Universal não é igreja, é qualquer coisa, mas igreja é que não é!
Lamentável!
Mais adiante na conversa, a senhora pediu um conselho e o bispo indagou se ela queria um conselho ou uma consulta com as ex-mães de santo?
Eu quase bati o carro!
A proposta sugeria que ex-mães de santo dão consultas para que se saiba qual espírito está predominando na vida da pessoa.
Alguém pode me explicar o que é isso?
A igreja do Senhor agora precisa de orientação de ex-mães de santo?
Elas, segundo me consta nas orientações da igreja primitiva deveriam ficar muito tempo em discipulado e libertação devido ao "grau" de comprometimento em que viveram!
A igreja não deveria deixar que elas falassem, até porque não precisamos da orientação delas para saber que neste mundo só há 2 espiritos. O do Senhor e o do diabo, então, que orientação elas poderiam dar?
Bom, a questão também é que a Universal não é igreja, é qualquer coisa, mas igreja é que não é!
Lamentável!
02 dezembro 2006
Justiça decreta prisão preventiva de fundadores da Renascer
Juiz da 1ª Vara de Justiça Criminal, Paulo Antônio Rossi, deferiu o pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público de São Paulo contra os fundadores da Igreja Apostólica Renascer em Cristo: Estevam Hernandes Filho e sua mulher, Sônia Haddad Moraes Hernandes. Outros três sócios dos Hernandes também tiveram a prisão preventiva decretada.
O pedido foi feito porque o casal não compareceu à audiência do processo em que os dois são denunciados por lavagem de dinheiro, estelionato e falsidade ideológica. O juiz já havia determinado anteriormente a quebra do sigilo bancário e bloqueio de bens do casal Hernandes.
O advogado de defesa do casal Hernandes, Luiz Flávio Borges D'Urso reeleito presidente da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil)-- disse que o pedido de prisão é "descabido". "Não era o caso de pedir a prisão."
D'Urso disse que já entrou com um pedido de habeas corpus em favor do casal Hernandes. Ele evitou confirmar que seus clientes estão foragidos. Mas afirmou que "eles não foram presos".
A assessoria da Renascer informou que Estevam não compareceu à audiência porque estava com um problema nos olhos. Também informou que o atestado médico já foi enviado para o Ministério Público, que deve juntar o documento ao processo.
Reportagem publicada pela Folha de S.Paulo do dia 25 de outubro informava que um ex-funcionário da Renascer, que se identificou como "J", disse que o dinheiro arrecadado entre os fiéis era usado para pagar funcionários de empresas dos Hernandes. Assim, sobravam mais recursos para que as empresas do grupo comprassem bens.
Numa outra denúncia, o Ministério Público de São Paulo acusou os Hernandes e o bispo primaz Jorge Luiz Bruno de falsidade ideológica. Eles teriam montado uma igreja "laranja", chamada Internacional Renovação Evangélica, para livrar a Renascer de processos.
Segundo a denúncia, a igreja Internacional Renovação Evangélica, criada em 2004 por Jorge Luiz Bruno, não existe fisicamente. No endereço indicado na ata de fundação rua Maria Carlota, 879, na zona leste de São Paulo funciona um templo da Renascer.
Os promotores do Gaeco (Grupo de Atuação de Repressão ao Crime Organizado) Arthur Lemos, Eder Segura, Roberto Porto e José Reinaldo Carneiro que fizeram o pedido de prisão preventiva não quiseram se manifestar, pois o processo está sob segredo de Justiça.
O pedido foi feito porque o casal não compareceu à audiência do processo em que os dois são denunciados por lavagem de dinheiro, estelionato e falsidade ideológica. O juiz já havia determinado anteriormente a quebra do sigilo bancário e bloqueio de bens do casal Hernandes.
O advogado de defesa do casal Hernandes, Luiz Flávio Borges D'Urso reeleito presidente da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil)-- disse que o pedido de prisão é "descabido". "Não era o caso de pedir a prisão."
D'Urso disse que já entrou com um pedido de habeas corpus em favor do casal Hernandes. Ele evitou confirmar que seus clientes estão foragidos. Mas afirmou que "eles não foram presos".
A assessoria da Renascer informou que Estevam não compareceu à audiência porque estava com um problema nos olhos. Também informou que o atestado médico já foi enviado para o Ministério Público, que deve juntar o documento ao processo.
Reportagem publicada pela Folha de S.Paulo do dia 25 de outubro informava que um ex-funcionário da Renascer, que se identificou como "J", disse que o dinheiro arrecadado entre os fiéis era usado para pagar funcionários de empresas dos Hernandes. Assim, sobravam mais recursos para que as empresas do grupo comprassem bens.
Numa outra denúncia, o Ministério Público de São Paulo acusou os Hernandes e o bispo primaz Jorge Luiz Bruno de falsidade ideológica. Eles teriam montado uma igreja "laranja", chamada Internacional Renovação Evangélica, para livrar a Renascer de processos.
Segundo a denúncia, a igreja Internacional Renovação Evangélica, criada em 2004 por Jorge Luiz Bruno, não existe fisicamente. No endereço indicado na ata de fundação rua Maria Carlota, 879, na zona leste de São Paulo funciona um templo da Renascer.
Os promotores do Gaeco (Grupo de Atuação de Repressão ao Crime Organizado) Arthur Lemos, Eder Segura, Roberto Porto e José Reinaldo Carneiro que fizeram o pedido de prisão preventiva não quiseram se manifestar, pois o processo está sob segredo de Justiça.
23 novembro 2006
8 Vícios da Alma
Evágrio Pôntico que viveu no século IV, considerado como os padres do deserto escreveu um tratado sobre os oito vícios da alma.
Eu acredito que por causa desses oito vícios, nós não temos conseguido vivenciar a vida plena em Cristo Jesus.
Ele os dividiu em três categorias.
1 Os vícios dos desejos
2. Os vícios das Emoções
3. Os vícios do espiritual
Desejos
- Gula: A gula se define, não apenas em comer em excesso, mas comer por medo de ficar com fome. Comer com gula é querer ter o futuro no controle e a isso pode ser qualquer coisa e não apenas comida.
Por exemplo: Quem foi pobre e agora tem uma condição boa, tem de tomar cuidado para não ser tragado pela gula. É possível a pessoa começar a comprar pelo medo de ficar pobre.
- A cobiça: Ela é o medo do tempo passar e da pobreza chegar e depender dos outros. Com isso, a pessoa luta para conquistar independência financeira. Ela busca posses por segurança e tranqüilidade.
- A luxúria: Ela se caracteriza por desequilíbrio na genitália. Obsessão sexual! Na pessoa tomada pela luxúria, o sexo com a outra pessoa não é comunhão ou prazer mútuo, é uso. O outro é produto de desejo sexual!
Emoções
- Tristeza: A tristeza é caracterizada pela frustração, prazer, ódio e cólera que nasce do apego ao mundo. A pessoa sofre porque seus desejos não foram realizados. A pessoa se frustra porque tem uma idealização de vida muito alta. Não se contenta com pouco!
- A Ira: A ira é uma paixão ardente e movimento contra quem nos ofendeu. A ira nos impede de pensar com clareza. Se nos iramos contra alguém que nos ofendeu estamos pensando que somos superiores. A ira tem o seu esconderijo na vaidade.
