Recentemente recebi por email um texto do Ricardo Gondim que muito me falou. Falou-me porque percebi que sua “queixa” tem eco na minha e deverá ter na sua também.
Antes de você o ler, quero dar minha contribuição ao texto.
Sendo pastor, muitas pessoas se aproximaram e se aproximam de mim, mas na maioria delas foi para tirar proveito. Proveito no bom sentido! Proveito bíblico, aconselhamento e talvez por achar que sou espiritual. Perto de mim acreditam que ficarão um pouco mais ungidos. Outros foram por conta do “falso poder” eclesiástico que em suas imaginações eu poderia dar espaço e crescimento aos seus sonhos pessoais. Como disse muito bem o Gondim, eu também como ele, às vezes em minhas reflexões torno-me duro e amargo nos comentários e depois disso os amigos se revelam me deixando a falar sozinho. No meu entendimento amigo verdadeiro suporta meus contratempos e dissabores. Amigos verdadeiros entendem que também falo besteira e comentários infelizes. Também advogo com o Gondim de que entre amigos posso dizer o que penso sem reservas, mas... ao longo desse tempo quebrei a cara. Bem... ou quebrei a cara ou ainda não tive amigos.
Muitos me procuravam quando minha igreja tinha bons recursos, e a todos ajudei. Me lasquei! Hoje, nenhum deles está por aqui ou por perto. Quando há doces as moscas aparecem! A natureza nos ensina!
Um dia, achei que tinha encontrado o amigo verdadeiro. As conversas entre nós eram muito íntimas e confidenciais. Recebi dele muita ajuda e admiração, mas não sei se foi mordido pela chamada mosca azul ou suas neuroses foram mais fortes que minhas demonstrações de amizade, mas o que sei é que nossa amizade durou até o dia em que disse o que pensava num determinado momento, não o tempo todo, mas num momento. Desgraça minha! O que disse tornou-se fel na mente dele. Rompimento sem volta, mesmo depois de eu tentar de tudo, ou quase tudo, não o tive de volta. Amigo ferido ou nunca amigo? Não sei. Mas não posso ser ingrato. Tenho outros antigos e outro novo. Mas só o tempo dirá se são mesmos.
Vamos ao texto do Gondim, pois com ele o meu fará um pouco mais de sentido.
Procuram-se amigos
Riardo Gondim
Quando eu era menino, mamãe me aconselhava a tomar cuidado com os meus amigos. Depois, quando cresci mais, papai repetiu o surrado provérbio: “Dize-me com quem andas e te direi quem és”. Passados vários anos e com tanta água sob pontes e viadutos, não consigo avaliar se consegui obedecê-los. Sinto, porém, que preciso achar novos amigos.
Cheguei à meia idade bem decepcionado com a palavra Amizade. Esfolei os joelhos nos desdéns, aprofundei as ranhuras da cara com decepções e perdi tufos de cabelo com traições. Mas mesmo assim, reluto; não posso tornar-me cético, sei que devo manter-me próximo de amigos verdadeiros - Isso não é fácil!
Faz pouco tempo, devido à internet, encontrei um colega (já não posso chamar-lhe de amigo) - estranho, eu o considerava um "irmãozão". Havíamos perdido o contato há alguns anos. Redigi e mandei-lhe uma mensagem cheia de afeto e saudade. Na verdade, eu estava carente, necessitado de vínculos leais. Tal como um doente que aperta a campainha da UTI, desesperado pelo socorro do médico, eu clamava por sua atenção. Arrazado, amarguei uma resposta horrível. Ele candidamente agradeceu a “carta eletrônica” e não hesitou em propor que, daquele dia em diante, compartilhássemos esboços de sermão. Quase chorei. A última coisa que eu precisava era um “esqueleto” de pregação.
Entretanto, mesmo amealhando decepções, insisto em garimpar amigos.
Quero ser amigo de quem valoriza a lealdade. Quando papai esteve preso, o estigma de subversivo grudou nele. Um dia, ele me contou com lágrimas nos olhos que vários ex-colegas da Aeronáutica desciam a calçada para não se verem obrigados a cumprimentá-lo. Guardo esse trauma e, sinceramente, não consigo lidar com amizades de conveniência.
Preciso acreditar em amizades que não se intimidam com censuras, que não retrocedem diante do perigo e que não abandonam na hora do apedrejamento. Amigos não desertam.
Quero ser amigo de quem eu não deva me proteger, mas que também não se sinta acuado e com medo de mim. Não creio em companheirismo lotado de suspeita. Grandes amigos são vulneráveis; conversam sem cautela; sentem-se livres para rasgar a alma e sabem que confidências e segredos nunca serão jogados no ventilador da indiscrição. Amigos preferem proteger os amigos a defender normas, estatutos e leis.
Quero ser amigo de quem não se melindra com facilidade. Eu me conheço, sei que piso em calos. Agrido com meus silêncios. Uso a introspecção para tecer comentários ácidos e impensados. Às vezes quanto mais tento, mais me mostro tosco. Vou precisar de amigos que tolerem as minhas heresias, hesitações e pecados. Dependo de que suportem o baque de minhas inadequações, e que sejam teimosos em me querer bem.
Quero ser amigo, não simples parceiro de vocação. Já preguei em igrejas em que o pastor, depois da programação, se despediu de mim na calçada do aeroporto e nunca mais tive notícias dele ou da igreja. Não vou colocar o meu nome em conferências ou congressos que só me querem para divulgação. Recuso-me a reforçar eventos que engradecem pessoas ou instituições, mas não criam vínculos de carinho ou de cuidado.
Já não aguento abraços coreografados. Manifestações artificiais de coleguismo, me enfadam. Tornou-se ridículo para mim testemunhar pessoas dizendo "somos uma só família em Cristo" e depois vê-las alfinetando os "irmãos" com comentários venenosos.
Amizades certinhas, alimentadas por pieguismo e textos re-encaminhados de power-point, já não dizem muita coisa. Quanta preguiça e descuido jazem nas entrelinhas dos cartões de aniversário com frases prontas. Verdadeiros amigos sabem que seus sentimentos são preciosos e como é valioso compartilhá-los. Amizades superficiais são mais danosas do que inimizades explícitas.
Quero ser amigo de quem não tem necessidade de parecer certinho. Não tolero conviver com quem nunca tropeça nos próprios cadarços ou que jamais admitiu ter sonhos eróticos. Ando cauteloso com quem se arvora de ter a língua sob controle absoluto.Vez por outra preciso relaxar, rir do passado, sonhar maluquices para o futuro e conversar trivialidades.
Necessito de amigos que se deliciam em ouvir a mesma música duas vezes para perceber as sutilezas da poesia. Como é bom encontrar um velho camarada e comentar aquele filme que a gente acabou de assistir. Adoro partilhar pedaços do último livro que li. Vale contar com amigos que numa mesma conversa, elogiam ou espinafram políticos, pastores, atores, árbitros de futebol. Não existe preço para riso ou lágrima que vem da poesia.
Quero terminar os dias e poder afirmar que, mesmo desacreditado das ideologias, dos sistemas econômicos e das instituições religiosas, jamais negligenciei a minha melhor fortuna: meus bons e velhos amigos. Contudo, ainda desejo encontrar mais amigos.
Soli Deo Gloria.
20-07-10
25 julho 2010
19 julho 2010
A falência da família
A triste realidade em que as famílias estão inseridas fez com que o governo arbitrasse no espaço que é sagrado. É assim que eu vejo a família. Um núcleo onde Deus, o autor dela, deveria ser o árbitro, mas pela incredulidade dos corações não tem sido mais.
A última do governo foi à aprovação do crime aos pais que derem palmadas em seus filhos e forem denunciados quanto a isso. O problema é se for denunciado por um vizinho que acha que você está sendo demais com as crianças. Tudo isso se dá por causa das graves denuncias de abusos contra elas ao longo da história. Mas há nos autos do código civil e até criminal uma lei contra isso, não precisava ser especifico quanto às palmadas ditas pedagógicas.
Nós que advogamos a lei das sagradas escrituras corremos o risco de sermos “marginais” se continuarmos praticando as palmadas corretivas conforme a Bíblia nos diz:
"Castiga o teu filho, e te dará descanso; e dará delícias à tua alma." Provérbios 29:17
"Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar." Provérbios 19:18
"O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga." Provérbios 13:24
A bíblia fica desatualizada diante da nova lei!
Sigo as lições da juíza de paz da Argentina que se negará a fazer casamento homossexual diante da lei que apóia a união civil homossexual. Farei o mesmo por aqui quanto às palmadas pedagógicas.
Lembro-me bem na década de 70 quando os psicólogos explicaram na revista Veja que bater é uma agressão, mas 10 anos depois na década de 80 vieram e disseram que uma correção é boa pras crianças. Alguns por seguirem a orientação de 70 em 80 estão com uns monstros em casa e não há mais o que fazer.
Vejo claramente a criação do Cazuza que virou ícone de uma juventude sem pai e mãe que no filme mostra claramente que foi mimado e sem correção. Sua mãe e pai fracos, permissivos criaram um desafeiçoado, rebelde e insubmisso que até chingava a mãe.
Com o cumprimento desta nova lei de criminalização da palmada, vejo mais claramente o cumprimento da palavra de Paulo:
“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.
Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,” 2tm.3.1,2
Termino com uma história que ouvi de um amigo.
Na rua, quando seu filho lhe desobedeceu e fez pirraça, ele deu umas palmadas na criança. Passou um policial e disse: - “Meu amigo, não faz isso com a criança!”
O meu amigo respondeu: - “Senhor, se eu não fizer isso com ele hoje, você fará amanhã!”
A última do governo foi à aprovação do crime aos pais que derem palmadas em seus filhos e forem denunciados quanto a isso. O problema é se for denunciado por um vizinho que acha que você está sendo demais com as crianças. Tudo isso se dá por causa das graves denuncias de abusos contra elas ao longo da história. Mas há nos autos do código civil e até criminal uma lei contra isso, não precisava ser especifico quanto às palmadas ditas pedagógicas.
Nós que advogamos a lei das sagradas escrituras corremos o risco de sermos “marginais” se continuarmos praticando as palmadas corretivas conforme a Bíblia nos diz:
"Castiga o teu filho, e te dará descanso; e dará delícias à tua alma." Provérbios 29:17
"Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar." Provérbios 19:18
"O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga." Provérbios 13:24
A bíblia fica desatualizada diante da nova lei!
Sigo as lições da juíza de paz da Argentina que se negará a fazer casamento homossexual diante da lei que apóia a união civil homossexual. Farei o mesmo por aqui quanto às palmadas pedagógicas.
Lembro-me bem na década de 70 quando os psicólogos explicaram na revista Veja que bater é uma agressão, mas 10 anos depois na década de 80 vieram e disseram que uma correção é boa pras crianças. Alguns por seguirem a orientação de 70 em 80 estão com uns monstros em casa e não há mais o que fazer.
Vejo claramente a criação do Cazuza que virou ícone de uma juventude sem pai e mãe que no filme mostra claramente que foi mimado e sem correção. Sua mãe e pai fracos, permissivos criaram um desafeiçoado, rebelde e insubmisso que até chingava a mãe.
Com o cumprimento desta nova lei de criminalização da palmada, vejo mais claramente o cumprimento da palavra de Paulo:
“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.
Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,” 2tm.3.1,2
Termino com uma história que ouvi de um amigo.
Na rua, quando seu filho lhe desobedeceu e fez pirraça, ele deu umas palmadas na criança. Passou um policial e disse: - “Meu amigo, não faz isso com a criança!”
O meu amigo respondeu: - “Senhor, se eu não fizer isso com ele hoje, você fará amanhã!”
01 julho 2010
A senhora Kaká e suas palestras 2
Recebi algumas criticas pelo que escrevi abaixo sobre a pregação de Caroline Celico as ricas de São Paulo. Disseram que eu não sei o que ela falou, logo, não poderia julgar ou fazer críticas. Disseram que o evangelho é para todos e que as ricas também podem ouvir de Deus.
Pensei muito sobre isso e resolvi escrever pela fé o que poderia ter acontecido baseado nos evangelhos.
Caroline Celico chega à casa do encontro e já na recepção abraça e beija as demais. Na sala, todas aguardam ansiosamente o que a senhora Kaká irá dizer. Pra quebrar o gelo ela permite que perguntem sobre sua vida pessoal com o jogador e já neste clima testemunha que foi curada de um tumor que lhe impedia de engravidar. Usa a bíblia para descrever quando Deus deu a Sara, esposa de Abraão, um filho mesmo na velhice. Isso se torna um gancho para que ela continue a compartilhar da bíblia.
À medida que Caroline aprofunda nos textos bíblicos percebe-se certo incômodo no ar. As mulheres ricas não estão acostumadas à leitura da bíblia. Não tem tempo, pois entre um encontro e outro e a vida social, a bíblia não é muito admirada, mas a esposa do Silvio Santos, uma das convidadas se encarrega de dar suporte a senhora Kaká.
Num determinado momento ela começa a descer mais fundo com textos de Jesus mandando não guardar tesouro na terra, mas dar aos pobres e acumular nos céu. Um transtorno no semblante começa a tomar o rosto das mulheres, algumas seguram fortemente suas bolsas caras e pensam o que será agora?
A pregadora percebe um alvoroço interno nas mulheres e resolve falar do amor de Deus para amenizar a situação, mas coloca esse amor para com todos e como devem tratar a todos com igualdade e neste momento ela pede para que os motoristas, as empregadas na cozinha e outros funcionários venham pra sala ouvir também da palavra de Deus como elas. Depois de uma resistência muitas aceitam, mas outras insistem em permanecer assim, distantes dos funcionários. Quando alguns deles entram no recinto, Carolina Celico pede um abraço deles e diz que em Jesus não há grego, judeu ou árabe, mas todos são iguais. As ricas ficam constrangidas com os afetos demonstrados, mas tentam entrar no clima.
A reunião fica mais quente, umas já conseguem expressar sentimentos, outras já estão em clima de se tornarem crentes, adeptas da mesma fé que Caroline, mas num determinado momento, Caroline pede que se de fato elas querem ser seguidoras de Jesus, elas deveriam abandonar suas vidas de pecado. Essa não é uma palavra muito convidativa, porque hoje, nós temos um problema, uma dificuldade, pecado é reconhecer totalmente a minha culpa e o meu erro. Caroline encontra certa resistência, mas insiste, porque ela sabe que não se pode seguir a Jesus sem reconhecer o pecado e admitir que Jesus pagou por ele na cruz. Até ai pode ser fácil, porque elas sabem que a religião deste século é boa, moderna e não pede nada a não ser dinheiro e dinheiro elas tem e muito.
Mas Caroline diz, como que num golpe de misericórdia que seguir a Jesus é tomar a cruz e ir após Ele. Silêncio na sala! As mulheres não compreendem muito bem, algumas até pensam que tomar a cruz é admitir que a sogra venha morar com elas, ou aturar o marido chato, ou seja lá o que for, mas Caroline explica, agora muito emocionada que tomar a cruz é largar o prazer deste mundo, viver para Cristo, empregando todos os recursos para que a vontade de Deus seja feita. Seus planos pessoais deveriam agora se tornar os planos de Deus. Elas agora deveriam dar uma boa parte do seu tempo para os pobres, como Jesus fez, deveriam se doar pelos que não podem agradecer, como Jesus fez, deveriam pensar como Deus e lutarem para que não tenham mais famintos pelas ruas e que as crianças poderiam dividir o banco dos seus carros junto com seus cachorros caros e que deveriam orar para que seus maridos também encontrem a Jesus e que eles vejam que o glamour e os brilhos deste mundo se apagam quando encontramos a Jesus.
Os cofres de suas casas deveriam ficar vazios, porque nosso tesouro está nos céus e que agora, com Cristo a segurança de suas vidas não é mais os seus recursos, mas a leitura da bíblia diariamente. Serem submissas nas igrejas, servindo a Deus com alegria e singeleza de coração. Respeitando os mais velhos da igreja, mesmo que sejam pobres, porque diante de Deus não há rico ou pobre.
Ao terminar essa explicação, uma parte menor se dispôs a tudo isso e outra parte maior, percebendo que duro era esse discurso, foram embora entristecidas por não poder abrir mão deste mundo.
As que se dispuseram, saíram sabendo, que o mundo as odiaria e muita luta viria pela frente, mas que agora, poderiam contar com Jesus e que o nosso galardão está nos céus.
Abraçaram-se, choraram e ali mesmo, foram batizadas e ao regressarem para as suas casas deveriam testemunhar do que Deus fez por elas.
Eu espero que tenha sido isso que a Caroline Celico foi fazer lá, com a benção da Bispa, sua sogra.
Pensei muito sobre isso e resolvi escrever pela fé o que poderia ter acontecido baseado nos evangelhos.
Caroline Celico chega à casa do encontro e já na recepção abraça e beija as demais. Na sala, todas aguardam ansiosamente o que a senhora Kaká irá dizer. Pra quebrar o gelo ela permite que perguntem sobre sua vida pessoal com o jogador e já neste clima testemunha que foi curada de um tumor que lhe impedia de engravidar. Usa a bíblia para descrever quando Deus deu a Sara, esposa de Abraão, um filho mesmo na velhice. Isso se torna um gancho para que ela continue a compartilhar da bíblia.
À medida que Caroline aprofunda nos textos bíblicos percebe-se certo incômodo no ar. As mulheres ricas não estão acostumadas à leitura da bíblia. Não tem tempo, pois entre um encontro e outro e a vida social, a bíblia não é muito admirada, mas a esposa do Silvio Santos, uma das convidadas se encarrega de dar suporte a senhora Kaká.
Num determinado momento ela começa a descer mais fundo com textos de Jesus mandando não guardar tesouro na terra, mas dar aos pobres e acumular nos céu. Um transtorno no semblante começa a tomar o rosto das mulheres, algumas seguram fortemente suas bolsas caras e pensam o que será agora?
A pregadora percebe um alvoroço interno nas mulheres e resolve falar do amor de Deus para amenizar a situação, mas coloca esse amor para com todos e como devem tratar a todos com igualdade e neste momento ela pede para que os motoristas, as empregadas na cozinha e outros funcionários venham pra sala ouvir também da palavra de Deus como elas. Depois de uma resistência muitas aceitam, mas outras insistem em permanecer assim, distantes dos funcionários. Quando alguns deles entram no recinto, Carolina Celico pede um abraço deles e diz que em Jesus não há grego, judeu ou árabe, mas todos são iguais. As ricas ficam constrangidas com os afetos demonstrados, mas tentam entrar no clima.
A reunião fica mais quente, umas já conseguem expressar sentimentos, outras já estão em clima de se tornarem crentes, adeptas da mesma fé que Caroline, mas num determinado momento, Caroline pede que se de fato elas querem ser seguidoras de Jesus, elas deveriam abandonar suas vidas de pecado. Essa não é uma palavra muito convidativa, porque hoje, nós temos um problema, uma dificuldade, pecado é reconhecer totalmente a minha culpa e o meu erro. Caroline encontra certa resistência, mas insiste, porque ela sabe que não se pode seguir a Jesus sem reconhecer o pecado e admitir que Jesus pagou por ele na cruz. Até ai pode ser fácil, porque elas sabem que a religião deste século é boa, moderna e não pede nada a não ser dinheiro e dinheiro elas tem e muito.
Mas Caroline diz, como que num golpe de misericórdia que seguir a Jesus é tomar a cruz e ir após Ele. Silêncio na sala! As mulheres não compreendem muito bem, algumas até pensam que tomar a cruz é admitir que a sogra venha morar com elas, ou aturar o marido chato, ou seja lá o que for, mas Caroline explica, agora muito emocionada que tomar a cruz é largar o prazer deste mundo, viver para Cristo, empregando todos os recursos para que a vontade de Deus seja feita. Seus planos pessoais deveriam agora se tornar os planos de Deus. Elas agora deveriam dar uma boa parte do seu tempo para os pobres, como Jesus fez, deveriam se doar pelos que não podem agradecer, como Jesus fez, deveriam pensar como Deus e lutarem para que não tenham mais famintos pelas ruas e que as crianças poderiam dividir o banco dos seus carros junto com seus cachorros caros e que deveriam orar para que seus maridos também encontrem a Jesus e que eles vejam que o glamour e os brilhos deste mundo se apagam quando encontramos a Jesus.
Os cofres de suas casas deveriam ficar vazios, porque nosso tesouro está nos céus e que agora, com Cristo a segurança de suas vidas não é mais os seus recursos, mas a leitura da bíblia diariamente. Serem submissas nas igrejas, servindo a Deus com alegria e singeleza de coração. Respeitando os mais velhos da igreja, mesmo que sejam pobres, porque diante de Deus não há rico ou pobre.
Ao terminar essa explicação, uma parte menor se dispôs a tudo isso e outra parte maior, percebendo que duro era esse discurso, foram embora entristecidas por não poder abrir mão deste mundo.
As que se dispuseram, saíram sabendo, que o mundo as odiaria e muita luta viria pela frente, mas que agora, poderiam contar com Jesus e que o nosso galardão está nos céus.
Abraçaram-se, choraram e ali mesmo, foram batizadas e ao regressarem para as suas casas deveriam testemunhar do que Deus fez por elas.
Eu espero que tenha sido isso que a Caroline Celico foi fazer lá, com a benção da Bispa, sua sogra.
26 junho 2010
A senhora Kaká e suas palestras
A Vejinha publicou uma pequena reportagem com a Caroline Celico, a senhora Kaká. Ela, como pastora sem teologia mas com testemunho de cura de um tumor, tem encantado as mulheres ricas do mundo e agora de São Paulo. Encanta porque é a esposa de Kaká.
Sua sogra, a mãe do Kaká já é bispa da Renascer em Madri. Os bispos de antigamente como Tiago, irmão de Jesus tinha um critério mais profundo para tal tarefa e viviam um momento difícil na propagação do evangelho e não havia celebridade alguma ou badalação para a tarefa, pelo contrário, haviam riscos de prisão e morte, mas hoje as coisas são outras.
A palestra da senhora Kaká foi dada a um grupo de ricas mulheres que desfilam bolsas e roupas caras e muitas delas em carro blindado ignoram crianças pobres no farol enquanto dão carinho para seus cachorros de estimação sentados no banco do carona.
Na palestra, divulgação do cd de música da senhora Kaká, leitura da bíblia sem profundidade e testemunho que faz as madames chorarem. Claro, se fosse uma empregada dando testemunho não chorariam, mas isso nunca aconteceria porque empregada fica na cozinha ou quintal. No mundo delas não há igualdade!
O que será que Jesus falaria pra elas? Tamanha curiosidade minha!
Eu só consegui me lembrar de algumas passagens, não muitas, mas alguma fortes e implicantes.
“Mas, quando fizeres convite, chama os pobres, aleijados, mancos e cegos,” Lucas 14:13
“Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência.” Gálatas 2:10
“E, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus.” Lucas 6:20
“Ouvi, meus amados irmãos: Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé, e herdeiros do reino que prometeu aos que o amam?” Tiago 2:5
“Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me.” Mateus 19:21
“Mas vós desonrastes o pobre. Porventura não vos oprimem os ricos, e não vos arrastam aos tribunais?” Tiago 2:6
“Encheu de bens os famintos, E despediu vazios os ricos.” Lucas 1:53
São versículos que me deixam de cabelo em pé.
Não sei qual é a mensagem que se pode dar aos ricos, mas o que sei é que se fosse convidado para uma palestra dessas eu estaria enrolado, porque se cito Jesus, deveria ser duro como foi com o religiosos e ricos do seu tempo.
Bem....mas os tempos são outros e a mensagem tem sido adaptada para o agrado deles, mas Paulo diria outra coisa numa reunião dessas.
“Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos; “1 Timóteo 6:17
24 junho 2010
Oro pela paz Palestina
Desde que venho acompanhando a opressão de Israel sobre a faixa de gaza, venho orando por eles. Pela faixa de gaza!
Não sou daqueles que lê o salmo 122.6 e acredita literalmente que serei próspero ou que tenho de orar por eles. Isso foi para aquela ocasião.
A verdade é que Israel oprime os palestinos. Eles têm como retaguarda os Estados Unidos! Outra nação autoritária e opressora com capitalismo!
A bobagem começou lá atrás com Abraão em aceitar a briga de Sara com Agar. O capricho de duas mulheres influenciou a decisão de Abraão e fez o que fez que gerou o que gerou.
Eu, como sou de Cristo e Cristo é para todos, acredito que sendo livre Nele e que Nele não há Israel, Brasil ou qualquer outra nação privilegiada, oro e peço a Deus pelo povo palestino.
Outro dia vi na rua um sujeito com a camisa de Israel e o versículo. “Oro pela paz de Jerusalém”. Na verdade não sei se ele está de olho na promessa de prosperidade ou se é um ingênuo cumpridor da Bíblia sem contexto.
O que sei é de mim e no meu íntimo não fico contente em ver as notícias do que Israel tem feito na direção deste povo.
Não sou daqueles que lê o salmo 122.6 e acredita literalmente que serei próspero ou que tenho de orar por eles. Isso foi para aquela ocasião.
A verdade é que Israel oprime os palestinos. Eles têm como retaguarda os Estados Unidos! Outra nação autoritária e opressora com capitalismo!
A bobagem começou lá atrás com Abraão em aceitar a briga de Sara com Agar. O capricho de duas mulheres influenciou a decisão de Abraão e fez o que fez que gerou o que gerou.
Eu, como sou de Cristo e Cristo é para todos, acredito que sendo livre Nele e que Nele não há Israel, Brasil ou qualquer outra nação privilegiada, oro e peço a Deus pelo povo palestino.
Outro dia vi na rua um sujeito com a camisa de Israel e o versículo. “Oro pela paz de Jerusalém”. Na verdade não sei se ele está de olho na promessa de prosperidade ou se é um ingênuo cumpridor da Bíblia sem contexto.
O que sei é de mim e no meu íntimo não fico contente em ver as notícias do que Israel tem feito na direção deste povo.
21 junho 2010
Ética é relativo?
Todos nós fomos testemunhas do gol maravilhoso que Luis Fabiano fez neste domingo dia 20 de Junho contra a Costa do Marfin. Também por conta das câmeras de televisão vimos que por duas vezes eles pôs a mão e o braço na bola. A primeira com certeza foi involuntária, mas mesmo assim é penalidade e a segunda que foi o acerto pra fazer o gol, foi proposital. O peito foi pequeno, o braço foi a extensão do peito.
A questão é que esse gol deveria ser anulado!
O interessante é ver todos os moralistas ficarem quietos diante disso! Se fosse a Costa do Marfin xingaríamos o juiz de tudo quanto fosse nome.