- A Acídia: Ela é definida como preguiça, desgosto, demônio do meio dia, depressão, desânimo e vazio psíquico.
Espiritual
- Vaidade: Ser o centro das atenções. Tudo é feito para os outros verem. O vaidoso segundo Evágrio, é aquele que tem as suas motivações focadas no louvor próprio. Gosta de ser bajulado e apreciado!
- Orgulho: Vaidade exagerada! Idéias de si mesmo que alucinam e o tornam um autista espiritual. Sempre pensa que os outros estão abaixo dele em vida espiritual. O orgulhoso tem a capacidade de fazer o seu próprio mundo.
Eu acredito que por causa desses oito vícios, nós não temos conseguido vivenciar a vida plena em Cristo Jesus.
Ele os dividiu em três categorias.
1 Os vícios dos desejos
2. Os vícios das Emoções
3. Os vícios do espiritual
Desejos
- Gula: A gula se define, não apenas em comer em excesso, mas comer por medo de ficar com fome. Comer com gula é querer ter o futuro no controle e a isso pode ser qualquer coisa e não apenas comida.
Por exemplo: Quem foi pobre e agora tem uma condição boa, tem de tomar cuidado para não ser tragado pela gula. É possível a pessoa começar a comprar pelo medo de ficar pobre.
- A cobiça: Ela é o medo do tempo passar e da pobreza chegar e depender dos outros. Com isso, a pessoa luta para conquistar independência financeira. Ela busca posses por segurança e tranqüilidade.
- A luxúria: Ela se caracteriza por desequilíbrio na genitália. Obsessão sexual! Na pessoa tomada pela luxúria, o sexo com a outra pessoa não é comunhão ou prazer mútuo, é uso. O outro é produto de desejo sexual!
Emoções
- Tristeza: A tristeza é caracterizada pela frustração, prazer, ódio e cólera que nasce do apego ao mundo. A pessoa sofre porque seus desejos não foram realizados. A pessoa se frustra porque tem uma idealização de vida muito alta. Não se contenta com pouco!
- A Ira: A ira é uma paixão ardente e movimento contra quem nos ofendeu. A ira nos impede de pensar com clareza. Se nos iramos contra alguém que nos ofendeu estamos pensando que somos superiores. A ira tem o seu esconderijo na vaidade.
- A Acídia: Ela é definida como preguiça, desgosto, demônio do meio dia, depressão, desânimo e vazio psíquico.
Espiritual
- Vaidade: Ser o centro das atenções. Tudo é feito para os outros verem. O vaidoso segundo Evágrio, é aquele que tem as suas motivações focadas no louvor próprio. Gosta de ser bajulado e apreciado!
- Orgulho: Vaidade exagerada! Idéias de si mesmo que alucinam e o tornam um autista espiritual. Sempre pensa que os outros estão abaixo dele em vida espiritual. O orgulhoso tem a capacidade de fazer o seu próprio mundo.
Por uma moral Cristã!
Avançam-se os dias e as coisas pioram!
O padrão globo de viver nos mostra na novela das oito uma menina que perde a virgindade e os pais ficam contentes. A castidade até o casamento é hoje uma relíquia, quem assim vive é considerado um monstro.
A beleza de se manter puro é um desafio para os nossos dias e quem consegue, ao meu ver, é um vencedor. Se entregar as paixões não é um ideal a ser vivido, mas uma burrice que se precisa controlar.
Aonde estão os evangélicos para marcharem na famosa “marcha pra Jesus” em repudio ao que se mostra na TV? Não dá para colocar a marcha pra Jesus nessa luta porque os seus organizadores estão devendo pra moral cristã.
Como dizia o meu velho pai: “Tem gente com o rabo preso na porta.”
Quem deve fica calado aceitando tudo, ou, trabalha para fazer crescer sua igreja, mas não está preocupado com a evangelização, sim, porque evangelizar é uma coisa, crescer igreja é outra completamente diferente.
Crescer igreja é aceitar todo mundo de qualquer jeito e não se incomodar se continuar do mesmo jeito, mas evangelizar é discipular até que o sujeito fique parecido com Jesus.
Dinheiro, sexo e poder são as três coisas que mais temos nas igrejas ultimamente.
Pastor trocando de esposa, pastor rico e pastor influente é mato hoje!
“Fujam da imoralidade sexual.” 1Cor.6.14
“Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos. Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso e busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão.” 1Tm.6.9-11
O padrão globo de viver nos mostra na novela das oito uma menina que perde a virgindade e os pais ficam contentes. A castidade até o casamento é hoje uma relíquia, quem assim vive é considerado um monstro.
A beleza de se manter puro é um desafio para os nossos dias e quem consegue, ao meu ver, é um vencedor. Se entregar as paixões não é um ideal a ser vivido, mas uma burrice que se precisa controlar.
Aonde estão os evangélicos para marcharem na famosa “marcha pra Jesus” em repudio ao que se mostra na TV? Não dá para colocar a marcha pra Jesus nessa luta porque os seus organizadores estão devendo pra moral cristã.
Como dizia o meu velho pai: “Tem gente com o rabo preso na porta.”
Quem deve fica calado aceitando tudo, ou, trabalha para fazer crescer sua igreja, mas não está preocupado com a evangelização, sim, porque evangelizar é uma coisa, crescer igreja é outra completamente diferente.
Crescer igreja é aceitar todo mundo de qualquer jeito e não se incomodar se continuar do mesmo jeito, mas evangelizar é discipular até que o sujeito fique parecido com Jesus.
Dinheiro, sexo e poder são as três coisas que mais temos nas igrejas ultimamente.
Pastor trocando de esposa, pastor rico e pastor influente é mato hoje!
“Fujam da imoralidade sexual.” 1Cor.6.14
“Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos. Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso e busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão.” 1Tm.6.9-11
DIGA NÃO a pornografia!
Augusto Nicodemos Lopes
Qual é o problema em gostar um pouco de pornografia?
Afinal, o que é pornografia mesmo?
Alguém já disse que é mais fácil reconhecer a pornografia do que defini-la. Os dicionários nos dizem que pornografia é o caráter imoral ou obsceno de uma publicação. Material pornográfico é aquele que descreve ou retrata atos ou episódios obscenos ou imorais. Essas definições não ajudam muito pois conceitos como "obscenos" e "imorais" são bastante subjetivos no mundo de hoje. Classificar material pornográfico em "soft" (nudez e sexo implícito) e "hardcore" (sexo explícito contendo cenas de degradação, violência e aberrações) só ajuda didaticamente. Para muitos, Playboy é uma revista pornográfica. Para outros, não. Entretanto, da perspectiva da ética bíblica, definição acima é mais que suficiente.