O Galvão Bueno narrou o episódio com muito disfarce. Citou a penalidade, mas não valorizou. Todos da televisão ficaram quietos e vimos o juiz perguntar se havia pegado no braço e o jogador afirmar que não.
Sobre que ética estamos fundamentados?
Na ética do “se pegar pra mim eu minto?”
O bispo Macedo uma vez afirmou que pra Jesus vale até gol de mão! Ué, gol de mão não é penalidade? Ou seja, se for por uma boa causa a lei fica pra outro. Pra ganhar não importa os meios, a lei não existe!
Vejo isso também nas amizades. Não há ética! Se você é amigo de uma pessoa que o inimigo dela é o seu amigo, como você consegue ser amigo dos dois? Como pode dizer que não tem nada haver com isso! É o mesmo que ser amigo do amante da esposa!
É o problema da ética relativa! Se não me dá problema, deixa rolar a penalidade.
No Brasil, temos muito claramente o efeito de se livrar da dor. Por isso que exigimos pouco, reclamamos pouco e deixamos as coisas rolarem, porque o que importa é a minha felicidade, e pra se ético é preciso saber lidar com o sofrimento.
Já pensou o Brasil ser justo e pedir o anulamento do gol do Luis Fabiano? Nunca, você nunca verá isso porque esse é o espírito do Brasil, levar vantagem e deixar rolar a sacanagem.
Quem é ferrenho com a moral e a ética, não tem sucesso nesta terra, porque é chato e inconveniente.
O esquema é se dar bem!
A questão é que esse gol deveria ser anulado!
O interessante é ver todos os moralistas ficarem quietos diante disso! Se fosse a Costa do Marfin xingaríamos o juiz de tudo quanto fosse nome.
O Galvão Bueno narrou o episódio com muito disfarce. Citou a penalidade, mas não valorizou. Todos da televisão ficaram quietos e vimos o juiz perguntar se havia pegado no braço e o jogador afirmar que não.
Sobre que ética estamos fundamentados?
Na ética do “se pegar pra mim eu minto?”
O bispo Macedo uma vez afirmou que pra Jesus vale até gol de mão! Ué, gol de mão não é penalidade? Ou seja, se for por uma boa causa a lei fica pra outro. Pra ganhar não importa os meios, a lei não existe!
Vejo isso também nas amizades. Não há ética! Se você é amigo de uma pessoa que o inimigo dela é o seu amigo, como você consegue ser amigo dos dois? Como pode dizer que não tem nada haver com isso! É o mesmo que ser amigo do amante da esposa!
É o problema da ética relativa! Se não me dá problema, deixa rolar a penalidade.
No Brasil, temos muito claramente o efeito de se livrar da dor. Por isso que exigimos pouco, reclamamos pouco e deixamos as coisas rolarem, porque o que importa é a minha felicidade, e pra se ético é preciso saber lidar com o sofrimento.
Já pensou o Brasil ser justo e pedir o anulamento do gol do Luis Fabiano? Nunca, você nunca verá isso porque esse é o espírito do Brasil, levar vantagem e deixar rolar a sacanagem.
Quem é ferrenho com a moral e a ética, não tem sucesso nesta terra, porque é chato e inconveniente.
O esquema é se dar bem!
07 junho 2010
Marcha pra Jesus 2
Finalmente os jornais noticiaram a marcha pra Jesus em São Paulo. Durante muito tempo a manifestação religiosa dos evangélicos ficou despercebida. Agora os jornais colocaram na primeira página.
Lamentavelmente o movimento dos evangélicos tem se tornado um movimento sincretista. Antes nós éramos protestantes depois evangélicos e agora cristãos. O que digo é que diante de todo o crescimento que temos vivido o sincretismo adentrou as nossas fronteiras. Nesta marcha pra Jesus há quem foi pra ser abençoado como as procissões católicas e houve também distribuição de palmilhas com orações para serem colocados nós pés. Justamente o que a reforma protestantes veio condenar, o mal retorna como um vírus. Estamos novamente diante de uma nova reforma.
A marcha tem sido uma manifestação de poder e uma procissão. Na verdade quando um movimento abre suas portas para a população ela fica vulnerável a baixa qualidade de suas teses ou sem tese nenhuma.
Eu tenho muita preocupação com as nossas convicções e nunca desejei que a igreja fosse grande ou um movimento popular mas que tivesse conversão e fortes convicções de fé e fé teológica conceitual dramática e não uma expressão de sincretismo religioso em que participando eu sou abençoado ou até mesmo marcando território tomando posse da terra prometida como os Israelitas. Não somos judeus e nem sionistas. Peço de volta a reforma protestante e o avivamento de Jhonatam Edwards e sua teologia consistente.
Na verdade a marcha pode estar prestando um des-serviço a fé protestante e contribuindo para a fé sincretista. Quando a igreja se manifesta sem uma cartilha específica pra dizer que acredita no óbvio podemos dizer que somos um povo sem teologia e sem razão. O mundo inteiro sabe que professamos uma fé em Jesus. Poderíamos dizer que fé é essa e não marchar mostrando um número. Jesus veio e disse ao seu tempo verdades esquecidas e deturpadas de sua época. Suas pregações arrastavam os sedentos e a máxima era conhecer a verdade que liberta da ignorância que hoje retorna nestas manifestações.
Ser cristão nunca foi a vontade de Jesus. Ele veio para nos dizer uma verdade e nos ensinar conceitos de vida e teologia sobre o PAI. Hoje essas verdades viraram massa de manobra e fonte de lucro.
Lamentavelmente o movimento dos evangélicos tem se tornado um movimento sincretista. Antes nós éramos protestantes depois evangélicos e agora cristãos. O que digo é que diante de todo o crescimento que temos vivido o sincretismo adentrou as nossas fronteiras. Nesta marcha pra Jesus há quem foi pra ser abençoado como as procissões católicas e houve também distribuição de palmilhas com orações para serem colocados nós pés. Justamente o que a reforma protestantes veio condenar, o mal retorna como um vírus. Estamos novamente diante de uma nova reforma.
A marcha tem sido uma manifestação de poder e uma procissão. Na verdade quando um movimento abre suas portas para a população ela fica vulnerável a baixa qualidade de suas teses ou sem tese nenhuma.
Eu tenho muita preocupação com as nossas convicções e nunca desejei que a igreja fosse grande ou um movimento popular mas que tivesse conversão e fortes convicções de fé e fé teológica conceitual dramática e não uma expressão de sincretismo religioso em que participando eu sou abençoado ou até mesmo marcando território tomando posse da terra prometida como os Israelitas. Não somos judeus e nem sionistas. Peço de volta a reforma protestante e o avivamento de Jhonatam Edwards e sua teologia consistente.
Na verdade a marcha pode estar prestando um des-serviço a fé protestante e contribuindo para a fé sincretista. Quando a igreja se manifesta sem uma cartilha específica pra dizer que acredita no óbvio podemos dizer que somos um povo sem teologia e sem razão. O mundo inteiro sabe que professamos uma fé em Jesus. Poderíamos dizer que fé é essa e não marchar mostrando um número. Jesus veio e disse ao seu tempo verdades esquecidas e deturpadas de sua época. Suas pregações arrastavam os sedentos e a máxima era conhecer a verdade que liberta da ignorância que hoje retorna nestas manifestações.
Ser cristão nunca foi a vontade de Jesus. Ele veio para nos dizer uma verdade e nos ensinar conceitos de vida e teologia sobre o PAI. Hoje essas verdades viraram massa de manobra e fonte de lucro.
03 maio 2010
21 abril 2010
O grande dia D
Feriado, dia lindo de sol. Sai pra caminhar e depois um almoço entre família e na ida ao destino me deparei com uma multidão chegando ao autódromo de Interlagos, região em que moro. Fiquei espantado com tanta gente. Parei no posto para abastecer o carro e ouvi da frentista.
–“Hoje o Bispo Macedo vai ficar mais rico um pouco”.
Foi ai que me dei conta de que era uma concentração da Igreja Universal. –Caramba. Pensei eu. –Eles vão botar pra quebrar! Tive vontade de desmarcar o encontro regular que temos na nossa igrejinha, mas acreditei que em nosso horário tudo aquilo já estaria terminado. Hum...me enganei. Foi aquele desespero chegar de volta ao meu bairro e encontrar o povo saindo. Chegando é mais calmo, saindo é aquele desespero. Todo mundo querendo encontrar seu ônibus, seu povo, sua gente, seu lugar e eu ali no meio daquilo tudo. Cada rua que eu entrava pra fugir me deparava com a multidão. Nada funcionou! Há alguns quarteirões de minha casa e não conseguia chegar. Rapidamente comecei a telefonar pra quem eu lembrava para desmarcar a nossa reunião. Enquanto fazia isso pensava:
-Esse povo vem buscar a Deus e torna a minha vida um inferno! É paradoxo! Consegui falar com alguns e outros não, mas enquanto isso uma irmã me liga da igreja avisando que alguns já estavam lá. Então fui pra lá e fizemos um memorável bate papo que eu gostaria de ter feito a muito tempo. Deus preparou tudo!
O interessante é ver que no jornal da IURD depositado em minha casa estava escrito que seria o dia D. Na página principal eles convocam todos para manifestar a sua fé diante das criticas que vem recebendo. Caramba! Pensei! Eu sabia disso! Tinha certeza de que tudo aquilo era uma massa de manobra. Gente que ficou no sol, não entrou, os que entraram ficaram apertados, no fedor de suor, música alta, um inferno a meu ver, mas no deles o paraíso e se o paraíso for essas concentrações de fé eu não quero ir.
Em ano de eleição o Bispo mostra a sua força e manda o recado, mas usa o linguajar espiritual pra não ficar evidente. Não adianta, eu pego a incoerência porque no mesmo jornal ele escreve contando a sua história de sucesso pra encorajar o povo mas usa de paradoxo, incoerência e furos quando diz: -“Eu larguei tudo e mergulhei na obra de Deus acreditando no Deus de Abraão e nesses 30 anos de Igreja Ele tem mostrado que é. Nada caiu do céu, tudo foi construído com as nossas próprias mãos, com muito trabalho, mediante atitude que tomei com Deus.”
Ué...foi Deus ou foi ele? Confuso não? Mas é porque isso tudo é uma desculpa para o objetivo real. Mostrar ao mundo, a mídia, aos políticos e a quem quer ver que a Igreja Universal pode brigar com a católica, com os espíritas e com muito mais.
As incoerências mostram que não há teologia, Bíblia ou verdade, mas interesses e esquemas onde o povo que gasta dinheiro e se desloca é mais um objeto de manipulação possível por causa do ego fraco de todos e a megalomania dos líderes.
Jesus fala do dia D mandando entrar no teu quarto e em secreto falar com o Pai.
Eles colocam o encontro como o grande dia da decisão que devem fazer pra Deus agir. Um Deus que precisa de uma forcinha, um empurrão e uma decisão minha pra poder fazer alguma coisa. Se for verdade eu também não quero esse Deus fraco que precisa de uma ajuda minha, mas na verdade esse discurso da IURD é só uma capa de algo mais podre por baixo.
Tenho pena desse povo todo que vi debaixo do sol e de tantos outros pelos estados afora que atenderam ao chamado do Bispo negro, a sombra que assola ao meio dia.
O outro maior problema deixado pelos participantes foi o "mar" de lixo jogado em vias públicas.
–“Hoje o Bispo Macedo vai ficar mais rico um pouco”.
Foi ai que me dei conta de que era uma concentração da Igreja Universal. –Caramba. Pensei eu. –Eles vão botar pra quebrar! Tive vontade de desmarcar o encontro regular que temos na nossa igrejinha, mas acreditei que em nosso horário tudo aquilo já estaria terminado. Hum...me enganei. Foi aquele desespero chegar de volta ao meu bairro e encontrar o povo saindo. Chegando é mais calmo, saindo é aquele desespero. Todo mundo querendo encontrar seu ônibus, seu povo, sua gente, seu lugar e eu ali no meio daquilo tudo. Cada rua que eu entrava pra fugir me deparava com a multidão. Nada funcionou! Há alguns quarteirões de minha casa e não conseguia chegar. Rapidamente comecei a telefonar pra quem eu lembrava para desmarcar a nossa reunião. Enquanto fazia isso pensava:
-Esse povo vem buscar a Deus e torna a minha vida um inferno! É paradoxo! Consegui falar com alguns e outros não, mas enquanto isso uma irmã me liga da igreja avisando que alguns já estavam lá. Então fui pra lá e fizemos um memorável bate papo que eu gostaria de ter feito a muito tempo. Deus preparou tudo!
O interessante é ver que no jornal da IURD depositado em minha casa estava escrito que seria o dia D. Na página principal eles convocam todos para manifestar a sua fé diante das criticas que vem recebendo. Caramba! Pensei! Eu sabia disso! Tinha certeza de que tudo aquilo era uma massa de manobra. Gente que ficou no sol, não entrou, os que entraram ficaram apertados, no fedor de suor, música alta, um inferno a meu ver, mas no deles o paraíso e se o paraíso for essas concentrações de fé eu não quero ir.
Em ano de eleição o Bispo mostra a sua força e manda o recado, mas usa o linguajar espiritual pra não ficar evidente. Não adianta, eu pego a incoerência porque no mesmo jornal ele escreve contando a sua história de sucesso pra encorajar o povo mas usa de paradoxo, incoerência e furos quando diz: -“Eu larguei tudo e mergulhei na obra de Deus acreditando no Deus de Abraão e nesses 30 anos de Igreja Ele tem mostrado que é. Nada caiu do céu, tudo foi construído com as nossas próprias mãos, com muito trabalho, mediante atitude que tomei com Deus.”
Ué...foi Deus ou foi ele? Confuso não? Mas é porque isso tudo é uma desculpa para o objetivo real. Mostrar ao mundo, a mídia, aos políticos e a quem quer ver que a Igreja Universal pode brigar com a católica, com os espíritas e com muito mais.
As incoerências mostram que não há teologia, Bíblia ou verdade, mas interesses e esquemas onde o povo que gasta dinheiro e se desloca é mais um objeto de manipulação possível por causa do ego fraco de todos e a megalomania dos líderes.
Jesus fala do dia D mandando entrar no teu quarto e em secreto falar com o Pai.
Eles colocam o encontro como o grande dia da decisão que devem fazer pra Deus agir. Um Deus que precisa de uma forcinha, um empurrão e uma decisão minha pra poder fazer alguma coisa. Se for verdade eu também não quero esse Deus fraco que precisa de uma ajuda minha, mas na verdade esse discurso da IURD é só uma capa de algo mais podre por baixo.
Tenho pena desse povo todo que vi debaixo do sol e de tantos outros pelos estados afora que atenderam ao chamado do Bispo negro, a sombra que assola ao meio dia.
O outro maior problema deixado pelos participantes foi o "mar" de lixo jogado em vias públicas.
15 abril 2010
Eu já havia alertado!
Em meu blogger, este que você lê, publiquei uma matéria em que faço denuncias sobre um homem chamado Davi, não o da Biblia, mas o do ministério Casa de Davi, ministro de louvor, onde também publico juntamente com vídeo onde ele diz estar sendo importunado por um anjo. Desde que vi isso achei que ele era e é doente, o que neste link publicado abaixo confirma isso.
Ele pede perdão por contar mentiras. Honesto e ao mesmo tempo ingênuo ou quem sabe dando espaço para a cura revela neste vídeo suas peripécias como muitos por ai afora.
Ao meu ver carrega desde pequeno a imaginação em que acredita ser verdade.
Quem não mentiu foi eu por ter escrito o que escrevi!
http://www.ogalileo.com.br/cristianismo/materias/davi-silva-da-casa-de-davi-confessa-ter-contado-testemunhos-falso-por-10-anos
Ele pede perdão por contar mentiras. Honesto e ao mesmo tempo ingênuo ou quem sabe dando espaço para a cura revela neste vídeo suas peripécias como muitos por ai afora.
Ao meu ver carrega desde pequeno a imaginação em que acredita ser verdade.
Quem não mentiu foi eu por ter escrito o que escrevi!
http://www.ogalileo.com.br/cristianismo/materias/davi-silva-da-casa-de-davi-confessa-ter-contado-testemunhos-falso-por-10-anos
14 abril 2010
Inconsciente Religioso III
Em Apocalipse 13, a besta que emerge do mar, tem para os interpretes do texto a idéia de ser o Império Romano o dominador do mundo, mas especificamente o opressor dos cristãos. E foi!
Domiciano, que segundo os antigos acreditavam ser ele uma reencarnação de Nero, foi para os crentes dos dias de João o demônio, ou melhor, a besta. Na simbologia do apocalipse o mar é o problema, a opressão e maldade. Séculos depois essa Roma se cristianiza e continua sendo dominadora e opressora quando o Vaticano luta contra os Protestantes no movimento de separação e reforma com a denominação protestante. São os católicos que criam essa nomenclatura por protestaram contra os abusos da Igreja.
A mente continua escrava da vontade de dominar e neste sentido Roma tem na sua essência o “espírito” dominador, porque mesmo sendo a Roma dos cristãos católicos, sua mente ainda é a de Nero, Domiciano e tantos outros. O mesmo ocorre em muitas outras culturas onde sempre há um que tem no inconsciente o coletivo cultural da necessidade de dominar e oprimir, sempre com uma face de moralidade e bons costumes.
Nas igrejas temos os pastores e lideres que se não dominam não conseguem exercer a sua liderança e assim o povo exige que seja quando legitimam a dominação com desculpas de que são os ungidos do Senhor e não devemos tocar neles. Temos nas famílias o patriarca que exerce a dominação mesmo que subjetiva. Nas culturas temos os dominantes culturais, e assim o inconsciente coletivo se prolifera.
Voltando para Roma e seu cristianismo, na história temos claramente o papa dominando em nome da fé e com isso fazendo o rastro de Roma e Nero e outros, dominando em nome da imagem e da fé neles. Todos que saíram deste caminho eram condenados a morte. Na Roma de hoje também todos que saíram se tornaram hereges e foram condenados a morte com a fogueira das bruxas.
Esse inconsciente arquetípico perpetua e faz daqueles que tentam romper com ele o inferno aqui na terra.
Nas Igrejas evangélicas de hoje estamos no caminho do papado, porque a reforma tem de continuar a existir, com isso a mentalidade de ser um líder dominante perpetua nas consciências subjetivas e tomam a forma disfarçada de apostolado.
A adoração ao pastor e bispo que curam em seus cultos traz consigo o inconsciente coletivo arquetípico da idéia de ser ele objeto de culto. Onde ele fica é o centro literalmente. Se o doente não for a te lá estará condenado a sua enfermidade eternamente. Tem de acreditar no que o “imperador” está dizendo. E o incrível é que funciona e a isso não considero ser Deus como Senhor em que acreditamos, mas o deus que existe no self de cada um segundo Jung, porque na maioria das vezes não se tem dos curados uma conversão.
Nas igrejas ditas apostólicas quem não se encaixa nessa inconsciência e tenta romper está fora da visão e é execrado para fora numa fogueira fictícia da desmoralização.
É visto como não espiritual e está condenado a vagar eternamente por não se deixar dominar por este inconsciente coletivo.
Voltando para o texto de apocalipse, vemos hoje a besta que emerge do mar, mas de perseguição aos que saem do padrão e a besta persegue os que insistem não viver debaixo da dominação do papado, imperador e apóstolos modernos. Acho que os pastores se encaixam aqui também.
O que fazer diante de tamanha dominação? Terapia neles!
Domiciano, que segundo os antigos acreditavam ser ele uma reencarnação de Nero, foi para os crentes dos dias de João o demônio, ou melhor, a besta. Na simbologia do apocalipse o mar é o problema, a opressão e maldade. Séculos depois essa Roma se cristianiza e continua sendo dominadora e opressora quando o Vaticano luta contra os Protestantes no movimento de separação e reforma com a denominação protestante. São os católicos que criam essa nomenclatura por protestaram contra os abusos da Igreja.
A mente continua escrava da vontade de dominar e neste sentido Roma tem na sua essência o “espírito” dominador, porque mesmo sendo a Roma dos cristãos católicos, sua mente ainda é a de Nero, Domiciano e tantos outros. O mesmo ocorre em muitas outras culturas onde sempre há um que tem no inconsciente o coletivo cultural da necessidade de dominar e oprimir, sempre com uma face de moralidade e bons costumes.
Nas igrejas temos os pastores e lideres que se não dominam não conseguem exercer a sua liderança e assim o povo exige que seja quando legitimam a dominação com desculpas de que são os ungidos do Senhor e não devemos tocar neles. Temos nas famílias o patriarca que exerce a dominação mesmo que subjetiva. Nas culturas temos os dominantes culturais, e assim o inconsciente coletivo se prolifera.
Voltando para Roma e seu cristianismo, na história temos claramente o papa dominando em nome da fé e com isso fazendo o rastro de Roma e Nero e outros, dominando em nome da imagem e da fé neles. Todos que saíram deste caminho eram condenados a morte. Na Roma de hoje também todos que saíram se tornaram hereges e foram condenados a morte com a fogueira das bruxas.
Esse inconsciente arquetípico perpetua e faz daqueles que tentam romper com ele o inferno aqui na terra.
Nas Igrejas evangélicas de hoje estamos no caminho do papado, porque a reforma tem de continuar a existir, com isso a mentalidade de ser um líder dominante perpetua nas consciências subjetivas e tomam a forma disfarçada de apostolado.
A adoração ao pastor e bispo que curam em seus cultos traz consigo o inconsciente coletivo arquetípico da idéia de ser ele objeto de culto. Onde ele fica é o centro literalmente. Se o doente não for a te lá estará condenado a sua enfermidade eternamente. Tem de acreditar no que o “imperador” está dizendo. E o incrível é que funciona e a isso não considero ser Deus como Senhor em que acreditamos, mas o deus que existe no self de cada um segundo Jung, porque na maioria das vezes não se tem dos curados uma conversão.
Nas igrejas ditas apostólicas quem não se encaixa nessa inconsciência e tenta romper está fora da visão e é execrado para fora numa fogueira fictícia da desmoralização.
É visto como não espiritual e está condenado a vagar eternamente por não se deixar dominar por este inconsciente coletivo.
Voltando para o texto de apocalipse, vemos hoje a besta que emerge do mar, mas de perseguição aos que saem do padrão e a besta persegue os que insistem não viver debaixo da dominação do papado, imperador e apóstolos modernos. Acho que os pastores se encaixam aqui também.
O que fazer diante de tamanha dominação? Terapia neles!
04 abril 2010
Rick Martin e seu Homossexualismo
Dou uma pausa no que venho escrevendo sobre inconsciente religioso para tratar um assunto que veio como notícia mesmo não sendo surpresa para alguns, que foi a declaração de Rick Martin e sua opção ao homossexualismo.
Sua declaração em dizer que aceita sua opção sexual como um presente de Deus não foi uma afronta aos cristãos, mas uma ingenuidade tamanha da parte do declarante.
Primeiro porque se há um livro no mundo em que possamos afirmar que é o livro de Deus é a bíblia e ela não apóia o homossexualismo.
“Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles.” Lv.20.13
“Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” 1Cor.6.10
Segundo porque a declaração do Rick nos mostra que houve uma luta constante para negar a homossexualidade e se houve um conflito não podemos afirmar que é uma opção. Para se ter opção é necessário ser livre para optar. Dizer que é um presente quando não se tem a liberdade de dizer não é ser escravo sem saber. Estamos tão acostumados com o sim que nos esquecemos da benção do não. Só os livres é que podem usar o não diante da modernidade e dos costumes populares.
A sociedade tem facilitado atitudes como essa, ou melhor, tem dado aos inúmeros pervertidos escondidos deste planeta a grande chance de “sair do armário” como tem se dito, com isso a sociedade vê nesta era a máxima de Freud que o Ego não é senhor em sua própria casa.
Fica a dúvida se Rick Martin é mesmo homossexual ou cansou de ter as mulheres que quis e agora parte para outra experiência ou tem em sua zona erógena anal um desejo forte por ser possuído num ímpeto de fragilidade por ter vivido uma vida de poder. É a outra ponta da vida. Veja que muitos poderosos da história eram homossexuais.
Nas declarações dos homossexuais é notória a força de suas pulsões e o disfarce é afirmar que optaram, quando as opções são apenas uma entrega ao desejo reprimido que num momento da vida rompe com força total sobre a égide da sociedade libertina.
Como muito bem disse Lacan, psicanalista Francês: “A homossexualidade é a fobia do diferente.” Se ele não disse isso, eu estou dizendo agora como psicanalista que sou.
O homossexual só sente conforto pelo que lhe é conhecido e ao estar com o diferente não se tem intimidade e a isso o mundo tende a chamar de opção? Estamos perdendo o entendimento do significado das palavras!
Coitado do Rick Martin, ele está absolutamente refém das pulsões e recorre ao mecanismo de defesa que lhe anestesia o sofrimento em dizer que sua homossexualidade é um presente, pois para os sem-Cristo não há poder que lhes façam vencer as paixões da carne.
Segundo a Bíblia, presente é não ter esse tipo de desejo.
“Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;
pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!
Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;
semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.
E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,
cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,”
caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,
insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.
Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.”
Romanos 1.22,24-32
Sua declaração em dizer que aceita sua opção sexual como um presente de Deus não foi uma afronta aos cristãos, mas uma ingenuidade tamanha da parte do declarante.
Primeiro porque se há um livro no mundo em que possamos afirmar que é o livro de Deus é a bíblia e ela não apóia o homossexualismo.
“Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles.” Lv.20.13
“Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” 1Cor.6.10
Segundo porque a declaração do Rick nos mostra que houve uma luta constante para negar a homossexualidade e se houve um conflito não podemos afirmar que é uma opção. Para se ter opção é necessário ser livre para optar. Dizer que é um presente quando não se tem a liberdade de dizer não é ser escravo sem saber. Estamos tão acostumados com o sim que nos esquecemos da benção do não. Só os livres é que podem usar o não diante da modernidade e dos costumes populares.
A sociedade tem facilitado atitudes como essa, ou melhor, tem dado aos inúmeros pervertidos escondidos deste planeta a grande chance de “sair do armário” como tem se dito, com isso a sociedade vê nesta era a máxima de Freud que o Ego não é senhor em sua própria casa.
Fica a dúvida se Rick Martin é mesmo homossexual ou cansou de ter as mulheres que quis e agora parte para outra experiência ou tem em sua zona erógena anal um desejo forte por ser possuído num ímpeto de fragilidade por ter vivido uma vida de poder. É a outra ponta da vida. Veja que muitos poderosos da história eram homossexuais.
Nas declarações dos homossexuais é notória a força de suas pulsões e o disfarce é afirmar que optaram, quando as opções são apenas uma entrega ao desejo reprimido que num momento da vida rompe com força total sobre a égide da sociedade libertina.