A popularidade da pornografia
É exatamente pela complexidade do assunto, agravado pela omissão de boa parte das igrejas no Brasil, que muitos evangélicos estão confusos quanto ao mesmo, e não poucos são viciados em alguma forma de pornografia. Aqui estão as minhas razões para essa constatação:
1) A tremenda popularidade da pornografia no mundo de hoje. Uma estatística de 1995 revelou que os americanos gastam mais em pornografia do que em Coca-Cola. Não é difícil de imaginar que a situação no Brasil não seria muito diferente. Até países antigamente fechados, como a China, em 1993 assistiu a uma enxurrada de material pornográfico em seus limites, após ter aberto, mesmo que um pouco, as suas fronteiras para receber ajuda estrangeira. Mensalmente, cerca de 8 milhões de cópias de revistas pornográficas circulam no Brasil. Em 1994 a venda de vídeos pornôs chegou perto de 500 milhões de dólares. Não é de se admirar que as locadoras reservam cada vez mais espaço nas prateleiras para vídeos pornôs. Segundo uma pesquisa, em 1992, 1 a cada 4 brasileiros assistiu a um filme de sexo explícito. O mesmo fizeram 13% das mulheres entrevistadas. Em 1995 esse número dobrou para os homens e aumentou um pouco em relação às mulheres.
2) A imensa facilidade para se conseguir material pornográfico no mundo de hoje. Como na maioria dos demais países "civilizados" (uma conhecida exceção é o Irã) material pornográfico pode ser encontrado e consumido facilmente no Brasil em diversas formas: cinema, canais abertos de televisão, televisão a cabo e no sistema "pay-per-view", Internet, fitas de vídeo, CD-ROMs com material pornográfico, gravuras, exposições de arte erótica, livros, revistas e vídeogames, entre outros. Parece não haver fim à criatividade do homem em utilizar-se dos avanços tecnológicos para a difusão da pornografia. Como disse o escritor francês Restif de la Bretone no século 18, "La dépravation suit le progrès des lumières" ("A depravação segue o progresso das luzes").
O que tem de mais em ver pornografia?
Muito embora os evangélicos em geral sejam contra a pornografia (alguns apenas instintivamente) nem todos estão conscientes do perigo que ela representa. Menciono alguns deles em seguida:
1) Consumir deliberadamente material pornográfico é violar todos os princípios bíblicos estabelecidos por Deus para proteger a família, a pureza e os valores morais. A própria palavra "pornografia" nos aponta esse realidade. Ela vem da palavra grega pornéia, que juntamente com mais outras 3 palavras (pornos, pornê e pornéuo) são usadas no Novo Testamento para a prática de relações sexuais ilícitas, imoralidade ou impureza sexual em geral. Freqüentemente essas palavras de raiz porn- aparecem em contextos ou associadas com outras palavras que especificam mais exatamente o tipo de impureza a que se referem: adultério, incesto, prostituição, fornicação, homossexualismo e lesbianismo. O Novo Testamento claramente condena a pornéia: ela é fruto da carne, procede do coração corrupto do homem, é uma ameaça à pureza sexual pois os que a praticam não herdarão o reino de Deus.
site creio
Qual é o problema em gostar um pouco de pornografia?
Afinal, o que é pornografia mesmo?
Alguém já disse que é mais fácil reconhecer a pornografia do que defini-la. Os dicionários nos dizem que pornografia é o caráter imoral ou obsceno de uma publicação. Material pornográfico é aquele que descreve ou retrata atos ou episódios obscenos ou imorais. Essas definições não ajudam muito pois conceitos como "obscenos" e "imorais" são bastante subjetivos no mundo de hoje. Classificar material pornográfico em "soft" (nudez e sexo implícito) e "hardcore" (sexo explícito contendo cenas de degradação, violência e aberrações) só ajuda didaticamente. Para muitos, Playboy é uma revista pornográfica. Para outros, não. Entretanto, da perspectiva da ética bíblica, definição acima é mais que suficiente.
A popularidade da pornografia
É exatamente pela complexidade do assunto, agravado pela omissão de boa parte das igrejas no Brasil, que muitos evangélicos estão confusos quanto ao mesmo, e não poucos são viciados em alguma forma de pornografia. Aqui estão as minhas razões para essa constatação:
1) A tremenda popularidade da pornografia no mundo de hoje. Uma estatística de 1995 revelou que os americanos gastam mais em pornografia do que em Coca-Cola. Não é difícil de imaginar que a situação no Brasil não seria muito diferente. Até países antigamente fechados, como a China, em 1993 assistiu a uma enxurrada de material pornográfico em seus limites, após ter aberto, mesmo que um pouco, as suas fronteiras para receber ajuda estrangeira. Mensalmente, cerca de 8 milhões de cópias de revistas pornográficas circulam no Brasil. Em 1994 a venda de vídeos pornôs chegou perto de 500 milhões de dólares. Não é de se admirar que as locadoras reservam cada vez mais espaço nas prateleiras para vídeos pornôs. Segundo uma pesquisa, em 1992, 1 a cada 4 brasileiros assistiu a um filme de sexo explícito. O mesmo fizeram 13% das mulheres entrevistadas. Em 1995 esse número dobrou para os homens e aumentou um pouco em relação às mulheres.
2) A imensa facilidade para se conseguir material pornográfico no mundo de hoje. Como na maioria dos demais países "civilizados" (uma conhecida exceção é o Irã) material pornográfico pode ser encontrado e consumido facilmente no Brasil em diversas formas: cinema, canais abertos de televisão, televisão a cabo e no sistema "pay-per-view", Internet, fitas de vídeo, CD-ROMs com material pornográfico, gravuras, exposições de arte erótica, livros, revistas e vídeogames, entre outros. Parece não haver fim à criatividade do homem em utilizar-se dos avanços tecnológicos para a difusão da pornografia. Como disse o escritor francês Restif de la Bretone no século 18, "La dépravation suit le progrès des lumières" ("A depravação segue o progresso das luzes").
O que tem de mais em ver pornografia?
Muito embora os evangélicos em geral sejam contra a pornografia (alguns apenas instintivamente) nem todos estão conscientes do perigo que ela representa. Menciono alguns deles em seguida:
1) Consumir deliberadamente material pornográfico é violar todos os princípios bíblicos estabelecidos por Deus para proteger a família, a pureza e os valores morais. A própria palavra "pornografia" nos aponta esse realidade. Ela vem da palavra grega pornéia, que juntamente com mais outras 3 palavras (pornos, pornê e pornéuo) são usadas no Novo Testamento para a prática de relações sexuais ilícitas, imoralidade ou impureza sexual em geral. Freqüentemente essas palavras de raiz porn- aparecem em contextos ou associadas com outras palavras que especificam mais exatamente o tipo de impureza a que se referem: adultério, incesto, prostituição, fornicação, homossexualismo e lesbianismo. O Novo Testamento claramente condena a pornéia: ela é fruto da carne, procede do coração corrupto do homem, é uma ameaça à pureza sexual pois os que a praticam não herdarão o reino de Deus.
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03 novembro 2006
Curso para melhorar o pastorado!
"Outro fator determinante para o sucesso é pregar conforme a vontade do público."
Clique no título e confira!
Leia na íntegra a matéria da loucura do pastorado sem chamado!
Eu acredito que quem entra em curso assim nunca foi chamado por Deus!
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25 outubro 2006
Renascer precisa Renascer
"Pois chegou a hora de começar o julgamento pela casa de Deus; e, se começa primeiro conosco, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?" 1Pe.4.17
Promotoria denuncia os fundadores da Renascer
Eles são acusados de criar igreja "laranja" para evitar processos na Justiça
Ministério Público pediu o fechamento dos templos da instituição no Estado de São Paulo; objetivo é evitar que fiéis sejam "enganados"
O Ministério Público de São Paulo denunciou à Justiça, sob acusação de falsidade ideológica, os fundadores da Igreja Apostólica Renascer em Cristo.