Como muito bem disse Lacan, psicanalista Francês: “A homossexualidade é a fobia do diferente.” Se ele não disse isso, eu estou dizendo agora como psicanalista que sou.
O homossexual só sente conforto pelo que lhe é conhecido e ao estar com o diferente não se tem intimidade e a isso o mundo tende a chamar de opção? Estamos perdendo o entendimento do significado das palavras!
Coitado do Rick Martin, ele está absolutamente refém das pulsões e recorre ao mecanismo de defesa que lhe anestesia o sofrimento em dizer que sua homossexualidade é um presente, pois para os sem-Cristo não há poder que lhes façam vencer as paixões da carne.
Segundo a Bíblia, presente é não ter esse tipo de desejo.
“Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;
pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!
Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;
semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.
E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,
cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,”
caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,
insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.
Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.”
Romanos 1.22,24-32
31 março 2010
O Inconsciente Religioso II
Desde muito tempo o homem vem numa busca incessante pela imortalidade.
Faz isso através dos remédios e da medicina. Faz isso através da fé e da religião, com rituais e oferendas para aplacar a ira de Deus.
Na outra ponta disso temos o medo da morte! Esse medo que nos empurra para a busca pela vida. Segunda a Bíblia morremos quando pecamos e nos afastamos de Deus.
Recentemente em Genebra os cientistas comemoraram o sucesso da reprodução de partículas que deram inicio ao Big Bang, explicação científica para a origem do planeta, ou melhor, do universo.
A tentativa de deixar Deus de fora da criação persiste!
A meu ver é uma busca pela sobrevivência e permanência porque chegando à recriação da origem do universo poderemos chegar na possibilidade da imortalidade do corpo pela ciência.
O que é prometido pela Bíblia à ciência tenta fazer pelas próprias mãos.
Dentro do conceito Junguiano essa inconsciência coletiva é criativa, potencialmente passível de criar qualquer coisa. Segundo Jung o inconsciente não possui apenas recalques, mas criatividade.
Se a Bíblia diz que nós somos a imagem e semelhança de Deus, então possuímos a mente de Deus! A necessidade criativa está em nós, então Jung está certo quando diz que é coletiva e Arquetípica.
Eu busco a imortalidade tal como Deus tem. Eu busco a criatividade tal como Deus tem e busco a independência tal como o diabo tem. Caramba, cheguei à escuridão. Ai Jung diz que é a sombra! O mal que reside em mim, mas isso a Bíblia também afirma. Paulo descreveu isso de uma forma em que ele não fazia o que queria, mas realizava o que não queria. Ele mesmo disse que não deveríamos dar lugar ao diabo.
Vivemos a luta dicotômica em dar vazão a criatividade e imortalidade que vem de Deus com a independência que Deus não tem. Sim, não tem porque segundo a Bíblia ELE é triuno e ainda por cima nos criou com o objetivo de manter conosco a comunhão. Deus nos ouve quando oramos! Deus tem prazer em estar conosco.
O diabo rompeu com Deus e vive na vaidade de suas obras! Ele não tem prazer na criatividade porque em sua mente não há. Ele nem sabe o que é isso, o máximo que consegue é a deturpação do que Deus fez e faz.
A humanidade vive na inconsciência religiosa mas só alguns conseguem dar vazão a parte criativa de Deus, a outra continua na sombra, na vaidade e na deturpação do outros fazem, alguns na destruição mesmo porque não enxergam seus pecados e muito menos querem se livrar deles.
Continuaremos na próxima semana!
Faz isso através dos remédios e da medicina. Faz isso através da fé e da religião, com rituais e oferendas para aplacar a ira de Deus.
Na outra ponta disso temos o medo da morte! Esse medo que nos empurra para a busca pela vida. Segunda a Bíblia morremos quando pecamos e nos afastamos de Deus.
Recentemente em Genebra os cientistas comemoraram o sucesso da reprodução de partículas que deram inicio ao Big Bang, explicação científica para a origem do planeta, ou melhor, do universo.
A tentativa de deixar Deus de fora da criação persiste!
A meu ver é uma busca pela sobrevivência e permanência porque chegando à recriação da origem do universo poderemos chegar na possibilidade da imortalidade do corpo pela ciência.
O que é prometido pela Bíblia à ciência tenta fazer pelas próprias mãos.
Dentro do conceito Junguiano essa inconsciência coletiva é criativa, potencialmente passível de criar qualquer coisa. Segundo Jung o inconsciente não possui apenas recalques, mas criatividade.
Se a Bíblia diz que nós somos a imagem e semelhança de Deus, então possuímos a mente de Deus! A necessidade criativa está em nós, então Jung está certo quando diz que é coletiva e Arquetípica.
Eu busco a imortalidade tal como Deus tem. Eu busco a criatividade tal como Deus tem e busco a independência tal como o diabo tem. Caramba, cheguei à escuridão. Ai Jung diz que é a sombra! O mal que reside em mim, mas isso a Bíblia também afirma. Paulo descreveu isso de uma forma em que ele não fazia o que queria, mas realizava o que não queria. Ele mesmo disse que não deveríamos dar lugar ao diabo.
Vivemos a luta dicotômica em dar vazão a criatividade e imortalidade que vem de Deus com a independência que Deus não tem. Sim, não tem porque segundo a Bíblia ELE é triuno e ainda por cima nos criou com o objetivo de manter conosco a comunhão. Deus nos ouve quando oramos! Deus tem prazer em estar conosco.
O diabo rompeu com Deus e vive na vaidade de suas obras! Ele não tem prazer na criatividade porque em sua mente não há. Ele nem sabe o que é isso, o máximo que consegue é a deturpação do que Deus fez e faz.
A humanidade vive na inconsciência religiosa mas só alguns conseguem dar vazão a parte criativa de Deus, a outra continua na sombra, na vaidade e na deturpação do outros fazem, alguns na destruição mesmo porque não enxergam seus pecados e muito menos querem se livrar deles.
Continuaremos na próxima semana!
26 março 2010
O Inconsciente Religioso I
Jung, criador da Psicologia Analítica, psiquiatra Suíço e discípulo "rebelde" de Freud disse que o inconsciente humano é mais do que recalques sexuais. Ele também é formado de histórias primitivas que herdamos dos nossos pais, antepassados e culturas. Sendo isso verdade faz sentido quando a teologia diz que pecamos desde o princípio e que herdamos de Adão e Eva a genética do pecado. Nascemos com uma predisposição mental para pecar!
Quando leio que carregamos no corpo as marcas do pecado, esse corpo não é soma(carne), mas ego(caráter), minhas atitudes mentais.
Tenho dito em nossos estudos de Quarta-Feira que muito do que cremos e pensamos está regado pela cultura em que estamos inseridos e mais do que isso, tenho afirmado que o culto que praticamos hoje da forma em que praticamos é eminentemente Americano-Inglês. Os instrumentos, a disposição do salão e o próprio púlpito são puramente da reforma protestante de origem Inglesa.
Nem sempre conseguimos separar nossa crença pessoal e o que herdamos daquilo que a Bíblia diz que é. A isso digo que muitas vezes temos uma idéia de Deus influenciada pela idéia que fizemos dos nossos pais. Quando muito, ficamos com uma visão separada, mas se não tivemos intimidade com os pais, muito raramente teremos uma intimidade com Deus como Pai. Preferimos a visão de Deus Senhor, distante e não aquela de Jesus, Aba Pai. (Paizinho)
A mesma coisa temos sobre a igreja! Estudando a história descobri que no passado, muito remoto, bem antes de Cristo as doenças eram tratadas pelos sacerdotes de várias religiões e culturas. Isso porque a humanidade acreditava que as enfermidades tinham um aspecto espiritual. Hoje, á própria ciência discute a importância da fé (positivista) na cura das enfermidades. Os primeiros a se dedicarem a cura foram os sacerdotes, a procura era tão grande que os budistas tinham seus templos lotados de doentes. Foi Buda, Sidarta Gautama que mandou construir outras instalações a parte dos templos para tratar os doentes. Surgia ai a primeira versão de hospital. O nome hospital vem do latim hospitalis, que significa lugar de hospitalidade, acolhimento e abrigo.
Os primeiros hospitais do Ocidente surgiram na Roma antiga, mais foi gradativamente ao longo da história surgindo os médicos de hoje pautados mais na ciência do que na crendice.
Por isso que acredito ser uma profissão “sacerdotal” a do médico. Recentemente li uma entrevista de um Neurocientista que afirmava que os médicos deveriam ser médicos pela profissão e prazer sem visar o dinheiro.
Voltando ao inconsciente coletivo de Jung, acho que é por isso que as Igrejas pensam que a tarefa maior delas é curar enfermos. Embora que Jesus não tenha dado essa tarefa aos apóstolos entre as quatro paredes da igreja, mas os designou que fossem pelo mundo, mas a igreja sendo vista como templo pelos cristãos (equivocados) carregamos no inconsciente a idéia de que temos de curar, ou pelo menos tratar com hospitalidade os enfermos, pena que tenhamos dado muita ênfase na cura do corpo e tenhamos deixado de lado as doenças de ordem emocional ou mental. A isso damos crédito ao diabo, pois é mais fácil do que admitir a loucura ou a neurose.
*Acompanhe semanalmente o que estarei escrevendo aqui sobre Inconsciente Religioso.
Quando leio que carregamos no corpo as marcas do pecado, esse corpo não é soma(carne), mas ego(caráter), minhas atitudes mentais.
Tenho dito em nossos estudos de Quarta-Feira que muito do que cremos e pensamos está regado pela cultura em que estamos inseridos e mais do que isso, tenho afirmado que o culto que praticamos hoje da forma em que praticamos é eminentemente Americano-Inglês. Os instrumentos, a disposição do salão e o próprio púlpito são puramente da reforma protestante de origem Inglesa.
Nem sempre conseguimos separar nossa crença pessoal e o que herdamos daquilo que a Bíblia diz que é. A isso digo que muitas vezes temos uma idéia de Deus influenciada pela idéia que fizemos dos nossos pais. Quando muito, ficamos com uma visão separada, mas se não tivemos intimidade com os pais, muito raramente teremos uma intimidade com Deus como Pai. Preferimos a visão de Deus Senhor, distante e não aquela de Jesus, Aba Pai. (Paizinho)
A mesma coisa temos sobre a igreja! Estudando a história descobri que no passado, muito remoto, bem antes de Cristo as doenças eram tratadas pelos sacerdotes de várias religiões e culturas. Isso porque a humanidade acreditava que as enfermidades tinham um aspecto espiritual. Hoje, á própria ciência discute a importância da fé (positivista) na cura das enfermidades. Os primeiros a se dedicarem a cura foram os sacerdotes, a procura era tão grande que os budistas tinham seus templos lotados de doentes. Foi Buda, Sidarta Gautama que mandou construir outras instalações a parte dos templos para tratar os doentes. Surgia ai a primeira versão de hospital. O nome hospital vem do latim hospitalis, que significa lugar de hospitalidade, acolhimento e abrigo.
Os primeiros hospitais do Ocidente surgiram na Roma antiga, mais foi gradativamente ao longo da história surgindo os médicos de hoje pautados mais na ciência do que na crendice.
Por isso que acredito ser uma profissão “sacerdotal” a do médico. Recentemente li uma entrevista de um Neurocientista que afirmava que os médicos deveriam ser médicos pela profissão e prazer sem visar o dinheiro.
Voltando ao inconsciente coletivo de Jung, acho que é por isso que as Igrejas pensam que a tarefa maior delas é curar enfermos. Embora que Jesus não tenha dado essa tarefa aos apóstolos entre as quatro paredes da igreja, mas os designou que fossem pelo mundo, mas a igreja sendo vista como templo pelos cristãos (equivocados) carregamos no inconsciente a idéia de que temos de curar, ou pelo menos tratar com hospitalidade os enfermos, pena que tenhamos dado muita ênfase na cura do corpo e tenhamos deixado de lado as doenças de ordem emocional ou mental. A isso damos crédito ao diabo, pois é mais fácil do que admitir a loucura ou a neurose.
*Acompanhe semanalmente o que estarei escrevendo aqui sobre Inconsciente Religioso.
12 março 2010
Tá complicado
Um advogado criminalista em um jornal do estado de São Paulo disse que a profissão de advogado está ficando difícil.
Ele diz que a proliferação de faculdades de direito tira a seriedade da profissão, os advogados não tem um porta voz e a preocupação com o êxito pessoal tem lhe tirado os ânimos com a profissão.
Vejo os mesmos problemas e dificuldades no pastorado.
Inúmeras instituições de teologia na internet que são caça níqueis e pastores com forte concentração na imagem pessoal. Formação daquelas que pagou levou, pagou um pouco mais leva Doutorado em Divindade e mais, a formação em teologia para o pastorado embora seja uma exigência das denominações sérias e conservadoras não é para as “boquetas” de “igrejicas” espalhadas no Brasil. Vale mãosada na cabeça e neologismo e vamo embora.
A Igreja Universal está juntamente com a UNB em Brasília abrindo concurso público para pastores com salário inicial em 8 mil reais. Isso mesmo, se quiser saber mais clique no link abaixo e veja melhor.
http://fazendavirtual.wordpress.com/2009/08/23/igreja-universal-abrira-concurso-para-pastor-salario-inicial-de-r-8-23482/
O jornal noticiou que dois pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus foram presos por contrabandear armas. Acredito que o tal Waldomiro não sabia disso, mas o problema é que a empresa dele, ops, desculpe, a igreja dele, cresceu tanto que teve de pegar pastores nas “esquinas” da vida pra atender a demanda de abertura de igrejas. Em minha cidade, interior do Rio de Janeiro, tem uma dessas dele. Na fachada da igreja tem um banner gigante com a foto do Waldomiro. Acompanhamento pastoral, estudo, grupos e atendimento ao membro não existe.
É o problema do advogado que citei acima! Pastorado na bíblia é dom, chamado e vocação, no mundo é experteza, profissão e oportunidade.
Eu sou pastor para as ovelhas que congregam em minha paróquia e não para o mundo, mas por causa dessa problemática eu cada dia mais quando sou perguntado sobre minha profissão, não hesito em responder: Psicanalista ou Terapeuta.
Mas até na terapia já há boquetas e inúmeras instituições com cursos por correspondência. Mas por enquanto nenhum psicanalista foi noticiado como pilantra na televisão.
Ele diz que a proliferação de faculdades de direito tira a seriedade da profissão, os advogados não tem um porta voz e a preocupação com o êxito pessoal tem lhe tirado os ânimos com a profissão.
Vejo os mesmos problemas e dificuldades no pastorado.
Inúmeras instituições de teologia na internet que são caça níqueis e pastores com forte concentração na imagem pessoal. Formação daquelas que pagou levou, pagou um pouco mais leva Doutorado em Divindade e mais, a formação em teologia para o pastorado embora seja uma exigência das denominações sérias e conservadoras não é para as “boquetas” de “igrejicas” espalhadas no Brasil. Vale mãosada na cabeça e neologismo e vamo embora.
A Igreja Universal está juntamente com a UNB em Brasília abrindo concurso público para pastores com salário inicial em 8 mil reais. Isso mesmo, se quiser saber mais clique no link abaixo e veja melhor.
http://fazendavirtual.wordpress.com/2009/08/23/igreja-universal-abrira-concurso-para-pastor-salario-inicial-de-r-8-23482/
O jornal noticiou que dois pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus foram presos por contrabandear armas. Acredito que o tal Waldomiro não sabia disso, mas o problema é que a empresa dele, ops, desculpe, a igreja dele, cresceu tanto que teve de pegar pastores nas “esquinas” da vida pra atender a demanda de abertura de igrejas. Em minha cidade, interior do Rio de Janeiro, tem uma dessas dele. Na fachada da igreja tem um banner gigante com a foto do Waldomiro. Acompanhamento pastoral, estudo, grupos e atendimento ao membro não existe.
É o problema do advogado que citei acima! Pastorado na bíblia é dom, chamado e vocação, no mundo é experteza, profissão e oportunidade.
Eu sou pastor para as ovelhas que congregam em minha paróquia e não para o mundo, mas por causa dessa problemática eu cada dia mais quando sou perguntado sobre minha profissão, não hesito em responder: Psicanalista ou Terapeuta.
Mas até na terapia já há boquetas e inúmeras instituições com cursos por correspondência. Mas por enquanto nenhum psicanalista foi noticiado como pilantra na televisão.
02 março 2010
Maçonaria perguntas e respostas!
Algumas pessoas me procuram com a pergunta: Um cristão pode pertencer a maçonaria?
Por conta desta problemática e pelo crescimento e curiosidade pela maçonaria inclusive depois do livro de Dan Brown, eu resolvi tentar explicar ou desmistificar a maçonaria.
Eu fui maçom por 4 anos, chegando a mestre maçom, o 3º grau simbólico, porque depois desse são considerados os graus filosóficos chegando ao 33º.
Caso aqui não tenha respondido a alguma pergunta que você tenha, escreva pra mim e terei o maior prazer em lhe responder.
Quem pode participar da maçonaria? –Todos que estiverem limpos perante a justiça e forem convidados por um maçom. Os convidados geralmente possuem um bom nome ou são reconhecidos profissionalmente.
É verdade que ela ajuda a todos que entram? – Isso é mito. Ninguém muda de vida depois de se tornar maçom, porque essa tal ajuda propagada vai depender de cada maçom. O que acontece é um privilégio por ser maçom, no sentido de trocar produtos entre si. Caso você tenha um comércio, os maçons irão comprar com você, mas também vai depender do produto ou do preço, porque nenhum maçom compra de você só por ser maçom. Também não tem esse negócio de entrar desempregado para uma loja de maçons e sair empregado. Isso é mito!
É verdade que a maçonaria tem parte com o diabo? – Mito, puro mito. Há símbolos condenados pelos cristãos, como por exemplo: Um caixão, cabeça de bode, enxofre e outros. São símbolos que tratam de uma reflexão sobre os assuntos de morte, soberba e etc... mas dizer que ela tem pacto com o diabo é invenção.
A maçonaria é religião? – Ela diz que não, mas eu posso afirmar que sim, porque usam a Bíblia, recebem “passe” na cadeia de união, que é um momento em que os maçons reunidos ouvem a palavra sagrada do mês, o que lhes dá acesso as lojas e testificam que um maçom está regular, fazem rituais para cada grau e invocam muito a presença do Grande Arquiteto do Universo que é a figura de Deus para eles e estudam sobre a vida e comportamentos bons e maus. Creio ser possível ser maçom e não precisar ir a nenhuma igreja ou qualquer religião, embora seja ela 80% freqüentada por espíritas.
Como surgiu a maçonaria? -Segundo a história com os pedreiros livres da França, por isso a tese de Dan Brown em seu último livro, mas há quem diga que veio de Salomão ou até mesmo do Egito. A mais plausível é a origem da França com os pedreiros porque os simbolos usados são da construção. Martelo, esquadro, compasso e outros, assim como a denominação para DEUS como o Grande Arquiteto do Universo.
Qual o objetivo das reuniões? -Cumprimento do ritual que segundo os maçons é aonde o participante é lapidado. Os rituais servem para abertura dos trabalhos e depois se ensina ou faz algo para o crescimento espiritual dos participantes, por isso que atesto que é religião.
A maçonaria tem alguma base bíblica? -Não. O que há são alguns utensilios nas lojas que são cópias do templo de salomão, tipo: a pia de bronze, os capitéis, a romã, colunas e etc.., mas isso não significa base bíblica.
É verdade que os evangélicos foram beneficiados por ela? –Sim! Quando o catolicismo perseguiu os protestantes a maçonaria interviu com a égide máxima deles. Igualdade, Fraternidade e Liberdade. Nós protestantes temos uma “dívida” com a maçonaria sobre este assunto.
Esse negócio de 3 pontinhos na assinatura existe mesmo? –Sim, os maçons se reconhecem desta forma, mas há outros modos de se identificar como maçom.
Quais são os outros? – Um maçom pergunta pra outra pessoa: “Tudo justo e perfeito?” Se a pessoa for maçom deverá responder: “Entre ambas as colunas”. Também há perguntas do tipo: “Como está o filho da viúva.” Se a pessoa for maçom saberá que a pergunta é pra si, então deverá responder sobre si mesmo. Enfim, há diversos sinais para identificação. Sinais com a mão no pescoço, na cintura, no coração e cada um desses é de um grau diferente.
Esses graus são o que? – Os graus são...eu poderia dizer, a classe de ensino que um maçom está “matriculado”. Ele aprende coisas devidas do grau e fazendo os testes irá para um outro acima. Como uma escola, por exemplo.
Existe na maçonaria uma sala chamada câmara de reflexão? – Sim, há e nela existem os objetos que citei em outra pergunta. Caixão, cabeça de bode, enxofre e etc. Todos esses objetos são para provocar a reflexão, porque a maçonaria é absolutamente simbólica.
Tem coleta de dinheiro na maçonaria? – Tem, mas não como na igreja, é uma mensalidade para manutenção da loja ou ajudar quem precisa. Um pouco parecido com igreja neste sentido, mas não é o dízimo.
A roupa usada é o paletó preto? – Um deles, porque eu usava um balandrau, espécie de batina de padre toda preta. Paletó é mais formal é para os iniciantes. Não era o meu caso!
Existe alguma vantagem em participar da maçonaria? – Não vejo porque, mas para gente que gosta de pertencer a grupos fechados e exercer poder político a maçonaria pode ser muito vantajosa.
O que você diria para um cristão? –Perda de tempo, embora seja bonito as decorações e os ritos, mas já temos a vida cristã e já somos irmãos em cristo, não precisamos de outros.
Por conta desta problemática e pelo crescimento e curiosidade pela maçonaria inclusive depois do livro de Dan Brown, eu resolvi tentar explicar ou desmistificar a maçonaria.
Eu fui maçom por 4 anos, chegando a mestre maçom, o 3º grau simbólico, porque depois desse são considerados os graus filosóficos chegando ao 33º.
Caso aqui não tenha respondido a alguma pergunta que você tenha, escreva pra mim e terei o maior prazer em lhe responder.
Quem pode participar da maçonaria? –Todos que estiverem limpos perante a justiça e forem convidados por um maçom. Os convidados geralmente possuem um bom nome ou são reconhecidos profissionalmente.
É verdade que ela ajuda a todos que entram? – Isso é mito. Ninguém muda de vida depois de se tornar maçom, porque essa tal ajuda propagada vai depender de cada maçom. O que acontece é um privilégio por ser maçom, no sentido de trocar produtos entre si. Caso você tenha um comércio, os maçons irão comprar com você, mas também vai depender do produto ou do preço, porque nenhum maçom compra de você só por ser maçom. Também não tem esse negócio de entrar desempregado para uma loja de maçons e sair empregado. Isso é mito!
É verdade que a maçonaria tem parte com o diabo? – Mito, puro mito. Há símbolos condenados pelos cristãos, como por exemplo: Um caixão, cabeça de bode, enxofre e outros. São símbolos que tratam de uma reflexão sobre os assuntos de morte, soberba e etc... mas dizer que ela tem pacto com o diabo é invenção.
A maçonaria é religião? – Ela diz que não, mas eu posso afirmar que sim, porque usam a Bíblia, recebem “passe” na cadeia de união, que é um momento em que os maçons reunidos ouvem a palavra sagrada do mês, o que lhes dá acesso as lojas e testificam que um maçom está regular, fazem rituais para cada grau e invocam muito a presença do Grande Arquiteto do Universo que é a figura de Deus para eles e estudam sobre a vida e comportamentos bons e maus. Creio ser possível ser maçom e não precisar ir a nenhuma igreja ou qualquer religião, embora seja ela 80% freqüentada por espíritas.
Como surgiu a maçonaria? -Segundo a história com os pedreiros livres da França, por isso a tese de Dan Brown em seu último livro, mas há quem diga que veio de Salomão ou até mesmo do Egito. A mais plausível é a origem da França com os pedreiros porque os simbolos usados são da construção. Martelo, esquadro, compasso e outros, assim como a denominação para DEUS como o Grande Arquiteto do Universo.
Qual o objetivo das reuniões? -Cumprimento do ritual que segundo os maçons é aonde o participante é lapidado. Os rituais servem para abertura dos trabalhos e depois se ensina ou faz algo para o crescimento espiritual dos participantes, por isso que atesto que é religião.
A maçonaria tem alguma base bíblica? -Não. O que há são alguns utensilios nas lojas que são cópias do templo de salomão, tipo: a pia de bronze, os capitéis, a romã, colunas e etc.., mas isso não significa base bíblica.
É verdade que os evangélicos foram beneficiados por ela? –Sim! Quando o catolicismo perseguiu os protestantes a maçonaria interviu com a égide máxima deles. Igualdade, Fraternidade e Liberdade. Nós protestantes temos uma “dívida” com a maçonaria sobre este assunto.
Esse negócio de 3 pontinhos na assinatura existe mesmo? –Sim, os maçons se reconhecem desta forma, mas há outros modos de se identificar como maçom.
Quais são os outros? – Um maçom pergunta pra outra pessoa: “Tudo justo e perfeito?” Se a pessoa for maçom deverá responder: “Entre ambas as colunas”. Também há perguntas do tipo: “Como está o filho da viúva.” Se a pessoa for maçom saberá que a pergunta é pra si, então deverá responder sobre si mesmo. Enfim, há diversos sinais para identificação. Sinais com a mão no pescoço, na cintura, no coração e cada um desses é de um grau diferente.
Esses graus são o que? – Os graus são...eu poderia dizer, a classe de ensino que um maçom está “matriculado”. Ele aprende coisas devidas do grau e fazendo os testes irá para um outro acima. Como uma escola, por exemplo.
Existe na maçonaria uma sala chamada câmara de reflexão? – Sim, há e nela existem os objetos que citei em outra pergunta. Caixão, cabeça de bode, enxofre e etc. Todos esses objetos são para provocar a reflexão, porque a maçonaria é absolutamente simbólica.
Tem coleta de dinheiro na maçonaria? – Tem, mas não como na igreja, é uma mensalidade para manutenção da loja ou ajudar quem precisa. Um pouco parecido com igreja neste sentido, mas não é o dízimo.
A roupa usada é o paletó preto? – Um deles, porque eu usava um balandrau, espécie de batina de padre toda preta. Paletó é mais formal é para os iniciantes. Não era o meu caso!
Existe alguma vantagem em participar da maçonaria? – Não vejo porque, mas para gente que gosta de pertencer a grupos fechados e exercer poder político a maçonaria pode ser muito vantajosa.
O que você diria para um cristão? –Perda de tempo, embora seja bonito as decorações e os ritos, mas já temos a vida cristã e já somos irmãos em cristo, não precisamos de outros.
27 fevereiro 2010
Jesus está voltando?