Segundo a denúncia, o apóstolo Estevam Hernandes Filho, a bispa Sonia Hernandes e o bispo primaz Jorge Luiz Bruno teriam montado uma igreja "laranja", chamada Internacional Renovação Evangélica, para livrar a Renascer de processos.
Na denúncia, o promotor criminal Marcelo Mendroni pede o fechamento de todos os templos da Renascer no Estado. O objetivo é evitar que fiéis continuem sendo "enganados ou prejudicados" com a ação da igreja, que já responde a mais de cem ações de cobrança de dívidas, a maioria trabalhista.
Segundo a denúncia, a igreja Internacional Renovação Evangélica, criada em 2004 por Jorge Luiz Bruno, não existe fisicamente. No endereço indicado na ata de fundação -rua Maria Carlota, 879, na zona leste de São Paulo- funciona um templo da Renascer.
Falsidade ideológica é crime previsto no Código Penal e acontece quando uma pessoa fornece informações falsas com a finalidade de prejudicar direitos. A pena prevista é de um a três anos de reclusão, quando envolve documento falsificado por particular.
Em setembro, fundadores da Renascer foram denunciados por estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. A denúncia foi acatada pela Justiça e tramita na 1ª Vara Criminal, que determinou quebra do sigilo bancário e bloqueio de bens do casal Hernandes.
Um ex-funcionário da Renascer, que se identificou como "J", disse à Folha que o dinheiro arrecadado entre os fiéis era usado para pagar funcionários de empresas dos Hernandes. Assim, sobravam mais recursos para que as empresas comprassem bens. "Oficialmente, eu recebia R$ 1.500. Mas, por fora, recebia R$ 8.000 em notas de R$ 1 e R$ 5, o que caracterizava dinheiro de oferta [dos fiéis]."
Acaso
A relação entre as igrejas foi descoberta depois que a Mapfre Seguros começou a investigar causas de um acidente com um helicóptero segurado pela empresa. A aeronave caiu em 2005 em um haras da filha do casal Hernandes.
Na tentativa de ficar desobrigada de pagar indenização, a Mapfre descobriu que o seguro estava em nome da empresa Radar Segurança e Vigilância Personalizada Ltda., cujo responsável legal era integrante da Renascer. Já o piloto, Márcio José Borba de Melo, morto no acidente, era funcionário da igreja Internacional Renovação Evangélica. Ao analisar a ação, o Ministério Público descobriu a relação entre as duas igrejas, que foram investigadas e, depois, denunciadas.
Promotoria denuncia os fundadores da Renascer
Eles são acusados de criar igreja "laranja" para evitar processos na Justiça
Ministério Público pediu o fechamento dos templos da instituição no Estado de São Paulo; objetivo é evitar que fiéis sejam "enganados"
O Ministério Público de São Paulo denunciou à Justiça, sob acusação de falsidade ideológica, os fundadores da Igreja Apostólica Renascer em Cristo.
Segundo a denúncia, o apóstolo Estevam Hernandes Filho, a bispa Sonia Hernandes e o bispo primaz Jorge Luiz Bruno teriam montado uma igreja "laranja", chamada Internacional Renovação Evangélica, para livrar a Renascer de processos.
Na denúncia, o promotor criminal Marcelo Mendroni pede o fechamento de todos os templos da Renascer no Estado. O objetivo é evitar que fiéis continuem sendo "enganados ou prejudicados" com a ação da igreja, que já responde a mais de cem ações de cobrança de dívidas, a maioria trabalhista.
Segundo a denúncia, a igreja Internacional Renovação Evangélica, criada em 2004 por Jorge Luiz Bruno, não existe fisicamente. No endereço indicado na ata de fundação -rua Maria Carlota, 879, na zona leste de São Paulo- funciona um templo da Renascer.
Falsidade ideológica é crime previsto no Código Penal e acontece quando uma pessoa fornece informações falsas com a finalidade de prejudicar direitos. A pena prevista é de um a três anos de reclusão, quando envolve documento falsificado por particular.
Em setembro, fundadores da Renascer foram denunciados por estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. A denúncia foi acatada pela Justiça e tramita na 1ª Vara Criminal, que determinou quebra do sigilo bancário e bloqueio de bens do casal Hernandes.
Um ex-funcionário da Renascer, que se identificou como "J", disse à Folha que o dinheiro arrecadado entre os fiéis era usado para pagar funcionários de empresas dos Hernandes. Assim, sobravam mais recursos para que as empresas comprassem bens. "Oficialmente, eu recebia R$ 1.500. Mas, por fora, recebia R$ 8.000 em notas de R$ 1 e R$ 5, o que caracterizava dinheiro de oferta [dos fiéis]."
Acaso
A relação entre as igrejas foi descoberta depois que a Mapfre Seguros começou a investigar causas de um acidente com um helicóptero segurado pela empresa. A aeronave caiu em 2005 em um haras da filha do casal Hernandes.
Na tentativa de ficar desobrigada de pagar indenização, a Mapfre descobriu que o seguro estava em nome da empresa Radar Segurança e Vigilância Personalizada Ltda., cujo responsável legal era integrante da Renascer. Já o piloto, Márcio José Borba de Melo, morto no acidente, era funcionário da igreja Internacional Renovação Evangélica. Ao analisar a ação, o Ministério Público descobriu a relação entre as duas igrejas, que foram investigadas e, depois, denunciadas.
11 outubro 2006
Luz na Net (N.20)
"Ao cair da tarde daquele primeiro dia da semana, estando os discípulos reunidos a portas trancadas, por medo dos judeus, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: "Paz seja com vocês!" João 20.19
Jesus chega no exato momento de medo dos seus pupilos.
Interessante perceber que os que detinham a paternidade divina eram os que causavam medo nos que seguiam a Jesus.
Talvez o medo de expor a fé no ambiente de trabalho seja a realidade de muitos, mas Jesus lhe diz que a paz esteja com você. Essa paz que lhe traz descanso no meio da luta e do medo, que lhe permite sentir alivio quando tudo está indicando para um caos total na sua vida.
Quem sabe se você pedir que Ele apareça no meio do seu coração seja o que você mais precise neste dia.
A paz esteja convosco, pode dizer o Senhor pra ti hoje!
Jesus chega no exato momento de medo dos seus pupilos.
Interessante perceber que os que detinham a paternidade divina eram os que causavam medo nos que seguiam a Jesus.
Talvez o medo de expor a fé no ambiente de trabalho seja a realidade de muitos, mas Jesus lhe diz que a paz esteja com você. Essa paz que lhe traz descanso no meio da luta e do medo, que lhe permite sentir alivio quando tudo está indicando para um caos total na sua vida.
Quem sabe se você pedir que Ele apareça no meio do seu coração seja o que você mais precise neste dia.
A paz esteja convosco, pode dizer o Senhor pra ti hoje!
09 outubro 2006
Luz na Net (N.19)
A DOENÇA DA URGÊNCIA
Leitura:
Filipenses 3:7-16
Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito;
mas prossigo. - Filipenses 3:12
"Anda logo!" "Estamos atrasados!" "É pra ontem!" Quantas vezes as nossas palavras impacientes brotam no nosso discurso, revelando o ritmo alucinado da nossa vida!? Se não tivermos cuidado, transformamo-nos em pessoas deprimidas exigindo resultados imediatos e instantâneos. Os psicólogos chamam este estado de "Doença da Urgência".
Em Filipenses 3 o apóstolo Paulo, que experimentava crescimento espiritual contínuo, lembra-nos que a maturidade cristã pode ser encorajada mas não apressada. No seu livrom
Overcomers Through the Cross (Vencedores Pela Cruz), Paul Billheimer diz que assim como Deus leva tempo a fazer um carvalho, também leva tempo a fazer um santo. O crescimento cristão é um processo que leva a vida inteira.
Billheimer escreveu: "Uma maçã verde, por não estar pronta a ser comida, não pode ser excluída. Apenas não está pronta a ser comida, porque Deus ainda não a terminou. Está numa fase do seu processo, sendo boa em si mesma."
Estás a sentir-te impaciente com o teu crescimento espiritual? Lembra-te que Deus ainda não deixou de agir em ti, nem Ele espera deixar de o fazer até ao momento em que te chamar para a Casa do Pai. Assegura-te de que o teu objetivo é o de conheceres a Cristo e de te tornares mais como Ele. Então lentamente, mas com segurança, quer sob um céu azul ou um céu tempestuoso, Ele tornar-te-á maduro. Esta é a cura para a tua "Doença da Urgência".
Leitura:
Filipenses 3:7-16
Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito;
mas prossigo. - Filipenses 3:12
"Anda logo!" "Estamos atrasados!" "É pra ontem!" Quantas vezes as nossas palavras impacientes brotam no nosso discurso, revelando o ritmo alucinado da nossa vida!? Se não tivermos cuidado, transformamo-nos em pessoas deprimidas exigindo resultados imediatos e instantâneos. Os psicólogos chamam este estado de "Doença da Urgência".
Em Filipenses 3 o apóstolo Paulo, que experimentava crescimento espiritual contínuo, lembra-nos que a maturidade cristã pode ser encorajada mas não apressada. No seu livrom
Overcomers Through the Cross (Vencedores Pela Cruz), Paul Billheimer diz que assim como Deus leva tempo a fazer um carvalho, também leva tempo a fazer um santo. O crescimento cristão é um processo que leva a vida inteira.
Billheimer escreveu: "Uma maçã verde, por não estar pronta a ser comida, não pode ser excluída. Apenas não está pronta a ser comida, porque Deus ainda não a terminou. Está numa fase do seu processo, sendo boa em si mesma."
Estás a sentir-te impaciente com o teu crescimento espiritual? Lembra-te que Deus ainda não deixou de agir em ti, nem Ele espera deixar de o fazer até ao momento em que te chamar para a Casa do Pai. Assegura-te de que o teu objetivo é o de conheceres a Cristo e de te tornares mais como Ele. Então lentamente, mas com segurança, quer sob um céu azul ou um céu tempestuoso, Ele tornar-te-á maduro. Esta é a cura para a tua "Doença da Urgência".
02 outubro 2006
POR QUE VOTO EM LULA ??
Democracia é maior que qualquer um de nós
RENATO JANINE RIBEIRO
ESPECIAL PARA A FOLHA
Eleição não é luta do bem com o mal. É comparação. Voto em Lula porque, a meu ver, seu governo melhorou o Brasil. Ele recebeu o país com uma agenda ditada pela direita, que reduzia quase tudo à política econômica, ou pior, à monetária e à fiscal; um país que, no fim de 2001, não cumpria mais o Orçamento, sem dinheiro nem para pagar passagens de ministros, com o dólar a R$ 4 e um risco-Brasil enorme. Ora, o governo de centro-esquerda foi capaz de acalmar a economia, de baixar o risco, de aumentar as exportações, enfim, de cumprir uma agenda econômica que não era sua prioridade, nem a dos movimentos populares, e isso sem privatizar nada, sem desfazer o patrimônio público.
Mais, ainda: Lula colocou na política brasileira, de modo definitivo, uma agenda social importante. E com êxito. Segundo Maria Inês Nassif ("Valor Econômico", 24/8), o maior rigor em programas como o Bolsa-Família e os do Ministério das Cidades "desintermediou o voto da população pobre, que antes passava pelo chefe local". Se isso é certo, não há paternalismo na atual política de promoção social. Não adianta ficar inventando que Lula se proclamou "pai dos pobres". Alguns jornalistas dizem isso, mas nunca informam quando o presidente teria usado uma linguagem tão contrária a suas crenças para se referir a si próprio. Tudo indica que há menos paternalismo agora do que antes.
É engraçado: quando se banhava de dinheiro o grande capital (empréstimos do BNDES a juros baixos para privatizar estatais), a opinião dominante chamava isso de progresso, mas, quando se dá dinheiro aos mais pobres, para comerem e se vestirem melhor, a mesma opinião dominante entende que dinheiro nas mãos de pobres não presta.
Discordo disso.
Quero uma sociedade democrática. Isso significa, em primeiro lugar, o fim da miséria, a redução da desigualdade social.
No horizonte político brasileiro, não vejo força melhor que a coligação de esquerda para promover esse salto qualitativo. Ela tem sido capaz de melhorar as condições sociais com uma temperatura baixa de conflitos, ao contrário do que diziam seus detratores.
O país não pegou fogo. O saldo do governo é positivo: a questão social está sendo bem orientada.
Agora vamos à questão ética.
No governo atual o procurador-geral não engaveta processos, a Polícia Federal age, CPIs funcionam. Já seu principal adversário impediu 60 CPIs de funcionar na Assembléia paulista, deixou uma política de segurança prepotente e ineficaz (porque acabamos sob o domínio do PCC) e uma política de educação que não é das melhores. Eleição é comparação. Não vejo no governo Alckmin superioridade ética sobre o governo Lula.
Contudo, há satisfações que o PT deve à sociedade. Os escândalos mostram que ele é um partido mais "normal" do que imaginava ser. Humildade não faz mal. O PT tem seus defeitos. Deve contas ao Brasil. Tem de fazer uma faxina interna e punir quem errou. Mas, ainda assim, consegue governar melhor que os outros. Aliás, seria bom o país todo fazer um exame de consciência. Com o financiamento privado de eleições, a porta se escancara para a negociata. Deveríamos priorizar em 2007 a reforma política, com fidelidade partidária, condições mais equilibradas de financiamento às candidaturas e talvez até o voto distrital.
Uma eleição não é uma guerra. Amanhã e sempre, teremos de conviver, quem votou em Lula ou nos outros candidatos.
Precisa cessar o terror discursivo, a ameaça ao voto universal. Este é o segundo ponto em que desejo uma sociedade democrática. Democracia significa respeitar o discurso do outro. Nas eleições, as pessoas se exaltam, mas é desonesto deformar o que o outro disse.
Muito do que hoje se conta sobre o PT ou sobre quem o apóia, como eu, é uma enorme caricatura. Isso amesquinha a política, que deve ser arena de adversários, não de inimigos.
Esse clima envenenado não ajuda o de que mais precisamos, não nós da esquerda, mas nós brasileiros: construir alianças, trabalho em conjunto, convergências. A sociedade é maior que a política. O Brasil é maior que os partidos. A pequena ambição não pode erodir nossas oportunidades.