O que nós estamos assistindo com todas as tragédias?
O retorno de Jesus?
Na última copa do mundial eu ouvi de uma pessoa que uma irmã em Cristo não sei de onde, disse que a Itália ganharia o mundial e que em 2010 o Rio de Janeiro sofreria um tsunami.
De fato a Itália levou o campeonato e hoje dia 26 de Fevereiro de 2010, o noticiário da tarde noticiou um possível tsunami este ano no Rio. Em outros países há alerta dele sendo ecoado.
Ao ouvir isso me lembrei da profecia!
Não sou ingênuo por pensar assim sem considerar tragédias na história, mas novas estão vindo!
A filha de um pastor amigo está servindo ao Senhor no Chile onde teve um terremoto da proporção do Haiti. No email do colega ele ainda não sabia nada sobre a filha, mas horas depois nos comunicou que ela conseguiu falar com ele e que sua equipe estava bem porque o acampamento é num morro.
Me lembrei das palavras de Jesus:
“Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda;
Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes;” Mateus 24.15,16
Diante dessas notícias todas e das que estão em nosso meio, penso que alguma brevidade se aproxima. Será que Jesus está voltando?
Ao que me refiro sobre as notícias em nosso meio?
“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis,
pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes,
desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem,
traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus,
tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.” 2Tm.3.1-5
Você tem que entender que Paulo ao escrever isso para Timóteo escreve alertando sobre os homens da Igreja, porque os do mundo são assim mesmo. As admoestações são para a Igreja e não para os de fora. Segundo Paulo, nos últimos tempos os da igreja estariam iguais aos de fora.
Os crentes de hoje não querem comunhão! Convivência ou cumplicidade. Querem a benção e solução de seus problemas!
Bispo Macedo, Waldomiro, R.R.Soares e os que seguem seus modelos e buscam crescimento sem comunhão estão ai para atender a demanda dos ávidos por resultados.
Ainda hoje conversando com minha esposa dizia que Jesus veio ao mundo e morreu na cruz para perdoar meus pecados e estabelecer novamente com Deus a comunicação perdida, mas alguns insistem em dizer que há algo mais, além disso. O apóstolo Paulo já havia dito que neste mundo lutamos com a carne e com seus problemas. Jesus também disse que o espírito estava pronto, mas a carne é fraca e muitos dos problemas que temos hoje vem da carne.
A vida na Igreja nos ajuda a vencer esses problemas! Não é tão simples assim, mas é assim! A vitória proposta é por meio da comunhão e não mágicas.
Chegar à Igreja e “comprar” o que se quer vindo do púlpito como promessa sincrética me cheira enxofre. Esse negócio de “pedra, fitinha, tapete da unção, óleo de Israel, e demais badolates” é demoníaco.
Vou dizer de novo: É DEMONÍACO! Entendeu?
”Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios,” 1Tm.4.1
Creio em milagres? Claro, lógico. Seria eu tolo em não crer, mas os milagres que vejo hoje estão mais para efeito psicológico social do que ação sobrenatural de Jesus.
É só olhar como Jesus e os apóstolos faziam e perceber como os de hoje fazem.
Hoje é ação conjunta! Propaganda! Um sujeito no meio da multidão ouvindo e vendo como os outros foram curados cria nele uma possibilidade de ser também, porque 80% das doenças são de ordem somática, ou seja, de fundo emocional.
Num grupo de pessoas afirmando que foram curadas e chorando por isso, é possível você ser também. A chance é grande! Mas é possível também retornar ao problema quando sair deste ambiente. A chance também é grande.E eu já vi isso acontecer!
Quero ver esses homens curarem sem a estrutura montada! Quero ver curar como Jesus. “Eu quero, seja curado.” Dizia Ele!
O que esses “milagreiros” fazem é dar uma palavra de otimismo a platéia e cada um pensa na possibilidade da cura e no seu problema e depois conferem se aconteceu. Isso é neurolinguística! Não era assim que Jesus fazia!
Diante disso tudo é possível Jesus estar voltando porque cresce a cada dia o número de apóstatas.
Conversando com meus filhos á mesa do jantar falávamos sobre a obra de Jesus em vencer a morte e que com Cristo viveremos eternamente. Minha filha sorriu e perguntou: -Nunca mais morreremos? Não filha, viveremos com o Senhor e reencontraremos pessoas queridas e veremos face a face o Senhor. Percebi que um gozo invadiu meu coração ao falar sobre isso.
Também uma tristeza veio em seguida porque os que vivem nessas igrejas milagreiras não sabem desta verdade e nem esperam por ela.
Vejo que cresce também o desejo dos cristãos verdadeiros de permanecerem nas pequenas comunidades, porque essas é que vão sobreviver a tudo isso e são elas que valorizam o que Jesus mais gosta. Comunhão!
Pensemos: Será que Jesus está voltando?
O retorno de Jesus?
Na última copa do mundial eu ouvi de uma pessoa que uma irmã em Cristo não sei de onde, disse que a Itália ganharia o mundial e que em 2010 o Rio de Janeiro sofreria um tsunami.
De fato a Itália levou o campeonato e hoje dia 26 de Fevereiro de 2010, o noticiário da tarde noticiou um possível tsunami este ano no Rio. Em outros países há alerta dele sendo ecoado.
Ao ouvir isso me lembrei da profecia!
Não sou ingênuo por pensar assim sem considerar tragédias na história, mas novas estão vindo!
A filha de um pastor amigo está servindo ao Senhor no Chile onde teve um terremoto da proporção do Haiti. No email do colega ele ainda não sabia nada sobre a filha, mas horas depois nos comunicou que ela conseguiu falar com ele e que sua equipe estava bem porque o acampamento é num morro.
Me lembrei das palavras de Jesus:
“Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda;
Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes;” Mateus 24.15,16
Diante dessas notícias todas e das que estão em nosso meio, penso que alguma brevidade se aproxima. Será que Jesus está voltando?
Ao que me refiro sobre as notícias em nosso meio?
“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis,
pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes,
desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem,
traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus,
tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.” 2Tm.3.1-5
Você tem que entender que Paulo ao escrever isso para Timóteo escreve alertando sobre os homens da Igreja, porque os do mundo são assim mesmo. As admoestações são para a Igreja e não para os de fora. Segundo Paulo, nos últimos tempos os da igreja estariam iguais aos de fora.
Os crentes de hoje não querem comunhão! Convivência ou cumplicidade. Querem a benção e solução de seus problemas!
Bispo Macedo, Waldomiro, R.R.Soares e os que seguem seus modelos e buscam crescimento sem comunhão estão ai para atender a demanda dos ávidos por resultados.
Ainda hoje conversando com minha esposa dizia que Jesus veio ao mundo e morreu na cruz para perdoar meus pecados e estabelecer novamente com Deus a comunicação perdida, mas alguns insistem em dizer que há algo mais, além disso. O apóstolo Paulo já havia dito que neste mundo lutamos com a carne e com seus problemas. Jesus também disse que o espírito estava pronto, mas a carne é fraca e muitos dos problemas que temos hoje vem da carne.
A vida na Igreja nos ajuda a vencer esses problemas! Não é tão simples assim, mas é assim! A vitória proposta é por meio da comunhão e não mágicas.
Chegar à Igreja e “comprar” o que se quer vindo do púlpito como promessa sincrética me cheira enxofre. Esse negócio de “pedra, fitinha, tapete da unção, óleo de Israel, e demais badolates” é demoníaco.
Vou dizer de novo: É DEMONÍACO! Entendeu?
”Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios,” 1Tm.4.1
Creio em milagres? Claro, lógico. Seria eu tolo em não crer, mas os milagres que vejo hoje estão mais para efeito psicológico social do que ação sobrenatural de Jesus.
É só olhar como Jesus e os apóstolos faziam e perceber como os de hoje fazem.
Hoje é ação conjunta! Propaganda! Um sujeito no meio da multidão ouvindo e vendo como os outros foram curados cria nele uma possibilidade de ser também, porque 80% das doenças são de ordem somática, ou seja, de fundo emocional.
Num grupo de pessoas afirmando que foram curadas e chorando por isso, é possível você ser também. A chance é grande! Mas é possível também retornar ao problema quando sair deste ambiente. A chance também é grande.E eu já vi isso acontecer!
Quero ver esses homens curarem sem a estrutura montada! Quero ver curar como Jesus. “Eu quero, seja curado.” Dizia Ele!
O que esses “milagreiros” fazem é dar uma palavra de otimismo a platéia e cada um pensa na possibilidade da cura e no seu problema e depois conferem se aconteceu. Isso é neurolinguística! Não era assim que Jesus fazia!
Diante disso tudo é possível Jesus estar voltando porque cresce a cada dia o número de apóstatas.
Conversando com meus filhos á mesa do jantar falávamos sobre a obra de Jesus em vencer a morte e que com Cristo viveremos eternamente. Minha filha sorriu e perguntou: -Nunca mais morreremos? Não filha, viveremos com o Senhor e reencontraremos pessoas queridas e veremos face a face o Senhor. Percebi que um gozo invadiu meu coração ao falar sobre isso.
Também uma tristeza veio em seguida porque os que vivem nessas igrejas milagreiras não sabem desta verdade e nem esperam por ela.
Vejo que cresce também o desejo dos cristãos verdadeiros de permanecerem nas pequenas comunidades, porque essas é que vão sobreviver a tudo isso e são elas que valorizam o que Jesus mais gosta. Comunhão!
Pensemos: Será que Jesus está voltando?
01 fevereiro 2010
Eu fui ver!
Eu vi o filme Lula, o filho do Brasil.
Já previa que choraria em muitas partes. Associando a história com o fato atual de sua presidência é muito legal ver como a vida de tempos em tempos nos reserva pessoas especiais como ele.
Sua mãe Dona Lindu, lhe deu conselhos importantes pra sua trajetória.
É lógico que a versão autorizada tem sua performance romanceada, com exageros aqui e afrouxamentos ali. Mas no “computo” geral é uma história bonita, semelhante com a dos filhos de Francisco.
Na história do Cristianismo tivemos a era das trevas! Um momento negro na trajetória do povo cristão, mas percebo que todo país, toda nação teve o seu também e o Brasil retratado nos tempos de Lula sindicalista não foi diferente. É de enervar como o governo era intolerante e amedrontado. Sem dúvida vimos que o militarismo era bem covarde embora tenha vendido a imagem contrária.
As manchetes dos jornais com Maluf dizendo que o problema era de ordem policial, se referindo as greves é hilário! Coitado do Maluf porque hoje tem de defender aquele que condenou.
Eu tive o privilégio de ter sido convidado pelo PT na ocasião de LULA candidato em2002 a escrever para o jornal do PT sobre ele em nome dos evangélicos. Em meio a denuncias da Igreja Universal de que LULA é o diabo, eu estava lá, apoiando o então “sapo barbudo”, que lutava com sua candidatura ao cargo mais importante da nação.
Lutei contra muita gente pra manter-me fiel aos meus princípios e ideais! Não é fácil você ver pessoas ao seu redor indo em direção a ganhos por conta de acordos interesseiros e você ficar quase que só por causa de uma coerência ideológica.
Acho engraçado hoje ouvir os que odiavam o LULA elogiá-lo como se soubessem que ele seria bom presidente. Quem elogia é porque não teve seus interesses ameaçados!
Eu não fiquei muito a contento com a sua política. Esperava que fosse mais agressivo com os banqueiros, mas não foi!
Esperava que ele banisse da política os barões de outrora, mas não baniu!
Esperava que ele fosse erradicar a fome no país, mas não erradicou, só diminuiu!
Nunca pensei que fosse apoiar Sarney e sua turma! Apoiou!
Acho que por isso que no início de seu governo, muito se falou dele bêbado, porque também acredito que conversar com quem teve de conversar, foi preciso diluir seu superego muitas vezes.
No filme de sua vida, ficou claro que ele segue o conselho de sua mãe quando no leito do hospital disse: Meu filho, faça o que dá pra fazer, o que não der, espere.”
Quem não viu vá ver, porque é o filho do Brasil que nos preside hoje! Que não fugiu, não estudou na Sorbonne, Yale, e demais universidades da Europa, mas que aprendeu aqui e na carne o que é sofrer.
Já previa que choraria em muitas partes. Associando a história com o fato atual de sua presidência é muito legal ver como a vida de tempos em tempos nos reserva pessoas especiais como ele.
Sua mãe Dona Lindu, lhe deu conselhos importantes pra sua trajetória.
É lógico que a versão autorizada tem sua performance romanceada, com exageros aqui e afrouxamentos ali. Mas no “computo” geral é uma história bonita, semelhante com a dos filhos de Francisco.
Na história do Cristianismo tivemos a era das trevas! Um momento negro na trajetória do povo cristão, mas percebo que todo país, toda nação teve o seu também e o Brasil retratado nos tempos de Lula sindicalista não foi diferente. É de enervar como o governo era intolerante e amedrontado. Sem dúvida vimos que o militarismo era bem covarde embora tenha vendido a imagem contrária.
As manchetes dos jornais com Maluf dizendo que o problema era de ordem policial, se referindo as greves é hilário! Coitado do Maluf porque hoje tem de defender aquele que condenou.
Eu tive o privilégio de ter sido convidado pelo PT na ocasião de LULA candidato em2002 a escrever para o jornal do PT sobre ele em nome dos evangélicos. Em meio a denuncias da Igreja Universal de que LULA é o diabo, eu estava lá, apoiando o então “sapo barbudo”, que lutava com sua candidatura ao cargo mais importante da nação.