Podemos enfrentar a miséria, melhorar a educação e a saúde, integrar os excluídos. Penso que Lula é o mais adequado, hoje, para dirigir o governo neste rumo mas penso também que este tem de ser um projeto de sociedade, e não apenas de governo. Não estamos, hoje, terceirizando a solução de nossos problemas. Estamos elegendo o mais apto a dirigir um esforço que deve ser maior do que ele e do que qualquer um de nós.
--------------------------------------------------------------------------------
RENATO JANINE RIBEIRO , professor de ética e filosofia política na USP, é diretor de avaliação da Capes e autor de, entre outras obras, "A Sociedade Contra o Social - O Alto Custo da Vida Pública no Brasil" (Companhia das Letras)
RENATO JANINE RIBEIRO
ESPECIAL PARA A FOLHA
Eleição não é luta do bem com o mal. É comparação. Voto em Lula porque, a meu ver, seu governo melhorou o Brasil. Ele recebeu o país com uma agenda ditada pela direita, que reduzia quase tudo à política econômica, ou pior, à monetária e à fiscal; um país que, no fim de 2001, não cumpria mais o Orçamento, sem dinheiro nem para pagar passagens de ministros, com o dólar a R$ 4 e um risco-Brasil enorme. Ora, o governo de centro-esquerda foi capaz de acalmar a economia, de baixar o risco, de aumentar as exportações, enfim, de cumprir uma agenda econômica que não era sua prioridade, nem a dos movimentos populares, e isso sem privatizar nada, sem desfazer o patrimônio público.
Mais, ainda: Lula colocou na política brasileira, de modo definitivo, uma agenda social importante. E com êxito. Segundo Maria Inês Nassif ("Valor Econômico", 24/8), o maior rigor em programas como o Bolsa-Família e os do Ministério das Cidades "desintermediou o voto da população pobre, que antes passava pelo chefe local". Se isso é certo, não há paternalismo na atual política de promoção social. Não adianta ficar inventando que Lula se proclamou "pai dos pobres". Alguns jornalistas dizem isso, mas nunca informam quando o presidente teria usado uma linguagem tão contrária a suas crenças para se referir a si próprio. Tudo indica que há menos paternalismo agora do que antes.
É engraçado: quando se banhava de dinheiro o grande capital (empréstimos do BNDES a juros baixos para privatizar estatais), a opinião dominante chamava isso de progresso, mas, quando se dá dinheiro aos mais pobres, para comerem e se vestirem melhor, a mesma opinião dominante entende que dinheiro nas mãos de pobres não presta.
Discordo disso.
Quero uma sociedade democrática. Isso significa, em primeiro lugar, o fim da miséria, a redução da desigualdade social.
No horizonte político brasileiro, não vejo força melhor que a coligação de esquerda para promover esse salto qualitativo. Ela tem sido capaz de melhorar as condições sociais com uma temperatura baixa de conflitos, ao contrário do que diziam seus detratores.
O país não pegou fogo. O saldo do governo é positivo: a questão social está sendo bem orientada.
Agora vamos à questão ética.
No governo atual o procurador-geral não engaveta processos, a Polícia Federal age, CPIs funcionam. Já seu principal adversário impediu 60 CPIs de funcionar na Assembléia paulista, deixou uma política de segurança prepotente e ineficaz (porque acabamos sob o domínio do PCC) e uma política de educação que não é das melhores. Eleição é comparação. Não vejo no governo Alckmin superioridade ética sobre o governo Lula.
Contudo, há satisfações que o PT deve à sociedade. Os escândalos mostram que ele é um partido mais "normal" do que imaginava ser. Humildade não faz mal. O PT tem seus defeitos. Deve contas ao Brasil. Tem de fazer uma faxina interna e punir quem errou. Mas, ainda assim, consegue governar melhor que os outros. Aliás, seria bom o país todo fazer um exame de consciência. Com o financiamento privado de eleições, a porta se escancara para a negociata. Deveríamos priorizar em 2007 a reforma política, com fidelidade partidária, condições mais equilibradas de financiamento às candidaturas e talvez até o voto distrital.
Uma eleição não é uma guerra. Amanhã e sempre, teremos de conviver, quem votou em Lula ou nos outros candidatos.
Precisa cessar o terror discursivo, a ameaça ao voto universal. Este é o segundo ponto em que desejo uma sociedade democrática. Democracia significa respeitar o discurso do outro. Nas eleições, as pessoas se exaltam, mas é desonesto deformar o que o outro disse.
Muito do que hoje se conta sobre o PT ou sobre quem o apóia, como eu, é uma enorme caricatura. Isso amesquinha a política, que deve ser arena de adversários, não de inimigos.
Esse clima envenenado não ajuda o de que mais precisamos, não nós da esquerda, mas nós brasileiros: construir alianças, trabalho em conjunto, convergências. A sociedade é maior que a política. O Brasil é maior que os partidos. A pequena ambição não pode erodir nossas oportunidades.
Podemos enfrentar a miséria, melhorar a educação e a saúde, integrar os excluídos. Penso que Lula é o mais adequado, hoje, para dirigir o governo neste rumo mas penso também que este tem de ser um projeto de sociedade, e não apenas de governo. Não estamos, hoje, terceirizando a solução de nossos problemas. Estamos elegendo o mais apto a dirigir um esforço que deve ser maior do que ele e do que qualquer um de nós.
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RENATO JANINE RIBEIRO , professor de ética e filosofia política na USP, é diretor de avaliação da Capes e autor de, entre outras obras, "A Sociedade Contra o Social - O Alto Custo da Vida Pública no Brasil" (Companhia das Letras)
25 setembro 2006
ELLUS - ROUPA OU PORNOGRAFIA

Gostaria de expressar minha perplexidade sobre a nova campanha promocional da ELLUS.
Não sou puritano nem desejo mudar o mundo, mas acho que os abusos nos meios de comunicação, que invadem nossas vidas e nossas famílias sem pedir licença, devem ser notados, controlados e coibidos.
Estava passeando no shopping Center Norte neste final de semana, com minha esposa e filhos de 10 e 5 anos, e me deparei com um banner enorme da ELLUS com uma moça absolutamente nua com um rapaz semi-nú. Assim... sem mais nem menos... lá na frente da multidão. Seria uma linda foto se estivesse na PLAYBOY ou no canal a cabo Sexy Hot, mas NO SHOPPING???
Sem filtro, sem motivo, e sem barreiras, os criadores jogam esse tipo de imagem sobre todos, e a sociedade vira uma confusao de erotismo barato e sexualidade precoce, que deteriora as famílias e queima as etapas nas mentes dos pequenos. Algo como "Tchan" e "Rebelde" que todos aprovam e incentivam... E depois de NOVE MESES você vê o resultado!
Será que e ELLUS precisa apelar dessa maneira para vender calças jeans? Tenho certeza de que não!
Essa promoção está também, em versão ainda mais erótica, nas ruas de São Paulo: uma linda menina (de uns 16 anos?) totalmente nua na praia, com uma rapaz abrindo sua calça jeans para quê? Jogar frescobol? É óbvio que induz ao ato sexual na praia (o que a Cicarelli certamente aprovou!). E o que eu digo aos meus filhos??