Lutei contra muita gente pra manter-me fiel aos meus princípios e ideais! Não é fácil você ver pessoas ao seu redor indo em direção a ganhos por conta de acordos interesseiros e você ficar quase que só por causa de uma coerência ideológica.
Acho engraçado hoje ouvir os que odiavam o LULA elogiá-lo como se soubessem que ele seria bom presidente. Quem elogia é porque não teve seus interesses ameaçados!
Eu não fiquei muito a contento com a sua política. Esperava que fosse mais agressivo com os banqueiros, mas não foi!
Esperava que ele banisse da política os barões de outrora, mas não baniu!
Esperava que ele fosse erradicar a fome no país, mas não erradicou, só diminuiu!
Nunca pensei que fosse apoiar Sarney e sua turma! Apoiou!
Acho que por isso que no início de seu governo, muito se falou dele bêbado, porque também acredito que conversar com quem teve de conversar, foi preciso diluir seu superego muitas vezes.
No filme de sua vida, ficou claro que ele segue o conselho de sua mãe quando no leito do hospital disse: Meu filho, faça o que dá pra fazer, o que não der, espere.”
Quem não viu vá ver, porque é o filho do Brasil que nos preside hoje! Que não fugiu, não estudou na Sorbonne, Yale, e demais universidades da Europa, mas que aprendeu aqui e na carne o que é sofrer.
Zilda Arns
Algumas pessoas passam pela vida e deixam um rastro de benignidade e bondade que inspiram e fortalecem outras vidas. Esse é o caso da Dra Zilda que faleceu no terremoto do Haiti.
Vi pela televisão do Paraná, sua família reunida em entrevista coletiva, dizendo que o desejo dela era falecer em “batalha”. Ela não queria ficar inválida ou enferma, mas queria partir fazendo alguma coisa. Deus atendeu o seu pedido.
Ela deixa um exemplo de engajamento na pastoral da criança.
Na televisão do Paraná, leram uma carta escrita por ela pelas comemorações do natal. Ouvindo percebi que o conteúdo expressa a mais real mensagem de Jesus ao trabalho com as crianças. Seu texto nos desafia a sairmos da burocracia e aristocracia para irmos onde está a criança pobre e desnutrida.
Ouvi uma mensagem de pratica e compromisso, enquanto ouço também mensagens evangélicas de estorno e acharcamento das ovelhas.
Zilda católica prega Jesus prático e compromissado, evangélicos postulantes da verdade pregam Jesus burguês e descompromissado e independente.
É confuso isso!
Mas, lendo um dos jornais do dia, os católicos insistem em acreditar ou fazer com que acreditem que um morto tem poder mesmo depois de morto.
As frases diziam:
“Deus precisou de Dona Zilda lá em cima”
“Ela estará lá. Olhando por nós”
“Ao ver crianças pobres peçam pra ela que defenderá”
É lamentável o que os católicos irão fazer com a imagem dessa mulher! Se estivesse viva não aceitaria essa correlação com Jesus.
Jesus é o único que intercede por nós! Ele foi o que venceu a morte e tem poder sobre a vida e a morte.
Ele é o que está à direita de Deus Pai!
Todos que fazem boas ações em nome de Jesus não têm direito e poder de interceder por qualquer pessoa depois de morta.
Nem a mãe de Jesus, a Maria, é intercessora por quem quer que seja!
Essas coisas são invenções da religião católica apostólica romana, que não tem qualquer base nas Escrituras Sagradas.
Daqui a pouco vão apresentar milagres feitos pela Dra Zilda Arns e pedirem a canonização dela como santa.
Eu não tenho dúvida de o diabo irá proclamar esse tipo de ação, mas também chego a conclusão que nós valemos mais como vivos do que como mortos.
Depois que a gente morre, fazem da nossa imagem e trabalho que deixamos as maiores besteiras sem direito a defesa.
Perdemos uma batalhadora de um nível “invejável”, mas não percamos mais construindo essa imagem de intercessora junto a Deus que certamente ela não é.
Vi pela televisão do Paraná, sua família reunida em entrevista coletiva, dizendo que o desejo dela era falecer em “batalha”. Ela não queria ficar inválida ou enferma, mas queria partir fazendo alguma coisa. Deus atendeu o seu pedido.
Ela deixa um exemplo de engajamento na pastoral da criança.
Na televisão do Paraná, leram uma carta escrita por ela pelas comemorações do natal. Ouvindo percebi que o conteúdo expressa a mais real mensagem de Jesus ao trabalho com as crianças. Seu texto nos desafia a sairmos da burocracia e aristocracia para irmos onde está a criança pobre e desnutrida.
Ouvi uma mensagem de pratica e compromisso, enquanto ouço também mensagens evangélicas de estorno e acharcamento das ovelhas.
Zilda católica prega Jesus prático e compromissado, evangélicos postulantes da verdade pregam Jesus burguês e descompromissado e independente.
É confuso isso!
Mas, lendo um dos jornais do dia, os católicos insistem em acreditar ou fazer com que acreditem que um morto tem poder mesmo depois de morto.
As frases diziam:
“Deus precisou de Dona Zilda lá em cima”
“Ela estará lá. Olhando por nós”
“Ao ver crianças pobres peçam pra ela que defenderá”
É lamentável o que os católicos irão fazer com a imagem dessa mulher! Se estivesse viva não aceitaria essa correlação com Jesus.
Jesus é o único que intercede por nós! Ele foi o que venceu a morte e tem poder sobre a vida e a morte.
Ele é o que está à direita de Deus Pai!
Todos que fazem boas ações em nome de Jesus não têm direito e poder de interceder por qualquer pessoa depois de morta.
Nem a mãe de Jesus, a Maria, é intercessora por quem quer que seja!
Essas coisas são invenções da religião católica apostólica romana, que não tem qualquer base nas Escrituras Sagradas.
Daqui a pouco vão apresentar milagres feitos pela Dra Zilda Arns e pedirem a canonização dela como santa.
Eu não tenho dúvida de o diabo irá proclamar esse tipo de ação, mas também chego a conclusão que nós valemos mais como vivos do que como mortos.
Depois que a gente morre, fazem da nossa imagem e trabalho que deixamos as maiores besteiras sem direito a defesa.
Perdemos uma batalhadora de um nível “invejável”, mas não percamos mais construindo essa imagem de intercessora junto a Deus que certamente ela não é.
08 janeiro 2010
Tiro no Pé
Essa expressão esta relacionada com a idéia de tentativa e erro. É quando a pessoa executa uma intenção, mas o resultado é um fiasco.
Refiro-me a isso na questão da evangelização moderna nos meios de televisão.
Os pregadores arrebanham multidões aos seus cultos pela televisão, mas no geral e a grosso modo as pessoas não se convertem e nem sofrem o discipulado. John White escreveu que a vida com Cristo não é um mar de rosa quando se encontra com as oportunidades do mundo. O próprio Jesus nos advertiu que no mundo teríamos aflições.
As pregações televisivas não formam discípulos, mas arrebanham multidões que na maioria das vezes e um caça níquel. Elas só enriquecem os pregadores e não se tornam mais parecidas com Jesus. O processo discipular é mais complexo. A ordem de Jesus em Mateus 28 é profunda que o seu cumprimento não é feito nas massas, mas de um a um.
O discipulado é uma caminhada diária consistente de ensino diretivo e pratico sobre as varias situações da vida do discípulo. Na linguagem mais simples é vida na vida! Entendemos isso na fala de Paulo: "Sedes meus imitadores como eu sou de Cristo". A IURD tem esse programa, mas vai até e somente a imitação do Bispo que por conseqüência não é imitador de Cristo. Sua vida nada simples mas mafiosa não reflete o caráter de Jesus e o único modelo que ele consegue reproduzir é na posição das mãos e voz, ou a ganância no coração de cada pastor pelo poder.
Esse movimento de massa é um tiro no pé porque milhares hoje usam o nome de Jesus sem tomar consciência do que isso significa. "Nosso" crescimento é uma mentira e a multidão de evangélicos sem discipulado não atestam aos "incrédulos" o poder transformador de Jesus. As esposas não confirmam a mudança de tratamento do marido, os filhos não se importam com a Igreja porque não vêem nada de diferente no emocional da casa. Vai-se a igreja, mas tudo continua como antes. A única coisa que às vezes muda são as frases e jargões evangélicos que passam a permear o universo dos sincretismos. A única coisa que aprendem é que se der "zebra" invocando o nome de Jesus tudo funcionara de forma mágica. Isso não é discipulado!
No quarto século os pais da igreja construíam catedrais para formar os novos discípulos no conhecimento da palavra. Hoje catedral é um lugar suntuoso que tende a retratar o poder dos lideres, mas catedral vem de cátedra que é uma disciplina ou um assunto especifico no universo acadêmico.
Acredito que a falta de interesse no processo discipular é porque se gasta muito tempo no sujeito sem saber ao menos se irá dar certo e a vida do discipulador tem de ficar exposta como modelo fiel de Jesus Cristo. O próprio Jesus gastou três anos com Judas e veja no que deu! Todo tempo gasto foi inutilizado pelo caráter de Judas. Ele não se entregou ao modelo e propósito de Jesus mas o usou na tentativa de Jesus "bancar" seu sonho pessoal e revolucionário. Acredito que isso tem movido as multidões atrás das igrejas que prometem uma solução fácil e mágica para seus problemas.
Mesmo assim a ordem dada por Ele é fazer discípulos e devemos cumprir se quisermos fazer a obra.
Por isso que volto a dizer que todo esse dinheiro e tempo gasto na televisão e nos prédios suntuosos tem sido um tiro no pé. Esse pessoal todo entrando pelas portas dos ministérios ufanistas não tem se tornado mais parecido com Jesus conforme o desejo de Deus Pai.
Você é discípulo ou usuário da fé?
Seu desejo é ser mais parecido com Jesus ou resolver seus problemas usando tal poder da fé?
Se apenas usar o "poder" da fé poderás conseguir alguma coisa mas ficaras só com isso e mais nada.
Refiro-me a isso na questão da evangelização moderna nos meios de televisão.
Os pregadores arrebanham multidões aos seus cultos pela televisão, mas no geral e a grosso modo as pessoas não se convertem e nem sofrem o discipulado. John White escreveu que a vida com Cristo não é um mar de rosa quando se encontra com as oportunidades do mundo. O próprio Jesus nos advertiu que no mundo teríamos aflições.
As pregações televisivas não formam discípulos, mas arrebanham multidões que na maioria das vezes e um caça níquel. Elas só enriquecem os pregadores e não se tornam mais parecidas com Jesus. O processo discipular é mais complexo. A ordem de Jesus em Mateus 28 é profunda que o seu cumprimento não é feito nas massas, mas de um a um.
O discipulado é uma caminhada diária consistente de ensino diretivo e pratico sobre as varias situações da vida do discípulo. Na linguagem mais simples é vida na vida! Entendemos isso na fala de Paulo: "Sedes meus imitadores como eu sou de Cristo". A IURD tem esse programa, mas vai até e somente a imitação do Bispo que por conseqüência não é imitador de Cristo. Sua vida nada simples mas mafiosa não reflete o caráter de Jesus e o único modelo que ele consegue reproduzir é na posição das mãos e voz, ou a ganância no coração de cada pastor pelo poder.
Esse movimento de massa é um tiro no pé porque milhares hoje usam o nome de Jesus sem tomar consciência do que isso significa. "Nosso" crescimento é uma mentira e a multidão de evangélicos sem discipulado não atestam aos "incrédulos" o poder transformador de Jesus. As esposas não confirmam a mudança de tratamento do marido, os filhos não se importam com a Igreja porque não vêem nada de diferente no emocional da casa. Vai-se a igreja, mas tudo continua como antes. A única coisa que às vezes muda são as frases e jargões evangélicos que passam a permear o universo dos sincretismos. A única coisa que aprendem é que se der "zebra" invocando o nome de Jesus tudo funcionara de forma mágica. Isso não é discipulado!
No quarto século os pais da igreja construíam catedrais para formar os novos discípulos no conhecimento da palavra. Hoje catedral é um lugar suntuoso que tende a retratar o poder dos lideres, mas catedral vem de cátedra que é uma disciplina ou um assunto especifico no universo acadêmico.
Acredito que a falta de interesse no processo discipular é porque se gasta muito tempo no sujeito sem saber ao menos se irá dar certo e a vida do discipulador tem de ficar exposta como modelo fiel de Jesus Cristo. O próprio Jesus gastou três anos com Judas e veja no que deu! Todo tempo gasto foi inutilizado pelo caráter de Judas. Ele não se entregou ao modelo e propósito de Jesus mas o usou na tentativa de Jesus "bancar" seu sonho pessoal e revolucionário. Acredito que isso tem movido as multidões atrás das igrejas que prometem uma solução fácil e mágica para seus problemas.
Mesmo assim a ordem dada por Ele é fazer discípulos e devemos cumprir se quisermos fazer a obra.
Por isso que volto a dizer que todo esse dinheiro e tempo gasto na televisão e nos prédios suntuosos tem sido um tiro no pé. Esse pessoal todo entrando pelas portas dos ministérios ufanistas não tem se tornado mais parecido com Jesus conforme o desejo de Deus Pai.
Você é discípulo ou usuário da fé?
Seu desejo é ser mais parecido com Jesus ou resolver seus problemas usando tal poder da fé?
Se apenas usar o "poder" da fé poderás conseguir alguma coisa mas ficaras só com isso e mais nada.
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