Pessoal: pensem mais antes de lançarem esse tipo de propaganda. Para vocês que ainda tem filhos pequenos, pensem neles!
Existe o limite do belo e do vulgar! Do sensual e do pornográfico! Da insinuação e da leviandade!
Será que os shoppings também não enxergam isso???
Não tem ninguém controlando?
(Mensagem enviada ao Center Norte via site hoje)
Flavio Ignacio
24 setembro 2006
A prostituição de Cicarelli
"Vem, embriaguemo-nos com as delícias do amor, até pela manhã; gozemos amores.
E ele num instante a segue, como boi que vai ao matadouro; como o cervo que corre para a rede, até que a flecha lhe atravesse o coração; como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto lhe custará a vida."Provérbios 7.18,22,23
Muita gente procurou e babou com o vídeo de sexo da famosa Cicarelli e seu mais novo principe. O livro de provérbios diz que ela é uma mulher sedutora, prostituta e adultera e seu namorado é o que caiu na rede, na gaiola e no laço de morte, ou, ela é quem caiu.
Eles prestaram um des-serviço a família! Suas atitudes em público mostrou que o que Deus criou para a intimidade do casal eles fizeram questão de dizer que não se importam. Que o diabo tem razão quando planta na mente, "deu vontade? Faça!"
Assim como um animal com o seu instinto em fazer sexo em qualquer lugar, eles o casal animal mostraram que pelo desejo podem se igualar a um cachorro sem pudor.
Os que deram ibope a essa atitude cassando pela internet o vídeo coadunam com a absurda atitude de transarem na praia.
A Folha de S.Paulo neste domingo, trouxe uma reportagem de vários casais não casados que transaram em locais públicos um dia. É tudo normal!
De médico e louco e cachorrada, todo mundo tem um pouco!
Ainda não estamos perto de vivermos uma Sodoma e Gomorra, mas daqui a pouco estaremos bem próximos disso.
Que venha o que é perfeito! Cristo Jesus na vida destes animais!
E ele num instante a segue, como boi que vai ao matadouro; como o cervo que corre para a rede, até que a flecha lhe atravesse o coração; como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto lhe custará a vida."Provérbios 7.18,22,23
Muita gente procurou e babou com o vídeo de sexo da famosa Cicarelli e seu mais novo principe. O livro de provérbios diz que ela é uma mulher sedutora, prostituta e adultera e seu namorado é o que caiu na rede, na gaiola e no laço de morte, ou, ela é quem caiu.
Eles prestaram um des-serviço a família! Suas atitudes em público mostrou que o que Deus criou para a intimidade do casal eles fizeram questão de dizer que não se importam. Que o diabo tem razão quando planta na mente, "deu vontade? Faça!"
Assim como um animal com o seu instinto em fazer sexo em qualquer lugar, eles o casal animal mostraram que pelo desejo podem se igualar a um cachorro sem pudor.
Os que deram ibope a essa atitude cassando pela internet o vídeo coadunam com a absurda atitude de transarem na praia.
A Folha de S.Paulo neste domingo, trouxe uma reportagem de vários casais não casados que transaram em locais públicos um dia. É tudo normal!
De médico e louco e cachorrada, todo mundo tem um pouco!
Ainda não estamos perto de vivermos uma Sodoma e Gomorra, mas daqui a pouco estaremos bem próximos disso.
Que venha o que é perfeito! Cristo Jesus na vida destes animais!
14 setembro 2006
Luz na Net (N.18)
Algo mais do que “Clube da Benção”.Talvez não tenha sido fácil ser um dos primeiros discípulos de Jesus. Ele constantemente desafiava suas motivações em relação àquilo que faziam. Uma das perguntas mais duras que fez, que, aliás, me assusta, é aquela de Lucas 6: “ Por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando”?
Jesus lança esse desafio para nós porque sabe como funciona nossa natureza humana, e sabe que queremos a segurança da amizade com Ele. Sabe que queremos Seu amor e Sua paz em nossas vidas, e que queremos a certeza de passar a eternidade com Ele. Mas Ele também sabe que nós, por causa da nossa natureza humana, não queremos que isso nos custe algo. Queremos tudo de graça. Queremos uma amizade “de mão única” com Jesus, algo como “Clube da Benção”.
O fato é que realmente se trata de uma amizade de mão única. Seu desafio então nos coloca diante de um dos maiores paradoxos do evangelho. Realmente, a salvação é um dom gratuito de Deus. Mas, para recebermos esse dom, o custo é alto – inclusive nossa própria vida. Para recebermos o dom de Deus temos de render nossa vida a Ele, morrer para o nosso velho eu e nascer de novo na Sua família.
Foi assim que Jesus desafiou Seus discípulos, e é assim que nos desafia.
Será que você já morreu para o seu velho eu? Quem se assenta no trono da sua vida? Você ainda está no comando, ou Jesus? Ou será que Ele está perguntando, porque você me chama de Senhor, mas não faz o que eu mando?
Keith Green
Jesus lança esse desafio para nós porque sabe como funciona nossa natureza humana, e sabe que queremos a segurança da amizade com Ele. Sabe que queremos Seu amor e Sua paz em nossas vidas, e que queremos a certeza de passar a eternidade com Ele. Mas Ele também sabe que nós, por causa da nossa natureza humana, não queremos que isso nos custe algo. Queremos tudo de graça. Queremos uma amizade “de mão única” com Jesus, algo como “Clube da Benção”.
O fato é que realmente se trata de uma amizade de mão única. Seu desafio então nos coloca diante de um dos maiores paradoxos do evangelho. Realmente, a salvação é um dom gratuito de Deus. Mas, para recebermos esse dom, o custo é alto – inclusive nossa própria vida. Para recebermos o dom de Deus temos de render nossa vida a Ele, morrer para o nosso velho eu e nascer de novo na Sua família.
Foi assim que Jesus desafiou Seus discípulos, e é assim que nos desafia.
Será que você já morreu para o seu velho eu? Quem se assenta no trono da sua vida? Você ainda está no comando, ou Jesus? Ou será que Ele está perguntando, porque você me chama de Senhor, mas não faz o que eu mando?
Keith Green
12 setembro 2006
Não mudamos as pessoas!
“Se há uma lição que eu gostaria de ter aprendido antes dos meus quarenta anos, é de que não é possível controlar o comportamento de alguém. Com toda sinceridade, você não consegue. As pessoas serão sempre pessoas.” M.J. Ryan
Isso é verdade! Eu também gostaria de ter tido essa “sacada” antes dos meus 40, mas é possível acreditar que Deus muda as pessoas, mas não desfaz suas características pessoais. Perceba você que quem é muito brigona quando se converte, se não mudar de temperamento, o que é possível, mas nem tanto, irá trabalhar com batalha espiritual.
Quem tem um jeito melancólico irá ficar no campo da oração, reflexão e serviço, assim como o mais enérgico poderá ser administrador e líder.
O importante sabermos com esta afirmação é que por nós mesmos não mudaremos as pessoas. Por isso é bom pensarmos muito antes de confrontarmos algumas pessoas, principalmente os de postura arrogante, que na igreja tem muito, que se veste na pele de manso.
Isso é verdade! Eu também gostaria de ter tido essa “sacada” antes dos meus 40, mas é possível acreditar que Deus muda as pessoas, mas não desfaz suas características pessoais. Perceba você que quem é muito brigona quando se converte, se não mudar de temperamento, o que é possível, mas nem tanto, irá trabalhar com batalha espiritual.
Quem tem um jeito melancólico irá ficar no campo da oração, reflexão e serviço, assim como o mais enérgico poderá ser administrador e líder.
O importante sabermos com esta afirmação é que por nós mesmos não mudaremos as pessoas. Por isso é bom pensarmos muito antes de confrontarmos algumas pessoas, principalmente os de postura arrogante, que na igreja tem muito, que se veste na pele de manso.
11 setembro 2006
Luz na Net (N.17)
"Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo." Col.2.8
Se todos tivessesm essa preocupação que Paulo tinha, as nossas igrejas não estariam tão "malucas" e sem doutrina como estão hoje em dia.
Apostolado, bispado e daqui a pouco chegará no Brasil a moda dos patriarcas e os apóstolos serão uma escala secundária e rebaixada.
Cada vez mais o nível da mediocridade e superficialidade teológica está subindo e o incrível é que os "bobões" pensam que estão sendo cumpridores da vontade de Deus.
A vontade de Deus é que sejamos parecidos com o seu filho, que se esvaziou assumindo a forma de servo e foi obediente até a morte de cruz.
Pode constatar que os que se intitulam apóstolos e bispos, não servem as pessoas, mas as usam para serem servidos.
Se todos tivessesm essa preocupação que Paulo tinha, as nossas igrejas não estariam tão "malucas" e sem doutrina como estão hoje em dia.
Apostolado, bispado e daqui a pouco chegará no Brasil a moda dos patriarcas e os apóstolos serão uma escala secundária e rebaixada.
Cada vez mais o nível da mediocridade e superficialidade teológica está subindo e o incrível é que os "bobões" pensam que estão sendo cumpridores da vontade de Deus.
A vontade de Deus é que sejamos parecidos com o seu filho, que se esvaziou assumindo a forma de servo e foi obediente até a morte de cruz.
Pode constatar que os que se intitulam apóstolos e bispos, não servem as pessoas, mas as usam para serem servidos.
Expo-Cristã

É muito interessante esta feira que novamente se inicia nesta semana.
Uma feira de consumismo evangélico, um contra censo com o que pregamos e temos propagado pela Bíblia.
Nós, os evangélicos que no passado éramos os detentores da simplicidade e da vida sem exageros nos tornamos consumistas e capitalistas.
O que aconteceu??
09 setembro 2006
Luz na Net (N.16)
"O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para..." Lc.4.18
No caso aqui aconteceu com Jesus! O Espírito estava sobre ele para evangelizar, curar, libertar e pregar, caso o mesmo Espírito esteja sobre você, Ele está para que?
O que você tem feito vem de Deus ou de você mesmo?
É bom começar a refletir sobre isso, porque se você tem vivido para você mesmo, um dia Deus irá te pedir contas disso.
No caso aqui aconteceu com Jesus! O Espírito estava sobre ele para evangelizar, curar, libertar e pregar, caso o mesmo Espírito esteja sobre você, Ele está para que?
O que você tem feito vem de Deus ou de você mesmo?
É bom começar a refletir sobre isso, porque se você tem vivido para você mesmo, um dia Deus irá te pedir contas disso.
06 setembro 2006
Luz na Net (N.15)
Jesus respondeu: "Pode ir. O seu filho continuará vivo". O homem confiou na palavra de Jesus e partiu." João 4.50
O oficial que tinha o filho doente, pediu a cura pra Jesus, somente dando uma palavra o menino ficou curado a distância. O homem acreditou na palavra de Jesus.
Essa crença não foi baseada em misticismo, mas em autoridade, pois sendo oficial sabia que ordem é ordem e não se discute.
O oficial sabia que o universo estava sujeito a Jesus e que uma palavra sua contra a doença ela teria que cumprir.
Meu amigo(a), se Jesus der uma ordem ao seu favor as coisas terão de se cumprir. Não há nada que Jesus ordene que não se cumpra!
Bom feriado de 7 de Setembro!
O oficial que tinha o filho doente, pediu a cura pra Jesus, somente dando uma palavra o menino ficou curado a distância. O homem acreditou na palavra de Jesus.
Essa crença não foi baseada em misticismo, mas em autoridade, pois sendo oficial sabia que ordem é ordem e não se discute.
O oficial sabia que o universo estava sujeito a Jesus e que uma palavra sua contra a doença ela teria que cumprir.
Meu amigo(a), se Jesus der uma ordem ao seu favor as coisas terão de se cumprir. Não há nada que Jesus ordene que não se cumpra!
Bom feriado de 7 de Setembro!
05 setembro 2006
Luz na Net (N.14)
"De onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam dentro de vocês?" Tiago 4.1
Não adianta colocar a culpa nos outros pelos tumultos que nos cercam, a bíblia diz que o problema é nosso. Somos arrogantes e interesseiros! Temos o pecado dentro de nós para nos atormentar e alguns colocam a culpa no diabo como se ele fosse o responsável pelos meus problemas. Não, ele não é o responsável como tenta dizer a Igreja Universal, porque o diabo também foi pego pelo pecado, porque se ele não tivesse pecado ele não seria diabo e continuaria sendo lucifer, um anjo de luz.
Cuide do seu interior, porque é de dentro dele que procedem os problemas.
Não adianta colocar a culpa nos outros pelos tumultos que nos cercam, a bíblia diz que o problema é nosso. Somos arrogantes e interesseiros! Temos o pecado dentro de nós para nos atormentar e alguns colocam a culpa no diabo como se ele fosse o responsável pelos meus problemas. Não, ele não é o responsável como tenta dizer a Igreja Universal, porque o diabo também foi pego pelo pecado, porque se ele não tivesse pecado ele não seria diabo e continuaria sendo lucifer, um anjo de luz.
Cuide do seu interior, porque é de dentro dele que procedem os problemas.
04 setembro 2006
Luz na Net (N.13)
Conhecendo Jesus seus pensamentos, disse-lhes: "Por que vocês pensam maldosamente em seu coração? Mt.9.4
Não adianta esconder nada do Senhor! Ele sabe muito bem o que passa no coração das pessoas. Muitas vezes você usa de cinismo com as pessoas, mas Ele, o Senhor sabe de tudo. Conhece tudo e vê todas as coisas!
Precisamos todos os dias colocar o nosso coração diante Dele!
Ele diz que nosso coração é maldoso, e é mesmo, pois estamos sempre pensando com maldade, veja por exemplo quando ouvimos atos de crueldade, logo pensamos o que fazer com o criminoso. Dificilmente pensamos como ajudar, mas como exercer juízo temos rapidez!
Não adianta esconder nada do Senhor! Ele sabe muito bem o que passa no coração das pessoas. Muitas vezes você usa de cinismo com as pessoas, mas Ele, o Senhor sabe de tudo. Conhece tudo e vê todas as coisas!
Precisamos todos os dias colocar o nosso coração diante Dele!
Ele diz que nosso coração é maldoso, e é mesmo, pois estamos sempre pensando com maldade, veja por exemplo quando ouvimos atos de crueldade, logo pensamos o que fazer com o criminoso. Dificilmente pensamos como ajudar, mas como exercer juízo temos rapidez!
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